Mulheres que querem desejar: Como funciona o distúrbio de libido feminino

Publicado em 6.12.2009

libido mulher

No grupo que comanda para mulheres com problemas sexuais, a psicóloga Lori Brotto pede que cada uma das participantes pegue uma uva passa de um tubo de plástico. As mulheres, que geralmente participam em um grupo de seis, têm que examinar a fruta, analisando a sua forma, contornos e detalhes. Lori Brotto começou a sua carreira estudando a libido de ratos, e agora é uma das maiores especialistas do que é conhecido como transtorno de desejo sexual hipoativo em mulheres – a completa falta de desejo sexual.

A especialista está estudando os critérios que devem ser utilizados para um novo livro da Associação Psiquiátrica Americana (EUA), que deve ser publicado em 2012 ou 2013. Estes livros são geralmente vistos como uma espécie de “bíblia” de doenças psiquiátricas. Estudos sugerem que cerca de 30% das mulheres jovens e de meia-idade sofram com longos períodos de baixo desejo sexual, ou até mesmo nenhum desejo.

Mais do que qualquer outro problema sexual, como dificuldades para chegar ao orgasmo ou dor durante o sexo, a falta de desejo é uma praga para as mulheres. Estes problemas freqüentemente se sobrepõem, mas a baixa libido é o que mais impede as mulheres de terem uma vida sexual saudável, e é uma das causas mais comuns para que elas procurem tratamento.

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Brotto explica que a desordem não é física. Ela regularmente faz exames para analisar o fluxo de sangue na vagina das mulheres enquanto elas assistem a um vídeo pornográfico, e os resultados são normais. A psicóloga afirma que o problema está na mente, principalmente no relacionamento da mente com o corpo, e exemplifica com alguns casos com os quais já trabalhou: Uma mulher na casa dos 40 anos afirmava que já havia feito sexo com o marido mais de sete vezes em um dia, mas não sentia mais nenhum desejo por ele. Ela dizia que passava dois ou três meses sem sexo, e que não se importava de não ter nenhuma atividade sexual.

“Escuto isso de muitas mulheres”, afirma a psicóloga, que tenta compreender o que desliga a libido feminina. Outra mulher, de meia idade, dizia que nunca tinha tido uma época de desejo na sua vida, e que seu casamento era marcado pela indiferença sexual. Esta paciente também dizia que se sentiria bem sem fazer sexo – mas mesmo assim procurou ajuda. De acordo com Brotto, muitas mulheres que afirmam este tipo de coisa querem se sentir levadas à vontade sexual.

Porém, ela esclarece que, enquanto realiza pesquisas e analisa outros estudos de sexólogos sobre o assunto, ela mantém em mente que nem todas as mulheres estão em busca de uma mudança. Algumas nem se sentem desanimadas com o fato. Brotto afirma que no campo das pesquisas sexuais os estudos são muito escassos, e as estatísticas não podem ser citadas com muita certeza. Mesmo assim, com os dados disponíveis, ela julga que entre 7 e 15% das mulheres jovens e de meia idade – entre 20 a 60 anos – se sentem mal pela falta de desejo sexual.

Muito pouco se sabe sobre outras questões básicas ligadas ao problema, como há quanto tempo as mulheres sofrem com a falta de desejo, se têm isso desde o início da vida sexual ou se ele se iniciou na idade adulta. Brotto estima que as centenas de casos que ela já estudou são divididos igualmente nos dois casos, mas lamenta que não há estudos que apóiem uma resposta definitiva.

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A psicóloga também afirma que as experiências de suas pacientes são variadas, e que há uma dificuldade muito grande em definir normas para diagnosticar o problema. Atualmente, o transtorno de desejo sexual hipoativo tem o mesmo critério de diagnóstico para homens e mulheres, sendo considerado uma “deficiência persistente ou recorrente de fantasias sexuais e desejo de atividades sexuais”. Brotto aponta que esta definição não leva em conta que a sexualidade feminina é mais complexa, e que os critérios são muito simples, e talvez muito “masculinos”.

