
Os pesquisadores da Universidade de Wisconsin – Madison agora têm uma explicação para esse estado de “nirvana”. E você pode agradecer aos nossos ancestrais, é mais um dos atributos que eles nos deixaram.
Durante anos, cientistas acharam que os humanos possuem uma taxa de metabolismo constante. Para eles, funcionava da seguinte forma: usaríamos a mesma quantidade de energia para correr um quilômetro, por exemplo, não importando se faríamos o percurso em dez minutos ou em vinte. Mesmo que a queima de calorias seja maior durante os dez minutos, se você terminar em menos tempo, também irá parar de correr. Logo, demorar mais, com uma queima menos acelerada, faria o mesmo efeito.
Acontece que cada pessoa tem seu próprio ritmo, que usa a menor quantidade de oxigênio para cobrir uma distância determinada.
Os voluntários que participaram dos estudos da universidade mostraram que tanto homens quanto mulheres têm seu ritmo próprio de corrida que beneficia mais seu corpo, que requere o menor nível de oxigênio. Sendo assim, as pessoas podem correr por mais tempo, sem sentir tanto desgaste físico.
Tudo isso acontece porque seus ancestrais precisavam manter uma velocidade constante por algum tempo. Seja em migrações ou caçadas, eles precisavam dessa resistência. E por isso nós ainda a temos. [Live Science]
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Já havia pensado no assunto. Acho que o ritmo está relacionado com o comprimento das pernas, e de alguma forma pode ser calculado com a equação dos pêndulos. Acho que o segredo é aproveitar o ritmo de balanço “natural” da perna, devido à gravidade. Basicamente, é levar a perna à frente com o mínimo de esforço, deixando para a gravidade boa parte do trabalho.
Quem é que vai financiar esta pesquisa?
Unica coisa que comprovei é que quando pratico corrida, me sinto muito bem, é o que chamam do barato do corredor, eu até não sinto cansaço.