Não saber afastar os arrependimentos pode causar problemas de saúde

Publicado em 6.04.2011

Difícil existir alguém que não se arrependa de nada que já tenha feito na vida. E para superar esse sentimento, afirma um novo estudo, você deve comparar-se a outros que estão em pior situação – ao invés de observar pessoas em posições mais invejáveis.

A pesquisa analisou a forma como os adultos e jovens lidam com os arrependimentos da vida. Um mecanismo comum de enfrentamento é através de comparações sociais, o que, segundo os pesquisadores, pode ser tanto bom quanto ruim, dependendo se as pessoas acham que podem desfazer seus pesares ou não.

O estudo incluiu 104 adultos de várias idades, que completaram um questionário sobre seus maiores arrependimentos (eles variavam de “não passar muito tempo com a família” até “ter casado com a pessoa errada”).

Em seguida, os pesquisadores pediram que os participantes classificassem a gravidade de seu próprio arrependimento em comparação com os arrependimentos de outras pessoas de sua idade.

Geralmente, se as pessoas se comparam aos que estão em situação pior, eles se sentem melhor. Mas, se se comparam a pessoas em melhor situação, isso os faz se sentirem pior.

Mais do que isso: além do efeito psicológico, existe um efeito físico. Os participantes que fizeram comparações sociais com pessoas em pior situação relataram ter menos sintomas de resfriado.

Os pesquisadores explicam que o estresse emocional do arrependimento pode desencadear uma desregulação biológica dos hormônios e do sistema imunológico, o que torna as pessoas mais vulneráveis a desenvolver problemas de saúde clínicos.

Em geral, a comparação social “para baixo” teve um efeito positivo sobre o bem-estar emocional e físico das pessoas.

Ao contrário dos resultados de estudos anteriores sobre o mesmo tema, na pesquisa atual a idade não determinou o grau de eficácia do “perdão” pelos arrependimentos. A eficácia dos mecanismos de sobrevivência dependia mais da habilidade percebida de um indivíduo para mudar o seu arrependimento do que de sua idade.

Segundo os cientistas, seguir em frente e ser capaz de manter um bem-estar emocional depende muito da oportunidade de um indivíduo de corrigir a causa de seus arrependimentos. [ScienceDaily]

Autor: Natasha Romanzoti

tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

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2 Comentários

  1. temos que nos levar um pouco menos à sério e saber nos perdoar, se arrepender profundamente, não repetir o erro e seguir em frente, pensamento positivo!! Ótimo artigo! Sempre acompanho todos!

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  2. Muita linda e inteligente mais teve mal influencia com certeza de seu Pai, torce pro corinthians, tenho certe3za que hoje por sua decisão jamais se tornaria corinthiana não tem esse perfil tem mais cara de Fluminence uma torcidas da paz contra a violencia e desordem,mais fazer o que so lamentar.

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