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Por que a religião ainda existe?

fogo

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Por em 15.04.2009 as 21:44

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Houve um tempo em que era virtualmente impossível não acreditar em um deus. A vida não fazia sentido e uma “mão sobrenatural” que tinha poder sobre todas as coisas e fornecia explicações sobre o mundo era bem útil. Haviam muitos mistérios a serem explicados. Porque o rio tinha períodos de cheia? Porque a terra ficava mais fértil? Porque aquelas estrelas estão lá, e coisas do gênero.

No entanto, duas coisas importantes aconteceram, e elas deveriam ter significado o fim da religião: o mundo ficou menor, as pessoas se conheceram, diferentes culturas entraram em contato. E o segundo item foi a ciência, que forneceu explicações para muitos das dúvidas humanas que impulsionaram as religiões do planeta.

Mas, mesmo assim, ao contrário do que Nietsche acreditava, a religião não morreu. Mesmo com a ciência para explicar fenômenos e com muitas religiões se confrontando e se contradizendo, a maioria das pessoas ainda tem suas crenças e acredita em uma religião, que será mais cabível, nessa determinada situação, do que outras.

De acordo com pensadores, a religião não é nem mesmo moral. Elton Jhon diz que baniria as religiões do planeta: “A religião transforma pessoas em seres cheios de ódio e, com certeza, não representa compaixão”.

Como a mesma coisa pode ter diferentes significados para pessoas que se consideram preocupados, cheios de compaixão por outros? Porque as pessoas matam em nome de um deus que seria misericordioso?

Certamente, cada religião tem seus problemas de audiência. Os cristãos tem sua lista de padres considerados culpados por pedofilia. Muçulmanos são taxados de terroristas. Até mesmo os anti-religiosos passam por falta de credibilidade. Eles tentam etiquetar todos os crentes de fanáticos – o que é uma negação da cultura aberta que, teoricamente, agnósticos pregam.

Seja qual for o resultado da guerra de culturas, temos dados científicos surpreendentes. 40% dos pesquisadores eram religiosos em 1933. Atualmente, a porcentagem permanece a mesma. Como isso é possível se a ciência é a inimiga da religião?

Aparentemente, a religião ainda tem seus benefícios, mesmo que Elton John pense o contrário. Se há problemas em países subdesenvolvidos os grupos religiosos são os primeiros a tentar tomar providências. Não posso me lembrar da última vez que um grupo ateu organizou-se e foi visitar um hospital ou recolher donativos para um asilo.

Isso não quer dizer que ateus não sejam engajados – eles são, mais em causas políticas. Quando se trata de assuntos humanos, são os grupos religiosos que tomam conta do cenário filantrópico.

Além disso a religião continua mantendo seu lugar na sociedade porque, mesmo para os não-crentes, é algo fascinante. Até mesmo para os cientistas. Não é raro encontrar pesquisas intituladas “pessoas religiosas vivem mais?”, “pessoas religiosas têm menos chances de desenvolver câncer” e por aí vai.

A religião dominou completamente, e com mão de ferro, por mais de mil anos, portanto é natural que se desapegar dessa mitologia levará tempo.

Mas lembre que antigamente, quando ficávamos doentes, a única opção era um curandeiro. Com a evolução da ciência, hoje vamos ao médico que nos ajuda a resolver o problema sem velas e rezas. Dessa mesma maneira a solução dos problemas morais e espirituais não será mais focado na religião algum dia no futuro. [Scientific Blogging]

Observe o leitor essas pessoas cujas vidas são um reflexo do torvelinho psicológico que reina em suas mentes. Mudam sem cessar de direção, de rota, de propósito; jamais se sentem seguras de nada; aqui e ali tratam de adquirir, emprestada, a convicção ou a certeza que nunca podem obter por si mesmas. Hoje a pedem a um livro, amanhã a um conferencista, depois a uma ideologia, a uma religião, a um partido, etc.

Têm essas pessoas liberdade de pensamento? Pensam e agem de acordo com suas vontades? Fácil é a resposta: nelas, a vontade se encontra dominada por conspiração de pensamentos alheios, que, a certa altura da vida, chegam a ser-lhes tão necessários como a droga ao toxicomaníaco.

