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Estudo descobre como prosperar na saúde

velhos

Quais são os fatores comuns que permitem saúde excepcional na terceira idade?

Genética e má sorte são certamente alguns fatores de peso na velhice, mas a longevidade para o idoso (que tem uma visão positiva da vida, menores níveis de estresse, consumo moderado de álcool, não fumam, tem renda de moderada a alta e sem problemas crônicos de saúde) a expectativa de vida é maior e elas tem tem mais chance de prosperar na idade avançada, de acordo com um estudo publicado na edição de outubro da revista científica The Journal of Gerontology: Medical Sciences.

Mas problemas de saúde crônicos são difíceis de evitar. Porém existem truques para evitar envelhecer, para enganar a morte ou até rejuvenescer.

No primeiro estudo deste tipo, pesquisadores da Universidade Estadual de Portland entre outras instituições dos EUA e Canadá pesquisaram quase 2,5 mil canadenses sobre a sua qualidade de vida. Os poucos que mantiveram excelente saúde ao longo de uma década foram considerados “prósperos”.

Fatores que previam a “propriedade” eram a ausência de doença crônica, renda acima de U$ 30 mil, nunca haver fumado e beber álcool moderadamente. Pessoas que tinham uma visão positiva e baixos níveis de estresse também tinham mais chance de prosperar na velhice.

ALEGRE-SE

Muitos destes fatores podem ser modificados em idade jovem ou na meia-idade e apesar dos resultados parecerem simples “bom senso”, agora há evidências sobre quais fatos contribuem para uma saúde excepcional durante os anos de aposentadoria.

Os participantes do estudo preencheram uma pesquisa extensa a cada dois anos desde 1994 até 2004. Um dos questionários pedia que medissem suas habilidades em categorias que incluíam visão, audição, fala, mobilidade, destreza, emoção, cognição e dor. Os “prósperos” foram considerados aqueles que não tinham deficiência ou apenas deficiências leves em todas as oito categorias, ao menos em cinco das seis pesquisas.

Se houvesse deficiência moderada ou severa no idoso em qualquer uma das seis pesquisas eles eram classificados como “não-prósperos”. Apenas pouco mais da metade (50,8%) iniciaram o estudo como “prósperos”, mas ao longo de dez anos apenas 5% foram considerados assim. No final do estudo 47% foram considerados “não-prósperos”, a taxa de mortalidade foi de 36% e 9% haviam sido institucionalizados.

Um co-autor do estudo disse que apesar do estudo haver sido realizado no Canadá ele também é aplicável a outros países industrializados. Isso significa que pode refletir na mortalidade no Brasil.

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