Nova tecnologia permite que robôs aprendam com a experiência

Publicado em 8.08.2011

Um robô equipado com uma rede neural rudimentar, parecida com o cérebro humano, é capaz de lidar com novas tarefas ao relembrar suas experiências e conhecimentos passados, pensando e agindo por si mesmo.

A descoberta demonstra a capacidade evolutiva de robôs de se adaptarem a ambientes em permanente mudança. “Até agora, os robôs, incluindo robôs industriais, só eram capazes de fazer tarefas específicas com rapidez e precisão. Se o ambiente mudava um pouco, os robôs não conseguiam mudar”, afirma Osamu Hasegawa, professor do Instituto de Tecnologia de Tóquio, que está desenvolvendo o novo robô.

No vídeo abaixo, o robô usa sua inteligência artificial para servir um copo de “água” (representado por miçangas, já que água e eletrônica não se misturam tão bem) e, em seguida, é pedido que ele torne a água fria.

O que fazer? O robô espia o “cubo de gelo” em uma bandeja nas proximidades, e decide largar a garrafa que serve a água para que possa pegar o cubo de gelo e colocá-lo no vidro.

Esse novo robô é semelhante ao Bakerbot, um robô de tecnologia recente que é capaz de fazer e assar um bolo quase do zero, usando um código que lhe permite determinar onde os ingredientes estão, misturá-los e colocá-los no forno.

A equipe de Hasegawa desenvolveu um algoritmo chamado Self Organizing Incremental Neural Network (rede neural incremental auto-organizada, tradução livre), ou SOINN, para “ser” o pensamento do robô.

A rede obtém informações auditivas, visuais e sensores táteis do robô. Além disso, faz o que as pessoas fazem nos dias de hoje: fica online e conversa com outros robôs.

Por exemplo, digamos que um robô no Japão é convidado a fazer uma xícara de chá. Ele não sabe como, por isso fica online e aprende a partir de um robô em Londres como fazer uma xícara de chá perfeitamente.

Só que, como ele está no Japão, o robô sabe que o chá inglês é um pouco diferente. Com base na sua experiência passada, o robô é capaz de transferir esse conhecimento para sua situação imediata, e fazer um chá verde usando um bule de chá japonês.[MSN]

Autor: Natasha Romanzoti

tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

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7 Comentários

  1. amo ver robos eu tenho o zaringuim sei la mais eu chamoele de australopiteco

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  2. Essa tecnologia é muito velha, não nasceu agora com esse robô. E além do mais, ele não aprende nada novo, apenas executa tarefas previamente “treinadas”

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  3. agr sim eles vao dominar o mundo cara eu fico com medo disso so de falar no cleverbot da medo mesmo ele sendo idiota

    Thumb up 9

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