Do artigo ‘Temos liberdade de pensar?‘ de González Pecotche

56 comentários

  1. GUERRA SANTA entre as religiões do Brasil
    O diabo entra na briga entre Edir Macedo e Valdemiro

    Pastores recorrem até ao inferno para vencer guerra por fiéis no mercado da fé. Igreja Universal, de Macedo, perde fiéis e receita para a Mundial, de Valdemiro.

    Os hoje arqui-inimigos Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, convocaram o demônio para ajudá-los na batalha que travam pela alma e generosidade dos fiéis. Recentemente, em seu programa de TV, Macedo “interrogou” o diabo, que, supostamente encarnado em uma devota, “confessou” ter se instalado na igreja rival e ser o responsável pelas propaladas curas operadas por Valdemiro. As entrevistas com o demônio para difamar a concorrência passaram a ser recorrentes na programação da Rede Record. O chefe da Mundial, por sua vez, rebateu as acusações com outras de igual fineza: em seu programa no Canal 21, ele afirmou que o “câncer” de Macedo é obra do demônio. Na tréplica, Macedo levou sua médica à TV para atestar que não sofre da doença e ainda exibiu no programa Domingo Espetacular, da Rede Record, uma reportagem sobre a compra, por Valdemiro, de três fazendas avaliadas em 50 milhões de reais.

    O acirramento da guerra dos pastores se dá num momento em que a Universal, de Macedo, perde fiéis e receita aos borbotões para a Mundial, de Valdemiro. Estima-se que, em catorze anos, o segundo tenha conquistado mais de 20% de seguidores do primeiro. Durante muito tempo, Valdemiro foi membro da cúpula da Universal. Preterido por Macedo na indicação para um posto de maior visibilidade na organização, ele rompeu com o chefe e fundou a sua própria igreja. Habilidoso, deu um passo atrás e resgatou o modelo primitivo que deu origem ao fenômeno da Universal: a luta contra Lúcifer e a promessa de curas e milagres de toda ordem — pilares que Macedo mais tarde substituiu pela “teologia da prosperidade”. Ao adotar essa estratégia,

    Valdemiro passou a atender um nicho de fiéis que Macedo havia negligenciado com o amadurecimento do seu negócio, o público de menor poder aquisitivo e alta credulidade. Seus seguidores passam horas de pé em filas para poder tocar o seu corpo ou recolher um pouco de seu suor em toalhas ou pedaços de pano que são distribuídos na igreja. Valdemiro fomenta a crença de que sua transpiração tem o condão de realizar milagres.

    Com os cofres recheados, Valdemiro passou a assediar os membros da Universal. Oferecendo salários e comissões mais altos que os pagos por Edir Macedo, ele atraiu prepostos do rival na Argentina, Inglaterra e em países africanos. Para profissionalizar seus negócios, canibalizou executivos da Record e do Banco Renner, controlado pela Igreja Universal. A riqueza que Valdemiro Santiago ostenta Macedo contabiliza como prejuízo. O estrangulamento de suas contas pela concorrência chegou a afetar as operações da Record e a atrasar salários na TV, como ocorreu no ano passado. O quadro de deterioração das finanças de Macedo se tornou ainda mais calamitoso com a penhora pela Justiça da sede da emissora no Rio de Janeiro para garantia do pagamento de dívidas da Universal do Reino de Deus.

    A má fase não terminou aí. Em setembro, o Ministério Público denunciou Edir Macedo pelos crimes de estelionato, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Os procuradores o acusam de lavar no exterior o dízimo recebido pelos fiéis para depois despejá-lo nas contas da Record. Ao lançar suspeitas sobre a forma como Valdemiro adquiriu suas fazendas, Macedo quer mostrar que o ex-discípulo também dá suas trombadas com a lei. Valdemiro já esteve enroscado em outras diabruras. Em 2003, o chefão da Mundial foi condenado a pagar cestas básicas por porte ilegal de armas. Ele foi flagrado em uma blitz com uma escopeta, duas carabinas e munição. Em 2010, três de seus pastores foram presos em Mato Grosso do Sul transportando sete fuzis M-15. Em depoimento à polícia, o motorista afirmou que o destino das armas era a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.

