
Um estudo envolvendo noventa casamentos achou diferenças chaves no sistema imunológico chamado ‘complexo principal de histocompatibilidade’ (CPH). O CPH é uma região genética situado no cromossomo 6 e encontrada nos vertebrados.
O CPH varia de pessoa para pessoa. Os cientistas mostraram que aqueles que tinham o CPH mais divergente tinham uma tendência maior a ficarem juntos do que com o CPH similar. Esta é uma estratégia evolucionária para garantir uma descendência saudável e maior vriedade genética.
A professora Maria da Graça da Universidade Federal do Paraná (UFPR) diz que apesar de parecer tentador acreditar que os humanos escolhem seus parceiros pelas similaridades, a pesquisa mostra que as diferenças é que fazem a reprodução ser saudável. A importância da pesquisa é o papel numa reprodução que garante que as crianças nasçam com um sistema imunológico mais forte para lidar com infecções. Quanto maior a variação de CPH, maior a chance de reconhecer um invasor.
Este padrão de tomar decisões diminui o perigo de escolher parceiros dentre a famÃlia e aumenta a variabilidade genética dos filhos, diz o estudo. Esta variabilidade genética é uma vantagem para a prole.
O efeito do CPH também prova a eficiência do sistema imunológico. Os cientistas acreditam que as descobertas vão ajudar a entender a concepção, fertilidade e fracasso nas gestações. Já é comprovado que casais com CPH similares tiveram maior intervalo entre os filhos. [Telegraph]
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Por favor, corrigir a palavra “envolvendo”
mas se meu DNA é perfeito significa q nig vai gosta d mim ou todos vão gosta d mim?
Interessante, mas hà um erro de escrita: a terceira palavra do segundo parágrafo deveria ser Envolvendo e não Involvendo como está escrito.
As PEQUENAS diferenças genéticas são necessárias apenas para evitar incestos. Na verdade buscamos pessoas o mais parecidas possÃveis, com certa variabilidade genética em relação a nós, mas ainda assim muito parecidas.
O tÃtulo da matéria dá a entender que buscamos alguém COMPLETAMENTE diferente, o que não é o caso.
Luis Fernando,
nem todo dna “perfeito” seria necessariamente igual, apesar de o ser humano ter uma variação muito pequena comparada a outros mamiferos