
O telescópio Hubble, da Nasa, conseguiu imagens que mostram as galáxias mais antigas do universo. A imagem, conhecida como ‘ultra deep field” foi obtida com a nova câmera Wide Field 3. Os objetos com a luz mais fraca e avermelhada, na imagem provavelmente são as galáxias mais antigas a já serem identificadas, e teriam se formado apenas de 600 a 900 milhões de anos após o Big Bang.
Em 2004, o Hubble criou uma imagem com a maior profundidade com luzes visíveis do universo, e agora, com a nova câmera, o telescópio conseguiu enxergar ainda mais longe. A imagem foi tirada na mesma região que a foto de 2004, mas com um maior espectro de ondas de luz. Assim, a nova câmera consegue “enxergar” a luz de estrelas novas nas galáxias mais distantes, que são visíveis nas regiões ultravioletas da luz.
» Galáxia escura está em rota de colisão com a nossa Via Láctea
A nova imagem também dá mais informações sobre o nascimento e crescimento das galáxias nos anos iniciais do universo. Os novos dados encontrados na foto já foram analisados em 12 trabalhos científicos em apenas três meses depois da sua divulgação para astrônomos, em agosto de 2009. O tempo de exposição da imagem foi de 173 mil segundos, ou seja, o telescópio ficou quatro dias apontado para o mesmo local, um ponto aparentemente negro no espaço, para conseguir a incrível imagem dos primórdios das galáxias.
Estas observações do telescópio Hubble abrem caminho para o James Webb Space Telescope (JWST), telescópio que irá entrar em funcionamento em 2014. Com o JWST, cientistas esperam conseguir observar eventos ainda mais antigos da história do universo.
Para baixar a imagem em alta resolução clique aqui.
Veja abaixo uma incrível simulação tridimensional de uma foto anterior do Ultra Deep Field.


Olá,
Eu fico assustado com oque o ser humano pode fazer com a ciencia coisas que a 10 anos atrás achavamos impossiveis, como voar, e essas coisas.
Mas oque mais me deixa pasmo é o evento mais improvavel do Universo que foi provado sua existencia ainda esse ano, ”A bolha cosmica” ou “Bolhas de Lyman alfa”, essa bolha tem a probabilidade de 1/148765098678709654 de acontecer de novo (o número está certo achei num site que revela segredos da Nasa).
Inclusive tem uma matéria nesse site vejam:http://colunas.g1.com.br/observatoriog1/2009/06/30/a-bolha-cosmica-misteriosa/
Qualquer coisa sobre o site que estiver errado delete o comentário.
ola! muito bm velo o ultra deep field.
qe realmente parece coisas interessante ao vela na foto tirada,
por la deve vim algo muito masi estranho para este mundo.
{patetico oque esta lemdo },mas mesmo esta em uma galaxia muito
proxima para este anos agora.
o velho deep field tem coisas verdadeira reais.
que podem nos surprender.
sei oque sabem,mas ela pode ser o unico caminho.
abrço
só uma correção…
173 mil segundos são 48h, ou seja, 2 dias e não 4 como diz no texto.
O surgimento da vida por “Evolução Cósmica” era INEVITÁVEL!
Tanto matematicamente quanto biologicamente falando, sempre que um número astronômico de eventos se somam, o que antes era difícil ou improvável, mas não impossível, terminaria sendo produzido pela acumulação gradativa dos mecanismos que a mudança, junto com a necessidade, o acaso e a probabilidade reúne e põem para funcionar…
Já que as características da Mudança, do Acaso e da Necessidade se somam.
E considerando as condições existentes no passado do Universo, a vida teria fatalmente que surgir!
Até porque, a vida biológica nada mais é do que uma “Evolução Cósmica” onde a Panspemia e a “Astrobiologia” faz com que os Elementos químicos das estrelas se juntem, aprenda captar energia e se reproduza…
A vida pode ser criada em “laboratórios”, desde que se tenha toda eternidade para fazer experimentos e um “tubo de ensaio” tão grande quanto o Universo.
Ainda mas que o Universo é como uma eterna e descomunal “Loteria Cósmica”, onde sextilhões de planetas tentam sem descanso ganhar o “prêmio” da vida passar do químico para o biológico…
Embora a maioria dos “apostadores” possua uma combinação errada dos “números”, isto é, dos fatores necessários para que a vida consiga evoluir do químico para o biológico.
Como a variada, descomunal e incansável “Loteria Cósmica” trabalha em bloco, por toda a eternidade e realiza infinitas combinações…
Mesmo o “premio” não saindo com facilidade (como acontece na Mega Sena).
E sendo necessários bilhões de anos de apostas ininterruptas com diferentes combinações para que em algum lugar a vida possa surgir. Graças a Panspemia, a Mudança e a reunião dos fatores que possibilitam a vida se tornar operacional. Em alguma época e lugar do vasto Universo… BINGO!
Algum planeta (que já havia ganhou estímulos) é contemplado com o “Premio acumulado”.
Pois a VIDA não surge por algum MILAGRE divino, mas sim, pela EVOLUÇÂO CÓSMICA.
Nós tivemos sorte de que entre os sextilhões de planetas que estão apostando, a sortuda Terra tenha ganhado o prêmio de gerar ou de receber a vida… E que consiga não só manter a vida, como estimular que a vida evolua.
Entre os infindáveis Cosmos, com inúmeros planetas, onde alguns teriam condições favoráveis à vida…
Os humanos atuais, SÂO o maior “prêmio” já entregue pelos: Multiverso, o Universo Oscilante, o Universo Bolha, o Grande Rebote e a Inflação Caótica…
Pois como os cometas têm CH4 (metano), amônia (NH3), e água (H2O).
E na Terra os Genes são formados pelo arranjo de 04 nucleotídeos (A, T, G e C).
As reações que resultaram em metano, alcoóis e açucares mais complexo acabaram criando a “Sopa da Vida’”.
Para testar se a vida terrestre se desenvolveu de “sementes” vindas do Cosmo, onde algum “Espermatozóide Cósmico” atravessou o Universo e “fecundou” a Terra, como se a mesma fosse um imenso óvulo…
Será realizada a experiência “Tanpopo mission”, que exporá micróbios ao espaço em placas colocadas no exterior da ISS, simulando a viagem desses micróbios pelo espaço.
Com um universo desse tamanho, seria muita pretensão do homem achar que somos os únicos habitantes dessa imensidão de planetas, galáxias e estrelas.
Po, queria ver o vídeo da postagem legendado =/
Sincereamente fico pasmo só de tentar imaginar o tamanho do universo.
me sinto como um grao de poeira insignificante em meio a um mar de galaxias.
Por isso acho que há infinitas possibilidades de vida fora da terra.