
O telescópio detecta emissões extremamente energéticas de raios gama que estão a até 13 bilhões de anos-luz de distância. Ele foi construÃdo em uma colaboração de cinco nações e foi colocado em órbita por um foguete da NASA, em junho deste ano.
O cubo de 4m é alimentado por painéis solares e utiliza a metade da energia elétrica de um secador de cabelo para funcionar. Ele permitirá que observemos fenômenos que ainda estão apenas no campo teórico como a matéria escura e a energia escura, um tipo de matéria exótica, que os cientistas pensam que são responsáveis por 95% de toda a massa das galáxias e nunca foi observada diretamente.

O telescópio pode observar em detalhes os centros galácticos ativos que são buracos negros supermassivos que mantém toda a matéria da galáxia junta
Será possÃvel também detectar o nascimento de um buraco negro ao observar o “grito” que uma partÃcula pode emitir ao fazer a curva quando é ser puxada pela sua imensa gravidade, segundo Eduardo Couto Silva, brasileiro que participa do projeto.
Outros fenômenos que o GLAST estará observando:
- Núcleos de galáxias com buracos negros supermassivos
- Pulsares, que são objetos extremamente energéticos que ficam nos confins do universo
- Remanescentes de supernovas. As nuvens de poeira cósmica superaquecida deixadas por estas gigantescas explosões
- Explosões na superfÃcie do sol
- Hypernovas; estrelas explosivas com mais de 40 vezes o tamanho do nosso sol
- Estrelas de nêutron binárias
- Mapas de emissão de raios gama
- Simulação de mapas espaciais
Mais artigos sobre: Telescópio
Deixe a sua opinião
Vai nos elogiar?
Então aproveite e assine agora nosso boletim diário?:
ATENÇÃO: NÃO COMENTE ANTES DE LER O ARTIGO ACIMA NA ÍNTEGRA. Procure que seu comentário seja colaborador. Comentários pouco educados, irrelevantes, com grafia muito pobre, ofensivos, injusta ou exageradamente críticos serão deletados antes mesmo de aparecerem aqui.

Compartilhe
Siga nosso Twitter
