
O conceito de marca pessoal corre o mundo a mais de uma década, mas a internet e as redes sociais facilitaram a venda de um produto: você. O livro Eu 2.0, da autoria de Dan Schawbel é um livro sobre a construção das marcas pessoais.
A ideia básica de se ter uma marca pessoal é promover determinados valores, habilidades ou conhecimentos, de modo que se alguém precise de alguma destas características, lhe procurem de primeira.
Enquanto muitas pessoas ainda se incomodam com a ideia de se tornarem um produto, outros vêem esta possibilidade como parte do universo de mudança dos meios de trabalho.
“Nós estamos em uma época em que os negócios corporativos não se importam com você como um indivíduo — você é apenas um número enquanto empregado”, afirma o professor David James, diretor da escola do crescimento, inovação e empreendimento da Henley School of Business, na Inglaterra.
“Eles irão lhe terceirizar, contratar e transferir da maneira que eles pensam que é apropriado. Por isso, você tem que ocupar o número um e a marca pessoal é realmente importante.”, afirma James.
Mas como fazer para criar sua marca pessoal? O professor explica que a primeira etapa é deixar claro seus pontos mais fortes e seus principais valores. Sua identidade precisa transmitir uma mensagem clara de quem você é e o que você tem para oferecer. Depois, faça um planejamento de curto e longo prazo de onde quer estar, de qual o trabalho você quer ter e como você quer que as pessoas lhe percebam.
Blogs e redes sociais são maneiras poderosas e acessíveis de se promover. É importante que ao construir sua marca, a pessoa seja apaixonada pelo assunto e tenha um conhecimento na área, ou ninguém vai querer ler o que a pessoa tem a dizer.
O próximo passo é conseguir uma classificação elevada na área que você pretende tratar com a ajuda do buscador (Google, Yahoo, Bing, etc.), de modo que seu nome viesse entre os primeiros resultados da pesquisa quando alguém buscar sobre o assunto na internet.
É importante que coloque no blog seu próprio nome e sua área de especialidade. É valido se juntar em conversas sobre o assunto em outros blogs sempre usando seu nome completo, que será a sua marca. Escrever artigos para outros sites e juntar-se a redes sociais como o Orkut, Facebook, Linkdln e [Twitter, ajuda a construir contatos úteis e facilita a realização de reflexões na sua área. CNN]


acho que não ficou claro que esse artigo se delimita a negócios…marca pessoal no sentido de como a pessoa se apresenta, se vende no ramo em que ela decide trabalhar.
RELAÇÕES DE TRABALHO. Onde que isso deixou de ser compreensível? Pra quê tanta opinião fugindo do assunto nos comentários? e o pior, sem construir nada?
Viva o capitalismo \o/ escravidão neles!
Acho que o cara não tem o direito de interferir na opinião dos outros. Com tudo isso que le escreveu ele só não disse o seguinte: Sou um tonto que não crê em nada e ainda por cima invado o espaço dos outros.
Ronaldo!
-SHORYUKEN!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
mais uma coisa:
-HADOOOOOOUUUUUUKEN!!!!!
Num entendi nada…
Tributo ao Lisandro Hubris (Entrevista comigo mesmo).
Embora eu seja um exterminador de mitos bíblicos, um semeador do ateísmo, um iconoclasta e um visionário positivista, confiante na força do progresso e na supremacia da razão.
Que não deposita fé no sobrenatural ou nas deidades que condizem com as expectativas do crente, porem desdenham séculos de evolução humana…
E um “lúcido” confiante na tecnologia do futuro e na auto-suficiência humana.
Com capacidade de ser flexível. Um grau elevado de autoconhecimento; capacidade de aprender com os erros ou sofrimentos; capacidade de se inspirar em idéias e valores; relutância em causar danos aos outros; a possibilidade de ver conexões entre distintas realidades; a tendência a se questionar sobre suas ações e desejos; capacidade de seguir as próprias idéias e a possibilidade de ir contra as convenções.
O meu objetivo maior não e ser famoso, mas sim, libertar a humanidade da prisão religiosa.
E mostra que o “Prazo de validade” da Bíblia já chegou ao fim.
Pois é concebível que em pleno século XXI, e com toda a memória acumulada ao longo do tempo por incontáveis gerações de pensadores que está ao nosso dispor, bem como, um gigantesco volume de informações e descobertas, bilhões ainda continue acreditando em anjos, na Vida após a morte, no Inferno, no Diabo, no CriaBURROcionismo ou em diversas outras crendices?
Insistam que a ciência seria uma coisa proibida e o germe do pecado?
Ou defendam que, não podemos permitir que a razão, a ciência e a lógica atrapalhem a nossa fé em Deus…
Gostei da materia, parabéns.
Estou profundamente enojado ao ler tudo isso. Isso foi tão bizarro quanto um buraco negro se formando no meio da Terra!
Humanos se tornando produtos, e isto ainda sendo motivo para celebraçoes.
Professores universitários devem fundionar como voz da razão, e não robores ressonantes do monetarismo e corporatocracia qu engole este nosso mundo de forma cada vez mais absurda.
Não bastando as pessoas estar fazendo tatuagens com marcas, ou vestindo roupas com marcas como veiculos publicitarios ambulantes, agora temos que transformar nossa individualidade e personalidade em um produto.
___PLim PLom___
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Vamos deixar de ser estupidos?
Muito interessante este assunto sobre a quase que “obrigatoriedade como persona” de se ter, juntamente com seu cic e rg, sua marca e sua especialidade no mundo contemporaneo e sobretudo, no virtual, que gira a cada segundo numa velocidade fantástica !!!
__ Entretanto, deixo aqui uma pergunta : e para os que se encontram sem marca ou com a mesma indefinida ? Como tratar destes casos ? Quais os passos para que a persona referenciada consiga definir satisfatoriamente sua marca ?