As mulheres mandam em casa
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Uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center, nos EUA, descobriu que entre 43% dos casais a mulher toma mais decisões no domínio do lar do que os homens. Em contraste, os homens tomam mais decisões em um a cada quatro casais. E apenas 30% dos casais tomam as decisões em conjunto.
Os resultados apóiam uma pesquisa publicada no ano passado que descobriu que as mulheres têm mais poder em casa do que seus maridos. A pesquisa anterior teve como base vídeos de casais ao invés de questionários sobre as decisões, como no caso do novo estudo.
A pesquisa questionou 1.260 indivíduos que eram casados ou viviam juntos. Os voluntários indicaram se seus parceiros tinham a palavra final em certas áreas de decisão. Estas áreas incluíam a escolha compartilhada em atividades do fim de semana, comprar coisas caras para a casa, decidir o que assistir na televisão e gerenciando as finanças da casa.
45% das mulheres são responsáveis pelas finanças do lar e 23% dos homens são responsáveis por esta tarefa.
O controle remoto parece ser controlado de maneira equilibrada com 27% dos casais deixando a mulher decidir o que é assistido contra 26% dos homens. Um quarto decide junto o que assistir.
Uma exceção interessante foi observada em homens e mulheres com 65 anos ou mais; eles tinham o dobro de chance de afirmar que as decisões são tomadas de maneira igualitária. [LiveScience]
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Esse tipo de pesquisa não tem confiabilidade estatística. A única forma de se obter dados fidedignos sobre a intimidade das pessoas é com câmeras vigiando seu dia-a-dia. Em qualquer ambiente social (fora do domínio do lar) os comportamentos são tendenciosos.
Isso acontece porque vivemos uma mundança de paradigma, com as mulheres tendendo a adquirir poderes e privilégios que antes não tinham. Um casal moderno e bem situado socialmente é aquele em que a mulher assume publicamente uma postura que denote esse poder e emancipação. De forma oposta, o homem, para parecer moderno, tende a ser complascente e até mesmo submisso diante de demonstrações públicas de autoridade e domínio da mulher.
Lembro de ter lido anteriormente a notícia sobre essa pesquisa em que se relatava a forma como foi elaborada a entrevista. O “erro” grosseiro foi colocar a mulher e o homem lado a lado. Era mais que previsível que a mulher nessa situação iria assumir uma postura autoritária para se auto-afirmar. A falha foi tão grosseira que o próprio relato jornalistico da pesquisa deixou transparecer o comportamento tendencioso de homens e mulheres, exatamente nas bases como descrevi acima.
Os fatos reais todos nós sabemos, pois é sobre nossas vidas: quando o casal é bem resolvido, mulheres e homens mandam naquilo que têm autoridade. Aliás, eles não mandam, eles exercem uma autoridade natural: mulheres com os filhos, compras para casa, eventos sociais, homens com finanças, compras vultosas, assuntos de mais impacto financeiro e que exigem mais objetividade. Assim é que é, o resto é ideologia.
Ironia terem usado o cartas da “Rosie the Riveter”, ou “Rosinha, a rebitadeira”, um cartaz usado na segunda guerra mundial para estimular as mulheres a entrarem na indústria (os homens todos tinham empregos ou estavam no front, e as indústrias bélicas precisavam de mais trabalhadores).
A pesquisa é interesante, mas peca por ter sido feita apenas em um único país, por sinal, dos mais desenvolvidos, onde as mulheres já assume algum protagonismo. Deve reter-se, porém, que em países da África, Ásia e Améerica Latina essa prática ainda não existe. Apesar dos apelos da organizações femininas e das mais recentes leis sobre igualdade entre homens e mulheres, a prática mostra que os homens contiuam a ser dominantes.
Naturalmente que nos dias de hoje os próprios homens fazem esforço por conferir à mulher um espaço mais privilegiado tanto do lado doméstico assim como do lado profissional.
A disposição da mulher não pode ser comparada com a idiotice das que se “vendem” como caricaturas de “machos”, como aquela “mocinha” dos Estados Unidos que é uma pitybull de baton, que seria o caso de ser encaminhada para um canil, e não ser “capacitada” pelos “mandantes” para tratar da vida de muita e muita gente.
Aqui no Brasil mulheres como Salete Lemos, Roseana, Rita Camata, seriam boas e autênticas líderes, e não fantoches continuístas.
Penso em ver uma mulher com categoria para dar um pouco de jeito na casa de mãe joana em que estamos.
Assim como na década de 80 caíram muitos muros e barreiras, agora precisamos levantarmos para deter a continuação da Ditatura Transparente.
A relação do povo com o PT/Lula é como a de mulher espancada por um companheiro viciado; não sabemos como dizer a ela para abandoná-lo, pois é uma decisão que depende do esmaecimento da ilusão dela, até que veja essa situação acabar sem-saída, ao ver-se dentro de um túnel de desgosto profundo, sentindo uma traição de postura de convivência. O quadro é mais dramático quando a mulher vê o que levou sua vida ao estado em que chegou; quando nota que o que “abençoava” o vício dele, também tirava-lhe todo o dinheiro de sobrevivência de seus filhos, castrava seus sonhos, e lhes trazia um viver de submissão e escravidão; a peste que se punha enganosa dependurada, disfarçada como “do bem” com olhos fitos no seu leito, na sua mesa, na criação de seus filhos, e na energia de alegria de sua vida.
Estamos num momento de comoção social e viraremos uma página com muito sofrimento, mas nos desvencilharemos de muitos enganos que nos enfiaram num descambo que massacrou nossa Sociedade por tantos séculos.
Assegura-se-nos a Natureza a fibra de nossa espécie e o vigor de nossa sobrevivência, e a reflexão que nos acode, como honra e legado deixado pelas dificuldades e coragem de nossos pais. Vamos cantar sim, mas não serão cantilenas de patéticos esperando destruição de nosso Mundo, serão sim canções de vida pela esperança de nossa seiva humana que vencerá a parasita mentira que nos cegou arrastando-nos com sua enganação.
Haddammann Veron Sinn-Klyss