Pentágono pesquisa implante cerebral

Publicado em 10.05.2010

Não se preocupe, não é o tipo de pesquisa que veríamos cientistas nazistas fazendo – ou, pelo menos, esperamos que não seja. O Pentágono investiu 15 milhões de dólares em instituições científicas que pesquisariam um novo tipo de implante, que poderia reverter danos cerebrais, substituindo as partes comprometidas do órgão.

Os implantes não serão retirados de doadores, mas sim feitos de eletrodos e fibras ópticas que seriam colocadas na superfície do cérebro. Essa “instalação” leria os sinais elétricos dos neurônios e transmitiria pulsos de energia que estimulariam outras regiões do cérebro para gerar uma resposta.

Mas, se substituímos parte do cérebro de uma pessoa por uma espécie de instalação de fibras ópticas , será que a pessoa conseguiria pensar da mesma forma? E, mais, se o cérebro é onde nossas informações pessoais e nossa identidade estão armazenadas, como saber se seríamos a mesma pessoa depois de um implante desses. A questão do implante não é apenas tecnológica é, também, ética e filosófica.

De acordo com a divulgação do Pentágono, os testes em animais começarão daqui a quatro anos. [Gizmodo]

Autor: Luciana Galastri

é jornalista. Viciada em livros, lê desde publicações sobre física a romances de menininha do estilo "Crepúsculo". Toca piano desde os oito anos de idade e seu estilo de música preferido é o metal.

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22 Comentários

  1. Está certo então César, então você é da sociedade que prefere viver em um país em que a população já é de 193. Milhões de habitantes segundo dados do IBGE, em que o transporte público é um caos e onde o número de prédios aumenta cada vez mais devido ao crescimento da população e isso tudo é graças a tecnologia.Daqui a pouco o governo vai ter que implantar uma lei em que uma família só vai poder ter uma qtd x de filhos devido a esse crescimento ou se não inventar um vírus de uma gripe ou outra coisa qualquer para dizimar um pouco da população. O homem está deixando as coisas naturais da natureza e se voltando para tecnologia, irá chegar um dia em que a natureza irá responder contra o homem colocando o mesmo em extinção atravéz de abalos sísmico, terremotos, enchentes, novas doenças que estão se evoluindo a cada década e tudo isso graças ao homem e a ciência tecnológica. A emissão excessiva de poluentes tem provocado sérios danos à saúde como problemas respiratórios (Bronquite crônica e asma), alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso ou em órgãos vitais e até câncer. Esses distúrbios agravam-se pela ausência de ventos e no inverno com o fenômeno da inversão térmica (ocorre quando uma camada de ar frio forma uma parede na atmosfera que impede a passagem do ar quente e a dispersão dos poluentes). Morreram em decorrência desse fenômeno cerca de 4.000 pessoas em Londres no ano de 1952.E qual será os dados de hoje então?
    Os danos não se restringem à espécie humana. Toda a natureza é afetada. As toxidezes do ar ocasionam a destruição de florestas, fortes chuvas que provocam a erosão do solo e o entupimento dos rios.
    No Brasil, dois exemplos de cidades totalmente poluídas são Cubatão e São Paulo.
    Os principais impactos ao meio ambiente são a redução da camada de ozônio, o efeito estufa e a precipitação de chuva ácida. Se isso é qualidade de vida meu amigo, então o mais útil hoje e feliz é a morte.

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  2. Vagner, que filósofo burro…

    Viver no passado significa colheitas menos fartas e mais fome, significa indústrias mais poluentes, menos eficientes e escassez de produtos, significa mais doenças, mais filhos mortos antes da idade adulta, mais mães morrendo no parto, e mais gente morrendo até os 40 anos, significa ausência de saneamento básico, alimentos contaminados, cólera, tifo, malária, tuberculose, pneumonia, e mais um monte de males, além de jornada de trabalho de 12 horas ou até mais, desde tenra idade (a partir de 10 anos).

    Não sei onde é que se basearam para dizer que no passado haviam mais possibilidades de viver bem…

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  3. Bom dia pessoal!!
    Certo filósofo certa vez disse que se fosse possível viver como era no passado certamente teriámos mais possibilidades de viver bem, de certo ponto eu até concordo com isso, pois a ciência em vez de ajudar a forma de vida está destruindo o que está restanto de bom!!
    Abraço!!

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    • Pois é, por isso eu sempre digo que filosofo qualquer idiota é.

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  4. Desculpa mas achei os dois últimos comentários machistas,não sei se vocês sabem mas nem todas as mulheres usam cosméticos,vocês estão generalizando!

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  5. Oque o pentagono perdendo tempo para dominar a mente das pessoas ?
    Quanto atrazo, eles que peguem os bispos da IURD e vão aprender que se domina pessoas pela palavra e sem fazer nenhuma sirurgia “implantam” na mente delas o dom de dar tudo que tem e abarrota los de riquezas!

