
Kacie Kinzer, estudante da Escola de Artes de Tisch, criou o tweenbot como um experimento de arte.
“Eu pensei: Pode um objeto humanizado atravessar calçadas e ruas conosco, e fanzendo-o, criar uma narrativa sobre nossa relação com o espaço e nossa vontade de interagir com o que encontramos nele? Mais importante, como nossas ações seriam vistas em um contexto maior de conexão humana que emerge da complexidade da própria cidade? Para responder estas questões eu construà estes robôs.”
Em Nova York você pode esperar que o pequenino Tweenbot seja esfaqueado, esmagado, assaltado ou pichado, mas todas as pessoas que o viam eram compelidos a ajudá-lo sem hesitar. Pedestres paravam e ajudavam o pequeno quando ele estava encalhado , quando ia em direção ao tráfego de veÃculos ou colocando-o na direção certa.

Este é o tipo de projeto que mostra mais sobre o estado da humanidade do que as péssimas notÃcias de barbáries diversas que ocorrem todos os dias. As notÃcias são guiadas pela audiência. Um assassinato dá muito mais IBOPE do que reportar fatos positivos. Mas ao martelarem coisas negativas na nossa mente todos os dias, nos tornados mais desconfiados de tudo e de todos. É por isso que eu não vejo noticiários.
Esse pequeno autômato ajuda a reforçar a lembrança de que as pessoas ruins são uma minoria, um percentual irrisório e que as pessoas são, basicamente, boas. [Teenbots]
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5 Comentários »
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Com coisas simples também se fazem grandes obras.
Para este simples robot, em minha opinião, faltava a
a inscrição de uma frase também simples como por exemplo: “somos todos irmãos e o mundo é da responsabilidade de todos nós”
Uma porcaria de robozinho todos ajudam, mas uma criança de verdade, mal-alimentada, mal-vestida, maltratada, ninguém ajuda.
Definitivamente tem algo muito podre na humanidade.
Um assassinato dá muito mais IBOPE do que reportar fatos positivos. Mas ao martelarem coisas negativas na nossa mente todos os dias, nos tornados mais desconfiados de tudo e de todos. É por isso que eu não vejo noticiários (2)
Faço minhas palavras….
Ótima materia. Uma das mais bem escritas que eu já vi por aqui. Parabéns!
Queria ver aqui no Brasil…
Cesar, “ninguém ajuda” inclui você? Eu ajudo, quando penso que estou fazendo realmente um bem. Infelizmente a esmola é uma indústria e dar dinheiro não é caridade. O robô não pedia nada demais, não enganou ninguém, é genuÃno e inocente. As pessoas que perambulam pelas ruas não são assim, pois se fossem, todos ajudariam. São, na maioria, egoÃstas; tão egoÃstas que se recusam a mudar.