
O estudo descobriu que regular as emoções – em outras palavras, reduzir sentimentos negativos e inibir pensamentos indesejáveis – é algo que impede que pessoas mais jovens se concentrem. Já os mais velhos fazem isso com facilidade.
“Somos os primeiros a demonstrar que o controle de emoções varia de acordo com a idade” diz Fredda Blanchard-Fields, professora da Universidade Tecnológica da Geórgia.
A pesquisa, que incluiu 72 pessoas que têm entre 20 e 30 anos e 72 pessoas com idades entre 60 a 75 anos foi conduzido por Blanchard-Fields. Para a investigação, três quartos dos participantes assistiram um vídeo de uma mulher comendo coisas nojentas por dinheiro. O vídeo tinha como objetivo produzir asco nos voluntários.
O resto dos participantes assistiu um vídeo que mostrava dois homens falando do vestido de uma mulher e tomando cerveja. Esse não deveria provocar emoções.
Depois de assistir seu vídeo, cada participante jogou um jogo de memória em um computador. Um número de zero a nove aparecia na tela e o participante tinha que determinar se esse número era igual ao que aparecera dois números antes. No total eram 22 desafios desse tipo, antes que a tarefa fosse concluída – e o computador produzia o score.
O resultado foi que os participantes expostos aos filme “nojento” se deram melhor no teste do que o resto – e os mais velhos que assistiram esse filme, foram melhor do que os mais novos.
Os próximos estudos pretendem analisar como os adultos mais velhos atingem as mesmas emoções sem tanto esforço cognitivo. [Science Daily]
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Embora os cérebros imaturos ou emocionais, funcionem mais por emoções, instintos e necessidades imediatas, do que por lógica ou raciocínios abstratos, e ainda teriam a tendência de fantasiar, simplificar ou mesmo distorcer os fatos, de acordo com suas emoções, desejos, necessidades, expectativas e suas capacidades intelectuais, já que os cérebros infantis teriam dificuldade de processar de maneira imparcial os pensamentos abstratos ou que lhes sejam desfavoráveis.
Em alguns casos, a rebeldia do adolescente, também poderia ser uma tentativa de lidar com a realidade de uma maneira diferente, econômica ou rápida; de romper com algum costume obsoleto, por os valores a prova, rejeitar velhas relações de dependência ou um período de amadurecimento emocional.
Pois ao mudar sua ação, produzir utilizando a própria natureza, dar uma resposta nova a um antigo desafio, se comportar de forma diferente, criar algo novo ou mudar um comportamento que vinha se repetindo, o “indivíduo rebelde”, poderia estar tentando construindo uma nova história.
Não se podegeneralizar, afinal, nada é uma surpresa pois QUASE tudo é possível.
Conheços algumas pessoas que conseguem mudar de humor por vontade própria (não conseguem ficar com raiva, mas fazem ela passar), até eu mesmo consigo mudar de humor facilmente ou segurar minha raiva sem me desconcentrar ¬¬ ou então eu ganhei muita experiência em pouco tempo sahushaushaushasa