
Sabe, o problema sobre a reprodução sem sexo é que você cria clones, e clones e mais clones. Cada organismo tem o mesmo DNA, com uma ou outra mutação causada pelo tempo. Se um parasita descobrisse como explorar uma vulnerabilidade dos organismos, a espécie inteira estaria condenada.
Para resolver isso, o sexo com parceiros diferentes faz combinações de DNA e cria indivíduos geneticamente únicos. Parasitas podem matar vários organismos, mas é provável, deste modo, que alguns indivíduos sejam menos vulneráveis ao ataque, e a espécie continua a sua vida normalmente. Tudo isso já era teorizado, mas o verdadeiro teste para qualquer teoria está na natureza.
Nos últimos dez anos, cientistas estudaram a Potamopyrgus antipodarum, uma lesma da Nova Zelândia, que tem reprodução assexuada e sexuada. Os pesquisadores contaram a população das lesmas e o número de infecções parasitárias sofridas por cada variedade.
Os clones começaram o estudo saudáveis, mas se tornaram cada vez mais suscetíveis a parasitas. Com o número de infecções por parasitas aumentando, o número de lesmas deste tipo diminui, enquanto algumas populações de lesmas do tipo clonado desapareceram completamente.
Enquanto isso, a população de lesmas com reprodução sexuada permaneceu mais estável. Isso, de acordo com os pesquisadores, é exatamente o padrão previsto pela hipótese dos parasitas. “A ascensão e declínio dessas linhagens exclusivamente femininas foi rápida e consistente com a previsão dos parasitas sobre o sexo”, afirma Jukka Jokela, do Instituto de Ciência Aquática e Tecnologia da Suíça, que participou do estudo.
“Estes resultados sugerem que a reprodução sexual provê uma vantagem evolucionária em ambientes com muitos parasitas”, diz Jokela. Estes resultados se somam a um estudo realizado em 2005 com levedura, que mostrou que aquelas que tinham a reprodução sexuada se saíram melhor na procriação quando estavam sem alimentos do que aquelas que tinham reprodução sem sexo. [Live Science]
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Além do homem ser uma espécie onde o sexo não depende do cio ou de data marcada.
E os genes da beleza e da sexualidade ajudarem as mais belas se perpetuarem.
Tanto o prazer como a sensibilidade sexual, são os resultados de vários impulsos nervosos.
E um patrimônio reservado para os que têm boa saúde.
Pois podemos transformar o prazer físico em erotismo.
E o erotismo em amor.
Sendo que o amor adulto se alimentar de fantasias, de beleza, de gentileza, de segurança e de prazer.
Existem motivos evolutivos para que desejemos específicos tipos de criaturas.
E é comum nos sentirmos atraído por determinados traços físicos, temperamentos ou mesmo certas partes do corpo das parceiras.
Todavia, embora na “seleção biológica” e social seja difícil pagar o preço necessário para ficar com quem se deseja. Assim como, superar os concorrentes.
O macho que consegue se acasalar com a fêmea que considera atraente ou que lhe proporciona algum tipo de vantagem em relação às outras da mesma espécie, seria um vencedor.
Mas mesmo o corpo humano sendo um mostruário e a máquina que nos permite fazer tudo o que conseguimos realizar; nosso corpo também pode terminar se transformando numa prisão sem chance de fuga.
Só deoende do parasita. No caso do virus da aids, ele pode dezimar toda a população. Isto não aconteceria na reprodução assexuada.
Alberto, a AIDS não pode dizimar a população. A doença existe há décadas e hoje é possível ter filhos saudáveis mesmo de mães com AIDS.
Isso eh verdade! A tal Aids acaba se tornando uma maldição no sangue da família descendente do portador. Pior que nem Deus nem o Diabo pode consertar essa maldição!
Nota: E nos ambientes em que não há tantos parasitas, para que sexo? E nos seres que conseguem lidar bem com esses parasitas de forma mais simples, para que “inventar” um meio de reprodução tão complexo e dispendioso do ponto de vista do gasto de energia e dos riscos envolvidos no processo todo? O estudo apenas prova, mais uma vez, que o sexo é o melhor e mais vantajoso meio de reprodução, mas evita, como sempre, tocar no delicado e difícil tema da origem da reprodução sexuada e da complexidade envolvida na interdependência dos órgãos sexuais feminino e masculino, que precisariam ter evoluído separadamente e, mesmo assim, ser perfeitamente compatíveis – um tipo de mutação dupla independendente, na mesma geração e funcional. Parece que, mais uma vez, a melhor explicação está no design inteligente: o livro de Gênesis afirma que Deus criou o sexo como um presente para o primeiro casal, para ser desfrutado dentro do casamento, numa relação de amor e compromisso. O sexo, segundo a Bíblia, serve tanto para prover prazer e satisfação no relacionamento (e basta ler Cantares para descobrir isso, já que ali não se fala em filhos), quanto para possibilitar a reprodução da espécie. Michael Borges