    A crise desencadeada pela Mundial do Poder de Deus obrigou Macedo a redesenhar a administração de seu negócio. Uma das providências foi baixar as exigências para a abertura de novos templos. Antes, para abrir uma franquia, o pastor tinha de comprovar um potencial de arrecadação mínimo de 150 000 reais mensais, a ser atingido em seis meses. Agora, esse piso caiu para 50 000 reais. A comissão a que cada pastor tinha direito sobre o total arrecadado além da meta era originalmente de 10%. Macedo agora a dobrou. O que ele não abre mão é da eficiência. Os pastores que não cumprem as metas dentro do prazo contratado são transferidos ou perdem o comando da franquia. Essa mudança, que aponta para uma capilarização da Universal, faz parte da estratégia de Macedo de substituir o modelo de construção de megatemplos pela pulverização de igrejas menores no país, de manutenção mais barata e mais próximas da casa dos fiéis. Com isso, ele espera baixar os seus custos de operação e evitar que outras ovelhas se desgarrem. Pastores e assessores próximos dos dois líderes afirmam que estes são apenas os primeiros movimentos de uma guerra sem previsão de fim.

    Conforme no site da revista VEJA, em 24/03/2012
    Reenviado por, Oiced Mocam

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  2. Washington /

    O autor disse tanta coisa boa, mas por algum motivo estranho não mencionou a questão emotiva. Essa é a resposta à pergunta. As pessoas são carentes e precisam de uma religião ou da crença num deus.

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    • Acredito que a maioria dos cristãos são pessoas boas, apesar da bíblia.

      Milhões de pessoas em todas as sociedades ainda preferem os mitos da caverna, a tribo e o sacrificio do sangue. Os fundamentalistas ainda interpretam literalmente as lendas e mitologias do seu livro. Não há dúvida de que as pessoas podem passar por experiências profundamente transformadoras. E não há dúvida de que elas podem interpretar erradamente essas experiências, e iludir-se ainda mais acerca da natureza da realidade e confusões mentais acerca de um Deus bíblico imaginário e ficção total, como tantos deuses q já existiram e existem… Mas em geral, os crentes

      Eles são mais espertos do que Jesus.
      Eles são mais agradáveis do que Deus.
      Muitos deles estão acima das brutalidades do cristianismo para se tornar boas, pessoas preocupadas, porque eles (como eu) possuem um respeito pelos valores humanos.

      Do meu modo de ver as coisas. A ecolha que temos pela frente é simples:
      podemos ter uma conversa do século XXI acerca da moral e do bem estar humano, uma conversa na qual recorremos a todas as descobertas científicas e argumentos filosóficos acumulados nos últimos 2 mil anos de discurso humano – ou então podemos nos confinar a uma conversa do século I, tal como preservado na Bíblia.
      Por que alguém haveria de querer adotar a segunda opção?

      Livre Pensador

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  3. MARCELO /

    hoje é 25 de dezembro, até japoneses e chineses dizem “feliz natal”. que prazeroso saber que o verdadeiro sentido de religiao escrito em Tiago 1:27( “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo.)é renovado quando pessoas que esperávamos nao crer, creem, pois o natal é Jesus Cristo.

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  4. sou crit /

    quem prescisa de DEUS começe ler a biblia e conhecer JESUS nao do nosso jeito mas do jeito DE JESUS nao adianta lar a biblia conhecer os ençinamentos de DEUS e viver como cego neo temos mas tempo chegou a hora de corre atras de JESUS

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  5. Oiced Mocam /

    NO MERCADO DA FÉ

    Conheça os estilos de pregação da atualidade e as características de seus públicos-alvos. DEPOIMENTO de um pastor “Evangélico”…(conforme está no site do mesmo)

    Há vinte anos, fui convidado pela primeira vez para participar de uma agência nacional de pregadores, em São Paulo. Um companheiro de púlpito me ofereceu um cartão e disse: “Seria um prazer tê-lo em nossa agência”. Então, lhe perguntei: “Como funciona essa agência?”
    E a sua resposta me deixou estarrecido: “As igrejas ligam para nós, especificam que tipo de pregador desejam ter em seu evento, pedem o estilo de mensagem, e nós cuidamos de tudo. Negociamos um bom cachê”.

