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A injeção bloqueia, durante um certo período de tempo, a produção de esperma e, de acordo com os especialistas, pode revolucionar o controle de natalidade.
Em testes realizados na China, apenas um homem entre cem, que tomaram a injeção, engravidou uma moça enquanto estava sendo analisado o composto. Seis meses depois de parar de tomar as injeções, o esperma dos voluntários voltou ao normal.
Conselheiros de planejamento familiar gostaram da novidade e acrescentaram que o uso de um contraceptivo masculino irá aumentar a carga de responsabilidade deles nesse campo – antes, a maior parte da responsabilidade era da mulher.
No entanto, mais testes precisam ser feitos para que a eficácia e a segurança do uso da injeção sejam comprovadas.
Tentativas anteriores de desenvolver um anticoncepcional masculino apresentaram efeitos colaterais, como diminuição do desejo sexual e variações bruscas no humor.
Mesmo que a injeção não apresentasse efeitos colaterais sérios, mais de um terço dos voluntários desistiu de participar do programa de testes e nenhuma razão foi dada para isso.
O coordenador da pesquisa, o médico Yi-Qun Gu, declara que para casais que não queriam usar contraceptivos femininos, ou não podiam, as opções de “proteção” eram limitadas – camisinha, vasectomia e coito interrompido.
“Nosso estudo mostra que um contraceptivo masculino é uma alternativa possível” diz o médico. [BBC]
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É muito revoltante ver pesquisas desse gênero sendo desenvolvidas lá fora. Digo revoltante pois o primeiro laboratório a desenvolver pesquisas neste ambito foi o Hebron, uma farmaceutica de Caruaru, derivaram no gossipol, uma substância natural extraída da semente do algodão, que desativa uma enzima responsável pelo amadurecimento dos espermatozóides, denominada de NOFERTIL, um anticoncepcional masculino não hormonal, que até onde as pesquisas divulgadas foram não resultava em efeito colateral negativo. Pois bem, dito isso eu pergunto – O que aconteceu então?
A resposta está estampada na Anvisa acredito eu, que assim como medicamentos revolucionários como o Provigil, que nao apresentam efeitos colaterais relatados, foram proibidos subtamente no Brasil.
Assim pesquisas no meio do caminho podem ser vendidas a laboratórios estrangeiros, aperfeiçoadas e revendidas para o Brasil, a exemplo do que acontece desde a época de cabral.
Em e-mail enviado a Hebron, conforme encontrei em um fórum:
“Ficamos felizes em constatar que se interessou pelo nosso produto Nofertil. Mas, esclarecemos que o desenvolviment o do mesmo foi interrompido, não chegando a ser comercializado nem fabricado. Infelizmente pesquisa tem dessas coisas, no caso específico do Nofertil os malefícios foram maiores que os benefícios.
Muito obrigada pelo contato, estamos disponíveis para qualquer esclarecimento .
Magaly Lyra
SAC-HEBRON
Achei esse artigo:
http://www.radiobras.gov.br/ct/1999/materia_080199_3.htm
Vasectomia funciona muito melhor. Eu fiz e não me arrependo.
Cesar, nem todo mundo quer uma solução definitiva e cirúrgica como a vasectomia.
Gostaria de saber se o anticoncepcional masculino já e comercializado no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro, onde e quanto custa em média?
Fico grata por quaisquer informações.