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Comprovado: O ‘ponto G’ não existe – mas nem tudo está acabado

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Por em 26.01.2012 as 18:50

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Algumas pessoas juram que o encontraram, outras juram que ele não existe; não estamos falando sobre a antiga Cidade Perdida de Ouro ou o Santo Graal, mas algo muito mais comum: o ponto G.

O famoso ponto erógeno das mulheres é um mistério para muitos. Agora, um novo estudo que investigou 60 anos de pesquisas trouxe uma resposta que vai fazer você parar procurá-lo – porque ele não existe.

“Sem dúvida, um ponto anatômico chamado ponto G não existe”, disse o autor do estudo, Dr. Amichai Kilchevsky.

O famigerado ponto G foi nomeado em homenagem ao ginecologista alemão Ernst Grafenberg, que em 1950 escreveu que existia uma zona erógena que poderia ser encontrada na parede anterior da vagina ao longo do curso da uretra.

Os pesquisadores Dr. John Perry e Dra. Beverly Whipple apelidaram essa área de ponto G em 1981, quando replicaram a descoberta de Grafenberg em suas próprias pesquisas.

Para o novo estudo, Kilchevsky e seus colegas revisaram 29 estudos, que incluíram inquéritos, biópsias do tecido vaginal, estudos nervosos, ultrassom – tudo que existe! – e não encontraram qualquer estrutura anatômica na parede anterior da vagina (a parede que ficaria de frente com a barriga da mulher), onde o ponto G supostamente residiria.

Os pesquisadores não conseguiram encontrar mais nervos nessa área ou qualquer indicação de uma estrutura física que considerassem conclusiva.

Porém, pesquisas mostram que a maioria das mulheres acredita na existência de um ponto G, inclusive aquelas que disseram nunca terem o localizado.

Um outro estudo, entretanto, levantou a possibilidade do ponto G ser na verdade uma “zona erógena” em mulheres.

O estudo fez varredura do cérebro das mulheres que atingiram o orgasmo e descobriu que o cérebro mostra aumento de atividade na área do córtex sensorial quando se estimula a área em que o ponto G supostamente reside (embora ele não esteja lá).

Conclusão: “só não podemos chamá-lo de ‘ponto’, porque não existe um”, disse o autor desse estudo, Dr. Barry R. Komisaruk. Mas essa pode ser uma zona de estimulação sexual. “Deveria ser chamado de zona G ou área G”, disse.

Komisaruk disse que a revisão de estudos que desmascara a existência do ponto G se concentra apenas em um ponto específico, quando uma grande quantidade de pesquisas diz que esse centro de prazer supostamente é ativado quando você coloca pressão na parede anterior da vagina.

Essa pressão, segundo ele, é na verdade o ato de empurrar outras estruturas sensíveis, incluindo a uretra, a glândula de Skene (também conhecida como “próstata feminina”) e o clitóris. “Não é apenas um local”, diz Komisaruk. “É uma confluência de uma série de diferentes órgãos genitais sensíveis”.

A complexidade é destaque pelo fato de que algumas mulheres experimentam diferentes sensibilidades do que outras quando se trata de sexo e de atingir o orgasmo – os indivíduos são exatamente os mesmos.

Mas para os casais que estão frustrados na sua busca por prazer final, Komisaruk sugere que eles devem apenas apreciar o que têm. “O ponto G não deveria ser chamado de Santo Graal”, disse ele. “As pessoas devem obter prazer na onde podem”. [CBSNews]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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24 comentários

  1. Nossa tanto tempo p/descobrir se existe ou não 60 anos… as mulheres deveriam saber e explicar p/nós homens, afinal é o corpo delas.

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  2. Dr. Hans Schukrutz /

    Sösseguem, akhaumen! As cientistas eliminarram apenas um letrra da alfabeto!
    E se ousarrem acabarr com todas, muito bem também!
    Ainda temos o marravilha da alfabeto grego a disposição!

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  3. CAIPIRÃO /

    –existe sim,esses caras que fizeram o pesquisa,não pesquisaram direito o ponto “G”,acho que eles não gostam desse tipo de pesquisa…

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  4. gloria /

    Muitos parceiros vão continuar procurando.Pois então , basta -me ficar intrigada c\ algo , procurando explicação onde ñ tem,q minha mãe já diz,”para de procurar chifres em cabeça de cavalo. E sempre estou na dúvida…como muitos homens daquí desse post.

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  5. Yuken /

    Agora q foram descobrir essa zona.Eu ja a conhecia a mto tempo…
    Aff,o povo lento!

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  6. Pedr@o /

    É claro que existe ,primeiro uma boa conversa p/ relaxar ,muito carinho com a gata ,que em todos lugares q tocar é um ponto G ,boa sorte á todos

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  7. Jardel /

    O título da notícia deveriar ser: “Ponto G passa a ser chamado de “área/zona G”

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  8. creio que o amigo alex tem uma visao bem apropriada de algo que era na verdade um tabu algo pouco divulgado porem na busca constante dos laços mais complexos do verdadeiro ato do amor. quando amamos verdadeiramente e regamos este relacionamento na busca de faser sempre o melhor nao pensando em si mesmo mas na felecidade do outro.
    certamente nao iremos encontrar a natureza deste ato en uma simples transa de final de noite ou em um primeiro encontro creio piamente na sua existencia tambem que somente podemos encontralo a dois partindo deste presuposto realmente deve aver grande afinidade para tal. gostei muito mesmo desta materia natasha como tambem pelo respeito que se trata o assunto grato pela participaçao.

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  9. Paulo Eduardo /

    De ponto para zona!! hmmmmmmm… Tá aumentando!!

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  10. Lucas Xavier /

    podia ter um post sobre pontos sensíveis masculinos e femininos

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  11. Valter José /

    Nada melhor do que procurar o “PONTO G” é tentar encontra-lo.
    Pode até não existir, mas confesso que jamais deixarei de procura-lo.

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  12. Mario /

    Não sei se existe ou não, mas é muito bom procurar. Dá um prazer!!!!!!!!

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  13. EltonPaes /

    Eu procurando até hoje…

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  14. Hivitality /

    Existe sim, e eu já encontrei e não foi numa mulher só.

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  15. Cara… alguém suspeitava que o ponto G era como um “ponto” ao invés de uma zona?

    Que óbvio!

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  16. Errado é partir do pressuposto que as mulheres são anatomicamente iguais e respondem da mesma forma aos estímulos.
    Quando se trata de um conceito quase abstrato, como o prazer de uma mulher, as estatísticas são ferramentas frias demais.

    Concentrar as opções de prazer num ponto é como viver num pomar e só colher os frutos de uma única árvore.

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  17. Jimmy Eat /

    Por isso eu nunca encontrava. Kkk

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  18. Asdrubal /

    Existe então uma zona, e não um ponto. Melhor para as mulheres. Sinceramente, não é novidade nenhuma em relação a essa zona, sempre se soube do estímulo do interior da vagina e do clítoris. :)

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