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CEZAR RIBAS em 2.07.2009 as 19:34 e atualizado em 5.07.2009 as 21:04

bebê recém nascido

Médicos franceses tiveram sucesso na gravidez de uma mulher que teve seu tecido do ovário retirado antes de começar tratamento para anemia do tipo falciforme. A mulher, que não teve o nome revelado, deu à luz a uma garotinha no dia 22 de junho, depois de ter seu tecido ovariano transplantado de volta.

A mulher tinha anemia falciforme, e precisava de medicamentos para se preparar para um transplante de medula óssea, então médicos removeram e preservaram os tecidos do ovário dela – o que causou uma menopausa induzida durante dois anos. A equipe do médico Pascal Piver transplantou dez pequenos pedaços dos tecidos, e depois de três dias transplantou o resto. A ideia por trás do processo com dois passos é melhorar o crescimento de novos vasos sanguíneos.

A mulher engravidou sem a necessidade de fertilização artificial, de acordo com um relatório apresentado pela equipe de Piver. Os médico também afirmam que outra paciente, que tinha uma doença nos vasos sanguíneos e precisou de medicação imunossupressora fez o mesmo procedimento e está grávida.

Congelamento rápido

Outra equipe de pesquisadores afirma ter descoberto que a melhor maneira de congelar os tecidos dos ovários de mulheres com câncer é congelando-os rapidamente – e não lentamente, como é o procedimento mais comum.

A descoberta foi deita depois de um estudo com 15 jovens mulheres com câncer que tiveram os ovários removidos. Algumas das pacientes tiveram os ovários rapidamente congelados e outros ovários foram congelados com o procedimento padrão. Para comparação, os pesquisadores também estudaram nove mulheres que tiveram transplante de tecidos ovarianos frescos de gêmeas idênticas.

O resultado foi que os óvulos congelados imediatamente se mostraram tão viáveis quanto os óvulos dos tecidos frescos, e os dois métodos foram mais eficientes que o método de congelamento lento.

Estes exemplos não são os primeiros transplantes ovarianos conhecidos: em 2004, pesquisadores holandeses conseguiram transplantar o ovário de uma mulher de 29 anos no braço dela, depois que ela recebeu tratamento para câncer cervical. O braço foi utilizado por ser um lugar de fácil acesso, e se ela quisesse engravidar, os óvulos seriam fertilizados por processos artificiais.

Em 2005, uma mulher infértil de 24 anos deu à luz depois de receber um transplanta de tecidos de sua irmã gêmea. A Sociedade Americana do Câncer, localizada nos Estados Unidos, alerta que o modo mais comum e bem-sucedido de preservar a fertilidade em pacientes de câncer é congelar os embriões concebidos através da fertilização in vitro, utilizando óvulos da mulher. O congelamento de tecidos ovarianos ainda é uma opção experimental. [WebMD]


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