
Durante anos, cientistas usam a energia laser para fazer buracos microscópicos ou como pinças para manusear pequenos pedaços. Guiar células inteiras, no entanto, é mais difÃcil porque os lasers usado para manipulação tendem a prejudicar a estrutura dos organismos vivos.
Aristide Dogariu e colegas na Universidade da Florida Central, em Orlando, nos EUA, desenvolveram um procedimento ótico que não danifica as células, mas afeta seus esqueletos – um conjunto de finos bastões feitos de uma proteÃna abundante chamada actina. Esses bastões de actina estão constantemente crescendo e encolhendo nas células. A direção em que eles crescem mudam as formas da membrana das células e dita para onde a célula se move.
Dogariu e seus colegas usaram a polarização de ondas para criar um campo ao redor das células onde os crescentes bastões de actina se alinham em compasso com o campo magnético da Terra. Esses campos óticos podem ser usados para guiar grandes grupos de células e se moverem para a mesma direção.
A técnica pode ser útil para pesquisas sobre câncer, onde testa a mobilidade das células, ou o seu poder invasivo ou tóxico para a medicina regenerativa. [Science Daily]
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