
Soliman deitou-se na sua cama reclamando de dores de cabeça na última quarta-feira. Ela foi internada no Hospital John Radcliffe, em Oxford, e teve sua morte cerebral declarada às oito horas da mesma noite. Os médicos descobriram que ela tinha um tumor não diagnosticado no cérebro, que causou um rompimento em um vaso sanguíneo.
Seu marido, Mahmoud, foi avisado pelos médicos de que haveria uma possibilidade de salvar o bebê, caso os aparelhos que faziam o coração de Soliman bater continuassem ligados. Doses de esteróides também foram aplicadas em Soliman, para que os pulmões da criança se desenvolvessem e o parto pudesse ser realizado.
David Phillips, 48 anos, amigo próximo de Soliman, afirmou que Aya – a recém-nascida – foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva e está bem.
Ao se referir a Mahmoud, Phillips disse que “ele deve ter tido o pior e o melhor dia de sua vida, no mesmo espaço de tempo. Desligar os aparelhos de sua mulher e logo depois ver sua filha pela primeira vez é algo que não se pode conceber”. [Telegraph]
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Incrível como a nossa vida é realmente um enigma para todos.
isso é de mais um sofrimento e uma alegria pra esse pai…e coitada não vai ver o filho e vice versa…….triste
Se eu estivesse convivendo de perto com uma situação dessa eu clamaria muito para Deus confortar o pai dessa criança porque infelizmente a sua esposa morreu mais ele tem que encontra forças para criar a sua filha e conviver com isso pro resto da vida.