    É impressionante como o pregador, nos últimos anos, se transformou em um produto. Há algum tempo, depois de eu ter pregado em uma igreja — não me pergunte onde —, certo pastor me disse: “Gostei da sua pregação, mas o irmão conhece algum pregador de vigília?” Achei curiosa essa pergunta, pois eu gosto de oração, já preguei várias vezes em vigílias, porém, segundo aquele irmão sugeriu, eu não serviria para pregar em uma vigília!

    Em nossos dias, para tristeza do Espírito Santo, pertencer a uma agência de pregadores tornou-se comum e corriqueiro. E os convites para ingressar nessas agências chegam principalmente pela Internet. Nos sites de relacionamento encontramos comunidades pelas quais os internautas mencionam quem é o seu pregador preferido e por quê.

    Certa jovem, num tópico denominado “O melhor pregador”, declarou: “Não existe ninguém melhor que ninguém; cada um tem a sua maneira de pregar, e cada pessoa avalia segundo o seu gosto”. Ela tem razão. Ser pregador, hoje em dia, não basta. Você tem de atender às preferências do povo. Já ouvi irmãos conversando e dizendo: “Fulano é um ótimo pregador, mas não é pregador de congresso” ou “Fulano tem muito conhecimento, mas não gosta do reteté”.

    Conheçamos alguns tipos de pregador e seus públicos-alvos:

    PREGADOR HUMORISTA

    Diverte muito o seu público-alvo. Tem habilidade para contar fatos anedóticos (ou piadas mesmo) e fazer imitações. Ele é como o famoso humorista do gênero stand-up comedy Chris Rock (que aparece na imagem acima). De vez em quando cita versículos. Mas os seus admiradores não estão interessados em ouvir citações bíblicas. Isso, para eles, é secundário.

    PREGADOR “DE VIGÍLIA”

    Também é conhecido como pregador do reteté. Aparenta ter muita espiritualidade, mas em geral não gosta da Bíblia, principalmente por causa de 1 Coríntios 14, especialmente os versículos 37 e 40: “Se alguém cuida ser espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor… faça-se tudo decentemente e com ordem”. Quando esse tipo de pregador (pregador?) vê alguém manejando bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15), considera-o frio e sem unção. Ignora que o expoente que agrada a Deus precisa crescer na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18; Jo 1.14; Mt 22.29). Seu público parece embriagado e é capaz de fazer tudo o que ele mandar.

    PREGADOR “DE CONGRESSO” 1

    Entre aspas porque existe o pregador de congresso que faz jus ao título. Mas o pregador “de congresso” anda de mãos dadas com o pregador “de vigília”, mas é um pouco mais famoso. Segundo os admiradores dessa modalidade, trata-se do pregador que tem presença de palco e muita “unção”. Também conhecido como pregador malabarista ou animador de auditórios, fica o tempo todo mandando o seu público repetir isso e aquilo, apertar a mão do irmão ao lado, beliscá-lo… Se for preciso, ele gira o paletó sobre a cabeça, joga-o no chão, esgoela-se, sopra o microfone, emite sons de metralhadora, faz gestos que lembram golpes de artes marciais… Exposição bíblica que é bom… quase nada!

    PREGADOR “DE CONGRESSO” 2

    Existe um tipo de pregador “de congresso” mais agressivo. É aquele que tem as mesmas características do pregador anterior, mas com uma “qualidade” a mais. Quando percebe que há no púlpito alguém que não repete os seus bordões, passa a atacá-lo indiretamente. Suas principais provocações aos seus “desafetos” são: “Tem obreiro com cara de delegado”, “Hoje a sua máscara vai cair, fariseu”, “Você tem cara amarrada, mas você é minoria”. Estas frases levam o seu fanático público ao delírio, e ele se satisfaz em humilhar as pessoas que não concordam com a sua postura espalhafatosa.

