10 exploradores que desapareceram misteriosamente

Por , em 20.01.2016

A mídia e os filmes nos enganam. Isso porque eles estão sempre contando histórias incríveis de pessoas que passaram por situações extremamente complicadas, mas ainda assim sobreviveram e superaram as expectativas. A realidade é que, para cada uma dessas histórias, existe pelo menos uma equivalente na qual o cidadão não se deu tão bem.

Como os exploradores dessa lista que, embora corajosos e inspiradores, tiveram fins pouco honrosos.

10. Ludwig Leichhardt

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O Grande Deserto Arenoso da Austrália é provavelmente o lugar de descanso de um dos maiores exploradores do país: Friedrich Wilhelm Ludwig Leichhardt.

Leichhardt foi um historiador natural prussiano que foi a Oceania a fim de encontrar trabalho como cientista. Quando ninguém o contratou, ele decidiu fazer explorações por conta própria, documentando tudo, desde a geologia aos costumes aborígenes locais.

Em 1844, Leichhardt queria liderar uma expedição por todo leste da Austrália, mas não conseguiu financiamento. Logo, organizou sozinho uma perigosa viagem de 5.000 km de Queensland para Port Essington. Apesar das condições adversas, ataques mortais aborígenes, e um incidente em que seu chapéu foi incendiado enquanto ele dormia ao lado de uma fogueira, Leichhardt chegou triunfante ao seu destino, em dezembro de 1845. Uma vez que todos já tinham lhe considerado morto, o explorador foi recebido com alegria e se tornou um herói nacional.

Em 1846, Leichhardt anunciou sua mais ambiciosa jornada até a data: uma expedição de 4.500 km de Darling Downs, em Queensland, até a costa oeste e por fim Perth. Uma primeira tentativa foi feita sem sucesso, mas Leichhardt não desistiu e partiu novamente em 1848, acompanhado por cinco europeus e dois guias aborígenes.

Nunca mais ninguém ouviu falar nele e nos seus colegas. Uma arma que pode ter sido de Leichhardt foi encontrada no deserto em 1900, mas tirando essa pista, seu destino permanece um mistério. Uma teoria sugere que uma enchente súbita afogou todo o grupo, enterrando as evidências de sua existência em uma espessa camada de sedimentos.

9. Gaspar e Miguel Corte-Real

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Em 1503, o português Vasco Corte-Real decidiu fazer uma expedição ao que é agora o nordeste do Canadá. Seu objetivo era procurar seu irmão mais novo Miguel, que havia desaparecido ao largo da costa da Terra Nova, quando foi até lá procurar seu irmão ainda mais jovem Gaspar, que também havia desaparecido no local.

Sentindo o padrão, o rei português eventualmente interveio e proibiu Vasco de ir a qualquer lugar perto da costa da Terra Nova. Até hoje, o desaparecimento de Gaspar e Miguel continua um dos mistérios mais intrigantes da história naval europeia.

Os três irmãos eram filhos de João Vaz Corte-Real, um senhorio notoriamente cruel dos Açores. O próprio João Vaz fez uma viagem mal registrada em direção ao norte da América na década de 1470, levando alguns a teorizar que chegou ao continente antes de Colombo. É mais provável que ele tenha apenas navegado em torno da Groelândia por um tempo, no entanto.

Seus filhos parecem ter herdado seu interesse na região. Gaspar fez sua primeira excursão em 1500. Em 1501, zarpou com três navios para explorar o local ainda mais. A expedição chegou a Terra Nova sem incidentes, mas depois de uma tempestade, os navios se separaram. Dois retornaram com segurança para Portugal, mas o navio de Gaspar nunca mais foi visto.

Desesperado para encontrar seu irmão, Miguel rapidamente equipou três de suas próprias caravelas e navegou para a região em maio de 1502. Depois de explorar Labrador e Terra Nova, os três capitães concordaram em dividir-se a fim de vasculhar uma área mais ampla. Eles deveriam se encontrar um mês mais tarde, mas Miguel e seu navio nunca apareceram.