Nas sessões que realiza com suas pacientes, a psicóloga distribui tarefas simples para melhorar a auto-estima: observar o próprio corpo e descrever a sua imagem física sem julgamentos, e repetir “Meu corpo está vivo e é sexual”, acreditando nisso ou não. O exercício com as uvas passas é feito como uma forma de perceber as reações do corpo, a saliva, a mastigação, a trajetória da língua, um modo encontrado por Brotto para treinar as pacientes para aceitarem as sensações físicas.

A psicóloga tenta ensinar às pacientes para que elas tenham maior atenção às reações do próprio corpo antes ou durante o sexo. De acordo com ela, embora o fluxo de sangue das mulheres mostre que elas sentem o desejo sexual, as preocupações com problemas diários e até mesmo com o próprio medo da falta de libido pode acabar com o excitamento sexual.

Brotto argumenta que, nos critérios para o diagnóstico do transtorno, deve ser colocado um ponto sobre a falta de excitação durante o sexo. Assim, a psicóloga tenta adicionar aos critérios uma ideia da sua colega Rosemary Basson, que acredita que o desejo é liberado a partir de estímulos, e não necessariamente precisa existir previamente. Além disso, Brotto argumenta que a falta de desejo pode existir pela falta de habilidade do parceiro, ou até mesmo devido a uma falta de conexão emocional. É a mulher que tem o transtorno, o parceiro ou o casal? Assim, a ideia de Basson cai no campo em que a participação do parceiro é inevitável.

Brotto diz que sabe que esta duplicidade do problema não pode ser resolvida, mas diz que o que se pode fazer é reconhecer que ele pode existir, e continuar no caminho que parece correto para resolver o transtorno. Outro problema encontrado pela especialista nas definições do transtorno é o fato que o desejo sexual costuma cair com o tempo de relacionamento, principalmente em mulheres.

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Assim, o critério de “falta/redução do desejo sexual ou prazer durante a atividade sexual” pode ser aplicado a praticamente todas as pessoas. Brotto afirma que a sexta edição revisada do livro que ela lançará – na quinta edição – poderá ser publicado apenas em vinte anos, tempo suficiente para que a ciência compreenda melhor o desejo feminino. [NY Times]

Autor: Alessandra Nogueira

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11 Comentários

  1. Engraçado..porque a ciência nunca leva em consideração aeducação machista anti-sexo que as mulheres sempre receberam ao longo de suas vidas??è proibido falar esta palavra em artigos científicos?

    Me lembro de ter visto uma pesquisa feita no Japão que a hipersexualização da imagem fenminina na mídia acaba deixando as mulheres sem libido,com desgosto de fazer sexo até.Isso sem falar nas diversas pesquisas que apontam que,com o avanço da porno cultura,os homens estão mais violentos,exigindo sexo pornô e totalmente despreocupados com o parzer da parceira.Resumindo,é o machismo a causa diso tudo e não “grilos” femininos nossos!

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  2. Edson

    Acho que homens e mulheres devem repensar o valor(atual) do relacionamento sexual no casamento.
    Há queixas de ambos os lados. Creio que uma saída é dialogar para chegar a um consenso. Mas êta saída complicada!!!
    A maioria das pessoas não consegue conversar, ouvir o outro, sensibilizar-se. Dói ler comentários femininos sobre a maneira bestializada com que foram tratadas pelo parceiro, como também imagino ser humilhante implorar sexo à parceira. É como passar fome ajoelhado frente a um banquete.
    Você pergunta se é possível deixar o sexo de lado para salvar uma relação. Acredito que num período de doença, viagem, é possível sim.
    Mas caso o cotidiano seja SEMPRE de negação do sexo, não.
    Paga-se um preço muito alto ficar com alguém que não nos deseja sexualmente. Com o passar do tempo vem a angústia, as escapadelas mascaradas, o ódio pelo outro que nos faz infeliz…
    Não vejo futuro num relacionamento sem envolvimento sexual…
    Um relacionamento é feito de amizade, companheirismo, amor, mas também de sexo.

