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“Coração partido”: nova terapia celular pode fazer com que o coração se regenere

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Por em 4.07.2011 as 16:28

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Cientistas descobrem a cura para um “coração partido”: segundo um novo estudo, injetar proteínas semelhantes à insulina diretamente no coração pode fazer com que células danificadas sejam capazes de se reparar e regenerar.

Experiências com animais mostraram que as células adormecidas poderiam “reviver” após um tratamento de medicina regenerativa com determinados fatores de crescimento – proteínas que ocorrem naturalmente e que as células usam para se comunicar com seu ambiente.

A pesquisa mostra que os fatores de crescimento IGF-1 e HGF injetados causam regeneração anatômica, histológica e fisiológica significativa dos corações danificados.

O estudo pode significar uma terapia alternativa às atuais quando se trata de doenças cardíacas. Os resultados poderiam levar a tratamentos mais simples e acessíveis para ataques cardíacos, por exemplo.

A forma de terapia atual provavelmente não terá um grande impacto no tratamento de doenças graves que afetam milhões de pessoas, como doenças e insuficiências cardíacas. Em contraste, a nova abordagem poderia levar a uma terapia regenerativa clínica do miocárdio eficaz, simples, acessível, rápida, amplamente disponível, fácil de aplicar e compatível com o padrão atual de cuidados cardíacos.

No momento, a descoberta é considerada a maior promessa em terapia celular. O financiamento para testes clínicos do novo método devem vir do hospital da universidade Vall d’Hebron, em Barcelona, Espanha.

As evidências obtidas a partir dos dados pré-clínicos são muito encorajadoras. Os cientistas britânicos também estão atrás de financiamento para executar os testes clínicos no Reino Unido. [Telegraph]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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One comment

  1. Roberto /

    Há certas incoerências ciêntificas realmente espantosas. A medicina regenerativa não precisava ter ficado à espera da engenharia genética, mas parece que ficou. E no momento em que a moda é tratamento com céluas-tronco, outra solução mais simples se apresenta.

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