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Aparelhos de monitoramento eletrônico poderiam substituir as prisões atuais?

Por em 15.08.2010 as 19:46

Acabar com as prisões e permitir que os condenados fiquem em casa pode não ser uma idéia tão maluca assim. Com aparelhos de monitoramento, como o BI ExacuTrack AT, que fica no tornozelo do usuários, oficiais poderiam observar cada movimento do “presidiário”.

Pode parecer uma medida radical, mas temos que levar em consideração o estado das prisões atuais. Elas são ineficientes, já que o presidiário, na maior parte dos casos, não sai do local “recuperado” e, além disso, custam muito para o governo – ou seja, para nós, contribuintes.

Com o aparelho é possível monitorar aonde um presidiário está – se ele está em alguma localização proibida (como em um parque público) ou se ele está onde deveria (trabalhando, por exemplo, já que seria possível empregar o condenado).

É óbvio que esse tipo de pena só seria considerado para presidiários de comportamento comprovadamente não violento, que não apresentariam riscos sérios para a sociedade se mantidos do lado de fora das grades.

Nem todo mundo vai concordar em ter um criminoso preso apenas em por uma penitenciária virtual, mas quando alguém é preso, uma enorme quantidade de dinheiro dos seus impostos é destinada para que ele seja enviado a uma prisão e para que ele seja mantido lá. Com aparelhos como o BI ExacuTrack AT criminosos não-violentos (que teriam contato com condenados de comportamento agressivo na prisão) são monitorados e podem contribuir com a sociedade trabalhando, cumprindo sua pena dessa forma. [Gizmodo]

Luciana Galastri é jornalista. Viciada em livros, lê desde publicações sobre física a romances de menininha do estilo "Crepúsculo". Toca piano desde os oito anos de idade e seu estilo de música preferido é o metal.

4 comentários

  1. esta tornozeleira precisaria ter um medidor de pulso, pra que o individuo nao tente se amputar o membro pra fugir. e tambem pois pra cometer crimes a pulsaçao sempre sobe, sendo um metodo pra acionar o microfone que fica na tornozeleira, permitindo enviar rapidamente “alguem” pra checar.

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  2. Cla /

    Se o cara estiver matando o chefe no trabalho, o monitoramento vai dizer que o cara tava no trabalho quando ocorreu o homicídio do cara..

    Porém, imagino que a pena com tornozeleiras seria semelhante à mera pena restritiva de direitos ou o regime aberto dependendo da decisão do juiz que conceder (no caso de proibição de idas a bares ou parques e obrigatoriedade de trabalhar, por exemplo), porém respeitada obrigatoriamente pelas tornozeleiras

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  3. harrison /

    Em um país onde nada que é do governo funciona para o cidadão,jamais funcionará um sistema de monitoramento que devolve para as ruas psicopatas, esqueçam essa idéia para o Brasil.
    E se for só para pessoas que não são violentas e deram um “escorregão” na lei: se não vão sofrer penas então não tem motivo para usarem tornozeleiras, pulseiras, etc…

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  4. harrison /

    Eu trabalho com sistemas de monitoramento.
    E digo que nada, mas nada mesmo substitui uma pessoa.
    Como exemplo disso temos as aeronaves não-tripuladas, que são artefatos moderníssimos, no estado da arte de tecnologia e não substituem pilotos em combate de maneira alguma.
    Digo também que para uma pessoa chegar ao ponto de parar em um presídio no Brasil, onde tem que ter padrinho para ser preso, pois a constituição parece contra, ele tem que ter feito algo “grandioso” e assim prova que não tem condições de conviver com pessoas normais no seu dia-a-dia. Incluem-se aí também crianças.
    Pois o monitorado pode estar no seu trabalho esquartejando o seu patrão.
    Para o sistema eletrônico ele está legal.

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