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  6. Eu prefiro que seja testado primeiro em animais. Aliás, é uma tremenda hipocrisia de qualquer mulher que use cosméticos ser contra o teste clínico em cobaias não-humanas. TODOS os cosméticos que elas usam, produtos de beleza, perfumes, loções, maquiagens, tingimentos, tudo é testado primeiro em cobaias não-humanas, para ver se algum componente da fórmula, ou se a combinação deles, é perigoso.

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  7. (Também) espero que não seja testado em animais, pois eles não dizem se querem ser voluntários…2

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  8. O único interesse do Pentágono é em controle mental. É sabido que os veteranos de guerra nao tem apoio nenhum, sendo que a cada dia dezenas se suicidam.

    O pentagono tem várias pesquisas de controle mental através de diferentes técnicas, por que desta vez seriam diferentes?

    Veja por exemplo:
    http://www.anovaordemmundial.com/2009/10/exercito-dos-eua-cria-besouros-vivos.html
    http://www.anovaordemmundial.com/2010/04/espaconave-secreta-do-pentagono-pode.html
    http://www.anovaordemmundial.com/2009/05/controle-da-mente.html

    Abracos
    Roberto

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  9. Adriano, já pensei no assunto, o problema é que existe uma diferença entre “ter acesso a informação” e “aprender”. Quando você aprende alguma coisa, você não apenas memoriza datas e nomes, mas também entende a situação, e é capaz, por exemplo, de entender uma piada sobre o assunto. Para isto, não basta inserir a informação na memória, é preciso dedicar-se à ela, meditar sobre o assunto, etc. Um exemplo simples é a álgebra. Você pode memorizar um monte de regras e aprender o método para resolver perguntas em provas, mas você não terá aprendido álgebra enquanto não conseguir utilizá-la, perceber onde ela te fornece informações sobre o teu mundo, e ver onde as pessoas usam ela de forma errada. Outro exemplo da matemática, todo mundo aprende o que é média, o que é população, o que é amostra, por exemplo – faz parte do currículo -, mas sempre que sai uma pesquisa eleitoral, sempre tem um “esperto” dizendo “ei, meu primo mora naquela cidade e ninguém da família dele foi entrevistado, esta pesquisa é fajuta”. Quer dizer, aprendeu estatística só para acertar perguntas na prova, não aprendeu estatística de verdade.

    Em outras palavras, “tunar” o cérebro é complicado. Talvez seja mais vantagem fazer com que as pessoas consigam se concentrar mais facilmente em alguma coisa, e talvez ter acesso a um catatau enciclopédico de dados talvez seja interessante, mas não dá para aprender nada assim, a informação, para fazer sentido, tem que ser vivida de alguma forma pela pessoa.

    E é aí que entra a experiência virtual. Acho que as ferramentas de ensino poderiam incluir mundos virtuais onde fosse mais fácil as pessoas experimentarem com as informações, viverem situações onde as informações façam sentido para elas. Ia ser muito mais interessante do que simplesmente colocar a Wikipedia na cabeça de todo mundo.

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  10. E daqui a pouco sera lançado o overclocking no cerebro!!

    “Entao eles podem “tunar” o cerebro”

    Se realmente fosse possivel, seria um grande avanço, ja q nao precisariamos mais de escolas, tudo poderia ser aprendido em alguns segundos plugados em um sistema wireless, (de alguma forma o nosso conhecimento ja chega assim, nao??!!) ou USB! seria tao interessante! Quem sabe um dia!!

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  11. “serão remendados ao ponto de não babarem mais”
    ahahahahha..
    Essa foi a melhor!!
    Boa Cesar!!

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  12. se eles conseguir fazer uma pessoa com danos cerebrais voltar a ter um cerebro normal, entao eles podem “tunar” o cerebro e fazer ele ficar mais rapido

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  13. O Pentágono tem muito interesse nisso, se não me falha a memória, o Hospital de Veteranos é financiado com verbas da Defesa. Assim, ajudar um soldado ferido a recuperar a independência relativa vai diminuir os custos com o soldado, além de dar um pouco mais de tranquilidade para os que estão indo para a linha de frente, que se não morrerem mas ficarem estropiados, serão remendados ao ponto de não babarem mais.

    Para os civis, é vantagem, principalmente em um país como o nosso, onde tanta gente enche a cara e vai dirigir um carro em alta velocidade.

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  14. espero que não seja testado em animais, pois eles não dizem se querem ser voluntários…

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  15. Bom dia pessoal !
    Acho uma excelente iniciativa este tipo de pesquisa. Vindo do Pentágono, é de suspeitar-se mas quem sabe eles não estão imbuídos de boas intenções ? He he he …
    Quanto às questões levantadas sobre a personalidade futura do receptor do dispositivo, só tem um jeito de saber: testar !
    Abraços e excelente dia !

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  16. Nossa a primeira coisa que pensei foi sobre os experimentos nazistas… ainda bem que a noiticia ja fez questao de deixar bem claro(nem tanto) que nao se trata disso!!

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