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  3. Sou uma mulher de 52a. divorciada 15 anos, flhos criados, e adoro fazer sexo todos os dias, até mais que uma vez. Eis motivo de minha separação, hoje tenho parceiros discretos, saudáveis, cheios de fantasias e desejos, 80% casados e não os culpo por pocurarem “aventuras extra-conjugais”, mais exijo respeito com as esposas, pois não tenho marido por opção.Gosto desta minha liberdade de escolha de parceiros, pois odeio rotina, e na verdade casamento é rotina! Meu libido é alto, não fumo, não bebo, pratico esporte, e não uso qualquer tipo de medicamentos. Gosto de viajar, dançar, e acima de tudo namorar muito. No inicio até me culpei um pouco, pensei estar doente, procurei psicologos, sexologos, psiquiatras, mas depois larguei tudo, e me sinto SEXUALMENTE NORMAL. Quebrei todos os tabus que fui criada.

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  4. Edison

    Eu estou exatamente na mesma situação.
    Tenho 33 anos e sou casado a 10 anos. Já tive muitas namoradas antes disso, umas mais sexuais outras menos. Mas acredito que a grande maioria das informações está errada… Os homens possuem sim muito mais libido que as mulheres e falo pelas experiências que eu tive, e pela experiência de amigos e parentes.
    Eu também cheguei em um ponto aonde tento não pensar em sexo, para poder continuar com a minha mulher (que eu amo) e não deixar a falta de libido dela e a nossa falta de sexo (na minha opinião) atrapalhar o nosso relacionamento.
    Já tentei de tudo, mas já notei que o problema não está na falta de atenção, romantismo ou seja o que for. Acredito, ao contrário daquilo que dizem qua a falta de libido é um problema em sua maioria pessoal e em pequena porção do casal.
    Nós ficamos muitas vezes semanas e até meses sem fazer nada e muitas vezes me sinto implorando por uma relação que deveria ser um momento de conexão, e amor entre nós os dois.
    Tenho uma filha e gostaria de ter mais um, no entando com a nossa frequência sexual acho que só por um milagre isso possa acontecer.
    Gostaria de abrir o jogo e saber ao certo das pessoas que lerem aqui… Das mulheres, qual realmente é a sua libido e o mesmo dos homens e quais as experiências que tiveram. Pra já deixo a minha:
    80% das mulheres com as quais tive envolvimento sexual perdem a sua Libido após aquela euforia da novidade.
    Só as restante notei terem a libido próxima da minha.
    Eu como homem faria sexo quase todos os dias se tivesse a oportunidade, no entanto a cada 2 ou 3 dias não me pareceria uma frequencia ruim.
    Gosto de sexo com cumplicidade, não gosto de mulher que fica parada ou não mostra aquilo que quer durante o sexo.
    E tenho uma pergunta também. É possível deixar o sexo de lado pra salvar uma relação? Ou não existe relação sem envolvimento sexual?

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  5. Prezada Talita (Feminista) e não feminina!

    Eu entendo a sua revolta, e pelo visto vc é uma pessoa bastante experiente, mas é muita pretenção sua subjulgar os outros comentários postados, o Eduardo parece é um psicologo, e colocou a questão de forma muito clara veja post dele..

    Eu já tive a oportunidade de conhecer mulheres muito quentes na cama que inclusive gostam de ser “usadas”, que ao se sentirem submissas afloram seu desejo interior de ser propriedade daquele que está com ela. Que é completamente diferente do caso da Flávia. Ela teve o azar de ter tido a primeira relação com esse múmia aí, e acabou ficando traumatizada.

