As 10 ilusões sonoras mais incríveis do mundo

Nestas ilusões a sua mente é levada a perceber que você está ouvindo algo que, em realidade, não está lá.
Para que você tire o máximo destes sons você deve ter fones de ouvidos estéreo e caixas estéreo também. A não ser que seja informado previamente (antes de cada arquivo de áudio) você deverá ouvi-los com as caixas de som.
Caixas de som de notebook não são adequadas para a maioria destas ilusões.
10. Ilusão de escala
Esta ilusão foi descoberta por Diana Deutsch e é um exemplo de como o nosso cérebro “agrupa” notas similares como um único som. Duas grandes escalas são tocadas: uma ascendente e outra descendente. No entanto, as notas se alternam de ouvido para ouvido. Por exemplo, o ouvido direito ouve a primeira nota da escala e em seguida a segunda nota da outra escala.
Nota: Ouça com os fones de ouvido estéreo, ou com as caixas de som um tanto afastadas.
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Há diversas maneiras em que as pessoas percebem estes sons, mas o mais comum é agrupar as notas agudas e as graves juntas. Ao invés de as duas escalas as pessoas ouvem uma melodia descendente e re-ascendente em um ouvido e uma melodia ascendente e descendente no outro. Em outras palavras o cérebro designa algumas das notas para uma orelha diferente para poder criar uma melodia coerente. Pessoas destras tendem a ouvir a melodia aguda no ouvido direito e a grave no esquerdo, enquanto os canhotos mostram respostas mais diversas. Comente como você ouviu. Você pode ler mais detalhes sobre esta ilusão aqui (em inglês).
9. Melodias fantasma
Algumas obras musicais consistem em rápidos arpejos ou outros padrões em repetição que mudam apenas sutilmente. Se elas são reproduzidas rápido o suficiente o cérebro capta as notas que mudam ocasionalmente e as agrupam inconscientemente para formar uma melodia. Esta mesma melodia desaparece se a música é tocada mais lentamente.
Compare estas gravações de Christian Sinding chamadas de Frühlingsrauschen (Flarfalhar da primavera). Na de alta velocidade as notas que mudam prolongam-se em nossa percepção tempo suficiente para serem ligadas em uma melodia, mas a velocidades mais baixas elas estão muito distantes.
















8. O paradoxo de Shepherd








Esta é uma gravação dos tons ascendentes de Shepherd sintetizados por Jean-Claude Risser. Pares de acordes soam como se estivessem avançando na escala, mas em realidade o par inicial de acordes é o mesmo que o par final. Se você toca o arquivo em modo de repetição sem olhar para a tela será impossível descobrir quando o arquivo termina ou começa e a melodia parece ficar eternamente mais aguda.
7. Sinos caindo
Essa é a gravação de um paradoxo onde sinos soam como se estivessem caindo no espaço. Enquanto eles caem a altura do áudio parece ir ficando mais grave, mas em realidade esta ficando mais aguda. Se você colocar no modo de repetir perceberá claramente a altura ficar mais grave quando o arquivo começar a tocar novamente. Isso revela que a altura do inicio é obviamente mais grave do que a do fim.








6. Batida mais veloz








Essa gravação é sutil. Uma batida de bateria soa como se seu ritmo estivesse ficando mais veloz, mas o ritmo inicial é o mesmo do ritmo final. Ouça com atenção.
5. Barbeiro virtual
Essa é uma demonstração do efeito estéreo. Ao ouvi-la você realmente sente-se na cadeira do barbeiro, com o homem se movendo ao seu redor, abrindo e fechando a tesoura por todo o seu cabelo. Quando o barbeiro se “move” para a sua direita o volume aumenta sutilmente no fone da direita e diminui do da esquerda. Aumentar gradativamente o volume da tesoura em uma orelha faz parecer que ela está cada vez mais perto. A ilusão demonstra nossa habilidade de localizar coisas no espaço através do som; ao comparar a chegada do som nos dois ouvidos nós podemos deduzir de onde o som se origina.
Nota: Ouça com os fones de ouvido estéreo.








