Controle remoto monitora o cérebro de soldados americanos

Publicado em 21.09.2010

Criada no final dos anos 50 para fazer frente ao avanço tecnológico da União Soviética, durante a Guerra Fria, a agência americana Darpa (“Defense Advanced Research Projects Agency, em inglês) continua buscando inovações tecnológicas para o exército dos Estados Unidos. A novidade da vez é uma espécie de controle remoto para o cérebro dos soldados.

Basicamente, funciona da seguinte forma: na tentativa de melhorar o moral das tropas instaladas no oriente médio, estão desenvolvendo um chip que deve ser colocado dentro do capacete de cada combatente. A função desse aparelho seria identificar o estado mental de cada um dos homens, indicando aqueles que precisem de um eventual tratamento.

O dispositivo vai funcionar através de ultrassom. Os cientistas explicam que não há nenhum prejuízo cerebral com a instalação de controle, na verdade não há influência nenhuma. Aparelhos semelhantes já foram desenvolvidos para tratar outros distúrbios psicológicos, como o Mal de Parkinson e a depressão. A diferença é que o controle da Darpa tem uma potência inédita para investigar as áreas do cérebro das pessoas, já que o ultrassom varre circuitos de neurônios muito profundos. Pequenino, o equipamento cabe dentro de qualquer capacete.

Se obtiver sucesso entre os militares, os cientistas explicam que a mesma tecnologia poderá ser usada para se estudar o cérebro, com mais eficiência e rapidez, entre qualquer paciente. Os pesquisadores parecem anunciar uma nova era, onde exames cerebrais perigosos e complicados podem ser coisa do passado. [Gizmodo]

Autor: Rafael Alves

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