    Eu sou casado com uma mulher da minha idade (28 anos) que está passando por uma fase de baixíssima libido, já fazem dois anos (a idade da nossa filha) que ela só tem vontade de vez enquanto (+ ou – uma vez por semana) de fazer sexo, e o pior, é que só fazermos sexo quando ela está com vontade. E só tem sido sexo trraaddiicionalissimo! Nada de extras, por ser em momentos de extrema carência da minha parte e por não haver interesse dela mesmo.
    Eu já estou tão cansado de tanto tentar a ter uma vida sexual saldavel com ela, que não vejo mais muito o que fazer, já fiz e agí de todas as formas possíveis, fui compreensivo, carinhoso, dei muitos presentes tipo lingeries, calcinhas eróticas, e mais coisas que estão todos mofados no fundo do guarda-roupas dela, que ela só lembrou de usar depois que fomos a uma terapia de casal onde a terapeuta deu umas dicas a ela, mas logo em seguida, ela já equeceu tudo novamente… e volta a frieza.
    Eu só vivo de promessas, que vai melhorar.
    Sinceramente, era melhor viver preocupado em ter uma mulher muito dependente de sexo que me cobrava muito mais em tudo.
    Ao invés de ficar exigindo balangadelas do tipo arrumação da casa, e querer fazer o marido de office boy.

    Eu acho que tem muitas mulheres como a minha por aí. E sabem o que é que os maridos da maioria fazerm?
    Simplesmente arrumam outra pra suprir o que a esposa não faz ou faz sem entuziasmo.

    Então senhoras e senhores da verdade. Quais são as suas opiniões para casos como o meu?

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  6. Bom,
    Na verdade todos estão enganados quando dizem que as mulheres são frias, ou que não tem desejo, atração, vontade própria… Digo que tenho muita sede sexual, muita mesmo… só que o homem deveria não só pensar no prazer dele, as vezes chego a pensar que eles são preguiçosos e que querem acabar rapidinho para se virar na cama e dormir. SEXO é saúde, é amor, é tudo de bom desde que a principio o homem lembre que não é só introduzir, ele precisa olhar para a mulher com amor e não como um brinquedinho, uma máquina ou uma propriedade.
    MULHER quer atenção, carinho, e muito amor.

    Bobas são as mulheres que se deixam serem usadas pelos homens, por isso que muitos são traidos porque não dão valor ao que tem em casa. Elas procuram o que não tem, e quando acha aí que elas percebem quem é que tem problemas… O homem é claro! O resultado é separação porque ela descobre o que quer para ela!!! Dizem que tantos por % das mulheres não sentem orgasmo, isso sabem porque? Porque eles são coelhos…
    rapidinho.

    As mulheres já sofreram muito na época da ditadura, temos que nos dar o valor e não deixarmos sermos usadas por homens que só pensam neles, mulher é bela, mulher é mulher!!!

    MULHER tem que ser FEMINISTA. temos que sermos o que queremos e não o que o parceiro, namorado, marido de cada uma quer que seja ok?

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  7. Concordo com vc, Miranda. Mulher não gosta de se sentir um pedaço de carne, usada, pelo menos a maioria não. A minha primeira vez foi bem ruim. Meu ex namorado ficou parado, totalmente parado e nem disse nada, não dizia nada, como se o simples fato de ele ter um pênis fosse suficiente pra ser bom e eu adorar transar com ele. Foi um lixo minha primeira vez. Daí tem homens que falam que mulheres são umas múmias, que não fazem nada para agradar o parceiro na cama, mas hoje em dia tem muito homem múmia também, homem que acha que por a mulher se esforçar pra agradar ele e parecer bem resolvida, ele tem que ficar paradão deixando ela dar conta do serviço e isso é altamente broxante. Na minha opinião, falar é essencial na hora do sexo, é essencial que o homem saiba falar de um jeito excitante com a mulher na hora do sexo, não precisa nem saber fazer “mágica” com os dedos, a língua, o pênis, pra mim o mais importante é falar. Minha excitação está diretamente ligada com o que eu escuto do meu parceiro. Se ele falar bobagem ou se falar muito pouco, eu broxo sim, e daí? Eu me acho muito normal. Eu gosto de ser agradada também. E não sou lésbica, nem frígida, nem mal comida.

