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La Nada: o fenômeno La Niña pode estar desaparecendo

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Por em 30.06.2011 as 16:47

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O fenômeno La Niña sempre apareceu como um dos principais culpados pelas condições climáticas atuais, as sem pé nem cabeça, mas agora essa visão pode se inverter. Um dos temores atuais dos cientistas da NASA é o “La Nada”: o desaparecimento do La Niña.

Os Estados Unidos já estão sendo diretamente atingidos por isso. Este ano, os americanos sofreram com nevadas em proporções maiores do que o comum, tornados cruéis e inundações. E o La Niña (ou a falta dele) tem grande influência nisso.

Em dezembro do ano passado, o La Niña ainda dava suas caras. Já em janeiro, ele diminuiu de intensidade, e os resultados não foram nada positivos. No inverno americano de 2010, aconteceu a situação que todos os meteorologistas conhecem: o La Niña empurrou o ar frio do Ártico para longe dos Estados Unidos.

Este ano, com o enfraquecimento do La Niña, o forte jato de ar frio não foi contido. A corrente polar circulou livremente em torno dos Estados Unidos, ocasionando tempestades de neve incomuns.

O fenômeno La Niña nunca foi previsível, já que nunca ocorre todos os anos da mesma forma. Alguns pesquisadores afirmam que não deve se esperar pelo pior, e que a próxima temporada de tornados nos Estados Unidos será mais suave, com o reaparecimento do La Niña. Mas como o La Nada permanece, muitos não são tão otimistas assim.

O encontro das correntes de ar quente e úmido do Golfo do México com as correntes de ar frio do oeste foi mais forte do que o comum este ano. Juntas, elas geraram tempestades intensas que ocasionaram furacões que abalaram os Estados Unidos.

Um monstruoso tornado que atingiu o estado de Missouri matou mais de 150 pessoas, e foi o quinto mais mortífero já registrado. Esses catastróficos fenômenos lembram os do século passado, já que os Estados Unidos não tinham um ano tão problemático assim em questões climáticas desde 1927.

Tudo isso seria consequência do La Niña? É possível que sim. Tanto o La Niña quanto o El Niño afetam o equilíbrio da atmosfera, e são determinantes na formação das tempestades tropicais. Essas tempestades influenciam a escala das correntes de ar que fluem através dos EUA.

Outro fator importante a ser lembrado é que o La Niña pode ser parte do problema, mas o aquecimento global também deve ser levado em consideração – já que tem consequências diretas no clima de todo o planeta.[OurAmazingPlanet]

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, tem 19 anos e adora um café e um bom livro. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.

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6 comentários

  1. tiago /

    o la nina terminou e tem alguns site que esta dizendo que apossibilidade do fenomeno la nina volta no fim do ano mas esta parecendo mesmo eque acompanho umas imagem e esto vendo que esta asfriando novamento no leste da america do sul e como se tivessi alguma coisa empurrando as aguas frias para o equador todos os dias resfria um pouco acho q eo la nina que deve volta no fim do ano

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  2. vicente /

    nao afetando o brasil pouco me importa os outros paises

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  3. Gabriel /

    HAha tenho prova de recuperação de geografia amanha (sábado) e um dos conteúdo e este hahahaha sera que tiro zero se escrever “la nada” hahaha muito boa a matéria só prova ainda mais que o mundo ta em constante mudança e que nos devemos se adaptar a ele.

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  4. Prego Mestre /

    feito de yankee para yankee, não para o “resto do mundo”.

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  5. Paula Tejando /

    Meio confuso esse texto.

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  6. Caramba, um fenômeno que afetou o clima a tanto tempo hein.

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