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Cães prevêem ataques epilépticos e alertam seus donos

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Por em 22.07.2010 as 19:10

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Eddie é um cão de três anos que foi abandonado no Centro de Resgate Sheffield por causa de sua natureza energética que causou muitos problemas para seus donos anteriores. No entanto, é exatamente isso que faz dele perfeito para o seu novo trabalho como um cão de alerta a ataques epilépticos.

A entidade de suporte a cães Sheffield é a única no Reino Unido que treina cães de alerta. Ao contrário dos cães guia para surdos e cegos, a função dos cães de alerta não é apenas ajudar, mas também prever.

Pessoas que sofrem de formas graves de epilepsia podem sofrer convulsões na qual perdem a consciência, caem e podem se machucar seriamente.

Os estudiosos não sabem como os cães podem perceber que uma crise está prestes a ocorrer, mas existem três teorias: na primeira hipótese, pode haver micro expressões que o cão entende que precedem um ataque, ou pode haver um cheiro especial ao qual o cão é sensível e, finalmente, pode ser que o cão senta perturbações no campo elétrico que são causados por um ataque.

Eddie é 100% preciso. Vale a pena destacar que pessoas que têm o cão de alerta às vezes passam a ter menos ataques, com efeitos mais atenuados, graças à segurança que o cachorro proporciona. Pessoas alegaram ficarem mais relaxadas por terem o apoio do cão.

O cachorro da senhora Toni Brown-Griffin, AJ, lambe sua mão esquerda obsessivamente cinqüenta minutos antes de uma crise maior. Quando a crise é menor, ele dá um aviso quinze minutos antes, lambendo a mão esquerda três vezes antes de por a pata nela.

É uma forma de poderem levar uma vida normal com tempo suficiente para ficarem seguros antes de um ataque. [Telegraph]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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3 comentários

  1. Eu fico em pânico quando a minha MILU, uma cadela com 3 anos entra em ataque de epilepsia, amo muito aqiela cadela e ela ama-me também,
    logo quando acaba de ter esse ataque, passa quase todo o tempo atraz de mim.
    Estpou dando diáriamente, meio cumprimido do mais forte que o Sr. Veterinário me acoselhou ” de 12 em 12 horas “, mas que de vez em quando não há volta a dar, dá-lhe um ataque, o nome dos comprimidos se chamam = BIALMINAL 100 mg =.
    Quem me poder dar uma dica de ajuda, ficarei muito grato.
    Sempre ao vosso dispor, carlossimoes.

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  2. Douglas Miranda /

    Vocês podem achar que é brincadeira, mas meu cachorro é epilético. Do nada ele cai, começa a se contorcer e fica todo babado como se tivesse vomitando aos poucos… depois do ataque ele costuma se levantar tremulando como se tivesse passando uma corrente elétrica pelo corpo dele. O que mais me chama a atenção vem depois: ele dispara correndo pra qualquer lado que apontar. Tenho a impressão que ele perde momentaneamente a memória e aos poucos vai voltando a si.

    Minha tia tinha um pato epilético também. Você batia o pé perto dele ou fazia um barulho muito alto, ele apagava. Certo dia o cachorro dele encurralou esse pato num canto e ele morreu de susto (literalmente).

    Eu sei que pode parecer absurdo ou mesmo engraçado o que eu disse, mas é sério. PS: Eu mesmo não acreditaria se me contassem.

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  3. Rosângela /

    Eddie não é maravilhoso? e não é o único “A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.
    “Ela salva a minha vida”, diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. “Ela é minha melhor amiga.”
    Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.” (BBC BRASIL – folha.uol.com.br)
    Como não amar essas incríveis criaturas!
    Excelente artigo Natasha.

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