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  8. pow truta, a parada e o ceguinte, achu qui as mina firmeza taun vacilando manow, o motivo deça vacilassão e a ratiação das cantada dos bico, pow muleki, pq os truta sabe manda as cantada sinistra que faz as cocota cai todinha na tua meow

    Ezemplo de umas cantada criada por min

    Truta: O minah tem garfo aew?
    Minah firmeza: Não purque?
    truta: pq eu to di soupa
    mina firmexa: mas sopa não si comi con garfo
    truta: e poq eu so difissil

    bon, oq eu podia, fala falei sangue bom, e tipow quando for fala com as mina firmeza na parada trata elas con carinhow ai vai acaba tudo essas parada ai

    salve pa tudo os muleke sangui boun de Julho di Castilio e é nois na fita manow

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  9. As mulheres são maravilhosas. Lamentavelmente, durantes séculos (ou milênios!) elas sofreram todo tipo de ofensas e, por isso, desenvolveram muitas dificuldades psíquicas. Hoje, livres de boa parte da opressão masculina, elas podem sentir prazer mais livremente. Lamentavelmente, poucas mulheres estão conscientes dessa liberdade e, por isso, nem todas desfrutam de todo o prazer ao qual todas têm direito. Em alguma medida, cabe a nós, machos, propiciarmos as condições necessárias para que nossas parceiras desfrutem do máximo prazer sexual, dentro do casamento, claro!

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  10. A resposta do Eduardo me pareceu a mais cabível, e bem crítica, sem ser tendenciosa…porém devo salientar quenãoé descartada a culpa do sexo oposto visto que ainda que existam homens que são diferentes, nãoé algo tão simples assim, identificável facilmente. Até porque o tipo malandro é o primeiro a se fazer de bom entendedor das mulheres, admirador da natureza feminina o que na realidade pode ser traduzido pela natureza animal, geral feminina e pela simples atração generalizada somente pelo fato de ela ter uma vagina…e não propriamente pelo lado psicológico e muito menos individualizado de cada mulher… o que é já suficientemente brochante…
    ao ponto de que ainda na hora h….em que se sentir desejada e ver o homem excitado [o que devo dizer, no caso dos “machos” parecem mais animais desesperados do que viris……] acaba por se brochar pensando que não importa qual outra mulher fosse [sendo o mínimo necessário de gostosinha…] ele estaria excitado…
    obviamente isso não é uma regra…mas sim ao tipo que o Eduardo se refere…
    o que acontece é que no final a mulher acaba sentindo que o seu desejo sexual é muito maior no sentido de abranger diferentes sensações e sentimentos e vê o homem no apogeu do seu prazer não fazer nem idéia das novas sensações possíveis…vindo a ser uma atividade rotineira e agradável porém não estimulante ao ponto de se decepcionar como acaba ocorrendo com muitas mulheres…
    por fim, conversar sobre o assunto, como feito agora já poderia abrir a percepção dos dois sexos quanto a isso não fosse o fato de uma resposta como a minha automaticamente receber um juízo de valor em que eu seria uma lésbica, uma frustrada, uma feminista ou uma mal comida….e essas características sendo associadas umas as outras..de modo que eu novamente viria a brochar…

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  11. Ao longo dos anos, com convivências e observações, o que eu vivenciei foi mulheres que após descobrirem o sexo deparam com a frigidez, ou seja, nunca atingem o climax ou quando mantem fidelidade com o parceiro, no caso das casadas, perde o encanto, a magia de ser fiel e parte para o crime, procura prazer em outros parceiros.

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