Iodo radioativo do desastre japonês é encontrado na Rússia

Publicado em 31.03.2011

Segundo relatos, traços de iodo radioativo da usina nuclear do Japão foram detectados no Extremo Oriente da Rússia, mas não representavam nenhuma ameaça à saúde. Testes do ar na região de Primorye, feitos entre sábado e terça-feira, encontraram os vestígios de iodo-131.

Vladivostok, uma cidade de 600.000 habitantes, está localizada em frente ao mar do Japão, cerca de 800 km a noroeste da usina Fukushima Daiichi.

Após o terremoto de magnitude 9, seguido de tsnunami no Japão em 11 de março, os moradores preocupados do Extremo Oriente da Rússia tomaram pílulas de iodo para proteger a glândula tireóide, e criaram uma série de sites e fóruns para monitorar a radiação.

Porém, os níveis de radiação detectados na região de Primorye são 100 vezes menores do que o nível aceitável e, portanto, não representam perigo às pessoas. A concentração varia entre 7 e 16 microroentgens por hora, o que está dentro da faixa normal; segundo autoridades russas, até 30 microroentgens por hora é considerado seguro.

A porta-voz do Serviço Meteorológico russo, Varvara Koridze, disse que os padrões de vento desde o desastre significam que o iodo-131 detectado na região foi para o leste, e em seguida se espalha ao redor do mundo. Como o vento soprou de oeste para leste, as massas de ar se moveram através dos Estados Unidos e Europa.

Traços de iodo-131, também abaixo dos níveis de preocupação para a saúde humana, chegaram a outras áreas como a Islândia, Canadá e vários estados dos EUA. [Reuters]

Autor: Natasha Romanzoti

tem 24 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

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2 Comentários

  1. O básico, câncer na tireóide por que o iodo q nós absorvemos é usado pela tiróide.

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