
Esses pesquisadores desenvolveram chips “do sexo”, para serem implantados no cérebro e na cintura. E, durante os últimos três meses, os experimentos vêm levantando uma série de questões.
Depois de ter implantado um desses chips em uma voluntária, e ter percebido que o implante realmente aumentou o desejo sexual da mulher, o cientista de Oxford, Morten Kringelbach, começou a pesquisar o córtex frontal do cérebro – responsável pelo prazer que as pessoas sentem quando se alimentam ou quando fazem sexo. Ele descobriu que, se a região for estimulada, pode ajudar pessoas que sofrem de “anhedonia”, incapacidade de sentir prazer em atividades que, normalmente, causariam uma sensação boa.
A comunidade científica espera que o invento de Kringelbach esteja disponível em dez anos.
No entanto, o implante não é tão simples. O uso do chip no cérebro só é possível quando um cabo é conectado, também, a um marca passo no coração. A “instalação” do aparelho é extremamente invasiva, mas pesquisadores esperam que, no futuro, essa tecnologia sirva de base para a invenção de métodos mais práticos – incluindo um controle manual.
A psicóloga de Oxford, Belinda Overstreet, acredita que o chip pode ter inúmeros benefícios terapêuticos. “Isso se o parceiro da pessoa que for submetida ao uso do chip estiver consciente do que vai fazer e o assunto for discutido. Afinal, existe a possibilidade do abuso através do chip”, declara.
O chip também “apareceu” nos Estados Unidos, na Carolina do Norte, mas por acidente. O Dr. Stuart Meloy vem desenvolvendo um chip, batizado de “Orgasmatron”. De acordo com o médico, a descoberta aconteceu quando ele, acidentalmente, colocou eletrodos em um lugar determinado da espinha de uma paciente – e ela, instantaneamente, teve um orgasmo.
Depois do acontecido, Meloy começou a estudar o efeito dos eletrodos nas espinhas de suas pacientes. O aparelho fez sucesso: 10 das 11 voluntárias tiveram orgasmo. Algumas delas, nunca haviam experimentado a sensação. Mas, depois que tiveram o aparelho removido, elas voltaram a ficar sem “seu momento de alegria”.
Para alguns, nem tudo é maravilha para o uso do chip – se basta apenas “apertar um botão” para sentir prazer, parte da conexão com o parceiro é perdida.
No entanto, para Belinda Overstreet, se o aparelho for usado de forma correta, com conversas com o parceiro, ele só poderia ser benéfico e terapêutico.
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5 Comentários »
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Daqui a pouco homem vai estar em segundo plano dessa maneira! haeuhaeuhaeaeuhuseahe!!!
Elas terão orgasmos instantâneos, filhos sem precisar da gente… vai saber oque nos espera!
nteressante lembrei até do clipe satisfaction… Mecanização+sex…
Da qui a uns dias o sexo var ser feito por capacete que nem o filme do demolidor!!!
kkk
Faço minhas as palavras do Thiago…
Algo me diz que no futuro a vida vai ficar muito sem graça.
Que interessante! Vou providenciar uns cabos de força e deixar do lado da cama.