    PREGADOR POPSTAR

    Seu pregador-modelo é o show-man Benny Hinn, e não o Senhor Jesus. É um tipo de pregador (pregador?) admirado por milhares de pessoas. Já superou o pregador “de congresso”. É um verdadeiro artista. Veste-se como um astro; sua roupa é reluzente. Ele, em si, chama mais a atenção que a sua pregação. É hábil em fazer o seu público abrir a carteira. Seus admiradores, verdadeiros fãs, são capazes de dar a vida pelo seu pregador-ídolo. Eles não se importam com as heresias, modismos e maus exemplos que ele propaga. Trata-se de um público que supervaloriza o carisma, em detrimento do caráter.

    PREGADOR MILAGREIRO

    Também tem como paradigma Benny Hinn, mas consegue superar o seu ídolo. Sua exegese é sofrível. Baseia-se, por exemplo, em 1 Coríntios 1.25, para pregar sobre “a unção da loucura de Deus”. Cativa e domina o seu público, formado por pessoas que não estão interessadas em ouvir uma exposição bíblica; o que mais elas desejam é ver sinais e fenômenos controversos. Em geral, o pregador milagreiro, além de ilusionista e “poderoso” (Dt 13.1-4), é aético e sem educação. Mesmo assim, ainda que xingue ou ameace os que se opõem às suas sandices e invencionices, o seu público é fiel e sempre diz “aleluia”.

    PREGADOR CONTADOR DE HISTÓRIAS

    Conta histórias como ninguém, mas não respeita as narrativas bíblicas, acrescentando-lhes pormenores que comprometem a sã doutrina. Costuma contextualizar o texto sagrado ao extremo. Ouvi certa vez um famoso pregador dizendo: “Absalão, com os seus longos cabelos, montou na sua motoca e vruuum…” Seu público — diferentemente dos bereanos, que examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (At 17.11) — recebe de bom grado histórias extrabíblicas e antibíblicas.

    PREGADOR “MASSAGISTA”

    É hábil em dizer palavras que massageiam os egos e agradam os ouvidos (2 Tm 4.1-5). Procura agradar a todos porque a sua principal motivação é o dinheiro. Ele não tem outra mensagem, a não ser “vitória”, principalmente a financeira. Talvez seja o tipo de pregador com maior público, ao lado dos pregadores humorista, popstar e milagreiro.

    PREGADOR SEM GRAÇA

    É aquele que não tem a graça de Deus (At 4.33). Sua pregação tem bastante conteúdo, mas é como uma espada: comprida e “chata” (maçante, enfadonha). Mas até esse tipo de pregador tem o seu público, formado pelos irmãos que gostam de dormir ou conversar durante a pregação…

    PREGADOR CHAMADO POR DEUS

    Existem poucos exemplares. Corre perigo de extinção. Ele prega a Palavra de Deus com verdade (2 Tm 4.1-5); foi chamado por Deus para fazer isso e é fiel à sua chamada (1 Tm 2.7). Estuda a Bíblia diariamente. Ora. Jejua. É verdadeiramente espiritual. Tem compromisso com o Deus da Palavra e com a Palavra de Deus. Seu paradigma é o Senhor Jesus Cristo, o maior pregador que já andou na terra. Ele não prega para agradar ou agredir pessoas, e sim para cumprir o seu chamado. Seu público — que não é a maioria, posto que são poucos os fiéis (Sl 12.1; 101.6) — sabe que ele é um profeta de Deus. Esse tipo não chama muito a atenção das agências de pregadores. A bem da verdade, estas também sabem que nunca poderão contar com ele…

    PS:
    É por essas e outras promessas de uma mercadoria vendida (medo da morte,pecado-pecado- pecado, salvação, vida eterna…) e que nunca será entregue, que o Senhor das Barbas Brancas, ainda vai permanecer por muito tempo entre nós!

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