E se os Neandertais estivessem vivos? E seus macacos tivessem evoluído mais ou o mesmo tanto que a gente? O que aconteceria se tivéssemos que dividir – ou lutar pelo – nosso pão?
Para quem só pensa no prazer, o sexo parece fazer total sentido. Do ponto de vista evolutivo, entretanto, é um pouco mais complicado do que isso. Porque nós começamos a fazer sexo, se existem organismos que podem se reproduzir sozinhos?
Pessoas que antigamente poderiam morrer muito jovens agora cheguam a idades avançadas – o que leva muitas pessoas a acreditarem que a seleção natural não afeta mais os humanos. Não é o que os cientistas descobriram recentemente.
Há 21 anos, a Universidade Estadual de Michigan realiza experiências para rastrear a essência da evolução. A pesquisa poderá auxiliar em pesquisas na área de biotecnologia e em avanços na área médica.
Há muito tempo biólogos se perguntam se é possível que as proteínas presentes em nossos corpos voltem às suas antigas formas e funções, abandonadas há milhões de anos.
“De acordo com a teoria evolucionária clássica, elas deveriam estar ficando maiores, pois as ovelhas maiores têm mais sucesso para sobreviver e reproduzir, e os filhotes tendem a se assemelhar aos pais.”
Para que inventar se podemos copiar, certo? Um novo estudo indica que a falta de ideias originais pode deixar sociedades vulneráveis a problemas e levá-las à extinção.
Quase 95% dos mamíferos machos têm pouca ou nenhuma interação com seus filhotes. Um caso muito diferente é o dos humanos, o que leva alguns cientistas a entenderem que isso faz parte do que nos faz humanos.
A descoberta mostra que a genética dos microorganismos tem a capacidade de prever o que vai acontecer a seguir em uma sequência de eventos, e começar a responder às mudanças antes que elas ocorram.