
Os cientistas desenvolveram um método inovador de medição fraca que não interfere no caminho dos fótons.
No Japão, um grupo de pesquisadores pode ter mudado um dos paradoxos mais clássicos da mecânica quântica e realmente observou a ocorrência de uma “assustadora ação à distância” que pode ocorrer 10 mil vezes mais rápida do que a velocidade da luz.
A mecânica quântica é uma área vanguardista da física, na qual a ciência e a filosofia, muitas vezes, se fundem para formar seus conceitos (e dúvidas).
O Paradoxo de Hardy prega que, ao observar um evento, o próprio ato da observação altera o resultado final do que estamos assistindo. Isso é aplicado, especialmente, em estruturas subatômicas. E aí vem o problema: como observar essas estruturas minúsculas se, o próprio ato de a observarmos, estará alterando sua natureza?
Cientistas da Faculdade de Engenharia e Ciência de Osaka declararam terem observado a ocorrência desses eventos a partir de um par de fótons.
Em uma publicação, os pesquisadores explicam como usaram uma técnica de medição, que tem um impacto imperceptível na ocorrência do experimento, que permite que todos os resultados prováveis para o evento sejam compilados.
O experimento foi baseado no próprio Lucien Hardy, que deu o nome ao paradoxo, e em suas técnicas. Eles seguiram o caminho de dois fótons, usando interferômetros (instrumentos que podem ser usados para interferir em cada um dos fótons, mas simultaneamente). Essa experiência é conhecida por produzir resultados contraditórios, que não condizem com nossa concepção de mundo clássica.
Usando o par de fótons e seu sistema de medição fraco, sem interferência, os japoneses estão a um passo mais próximos de entender, de verdade, a realidade quântica.
“Nós acreditamos que esse tipo de demonstração será útil para a meteorologia quântica e para a tecnologia de informação quântica, não só para nossas teorias físicas” afirmam os cientistas. [Science Daily]
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Eis aí um importante avanço para a física quântica e para a humanidade em geral.
Finalmente começaremos a entender a lei da ação e reação aplicada aos pensamentos também, o que vai de encontro às leis espirituais.
As pesquisas sobre entrelecamentos estão considerando a existência da energia escura, formadora do espaço?
Se for considerada a energia escura, os resultados serão compreendidos diferentemente da compreensão atual. Afinal quando Einstein postulou a Teoria da Relatividade ele não assumiu a existência do “eter lumífero” explicado de maneira diferente, porém, com o mesmo sentido (inclusive a Energia escura, também é o mesmo “eter lumifero”, também explicado diferentemente, mas de mesmo sentido)?
Antes de afirmarmos os resultados do entrelaçamento, não teríamos que explicar a Energia Escura. Será que a Física não é capaz de obter tal explicação