Os historiadores agora especulam que um dos ou ambos os irmãos podem ter navegado ao longo da costa do Labrador até a baía de Hudson, onde teriam ficado presos pelo gelo conforme o clima esfriou.

O desaparecimento dos Corte-Reais certamente trouxe a exploração portuguesa do Ártico a um fim abrupto.

8. Abu Bakr

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Mansa é um termo empregado para se referir aos imperadores do Mali. O Império do Mali foi um Estado que existiu na África Ocidental de 1230 a 1600, aproximadamente.

Em 1324, Mansa Musa contou ao estudioso Abu’l Hasan Ali o destino incomum do Mansa anterior, Abu Bakr II. De acordo com Musa, Abu Bakr “não acreditava que era impossível descobrir o limite mais distante do Oceano Ocidental”. Mesmo depois de ascender ao trono, seu coração continuava a desejar conhecer as infinitas possibilidades dos mares.

Assim, depois que uma expedição preliminar sobre o Atlântico falhou em voltar, Abu Bakr decidiu que viajaria por conta própria para investigar. Como resultado, abdicou do trono em 1311 e embarcou com seus homens em direção ao desconhecido. Essa foi a última vez que qualquer um o viu ou ouviu falar dele.

A história até hoje aciona a imaginação de gerações de historiadores, que têm especulado que Abu Bakr pode ter tido êxito em alcançar as Américas. Na verdade, dada a posição do Império do Mali e os preparativos descritos por Musa, é realmente muito provável que pelo menos alguns membros da expedição tivessem chegado ao destino.

No entanto, há dois grandes problemas com essa teoria. Em primeiro lugar, nenhuma evidência inequívoca da presença dos Mali nas Américas já foi descoberta. Em segundo lugar, o próprio Mansa Musa estava claramente atrás de Abu Bakr na linha de sucessão, e é no mínimo estranho que o herdeiro legítimo simplesmente navegasse para longe, abdicando do trono com tanto desapego. Existem suspeitas de que Musa encenou um golpe e, em seguida, inventou a história da viagem de seu antecessor como uma maneira conveniente de justificar seu governo.

7. Park Young-Seok

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O poderoso pico do Himalaia conhecido como Annapurna é uma das subidas mais mortais do mundo, com uma taxa surpreendente de fatalidade de 38%. Isso não intimidou o lendário alpinista sul-coreano Park Young-seok. Com recordes em todo o mundo, ele foi a primeira pessoa a ganhar o “Explorers Grand Slam” por escalar os 14 mais altos Himalaias, a montanha mais alta de cada continente e alcançar os polos Norte e Sul.

Em uma de suas aventuras, ao tentar estabelecer uma nova rota na face sul do Everest, dois de seus amigos mais próximos morreram em uma queda. Park caiu na bebedeira por seis meses e depois reapareceu, prometendo “conquistar o pico a qualquer custo”. Ele foi bem sucedido em 2009, tornando-se pioneiro em criar uma nova rota neste lado da montanha.

Ao longo de sua carreira, Park ficou famoso por recusar-se a parar de fumar, prevendo que estaria morto muito antes do câncer conseguir alcançá-lo. Em 2011, sua previsão se tornou realidade quando ele e dois companheiros desapareceram ao tentar uma nova rota até Annapurna. A última notícia do alpinista foi ouvida em 18 de outubro, quando ele passou um rádio avisando sua intenção de retornar ao acampamento base na sequência de um vendaval e deslizamento de rochas.

Mais tarde, um grupo de busca descobriu uma corda enterrada na neve, mas nenhum vestígio de Park ou dos outros dois membros de sua equipe.

6. Vadino e Ugolino Vivaldi

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Os irmãos Vadino e Ugolino Vivaldi provavelmente tentaram estabelecer uma rota marítima da Europa à Índia séculos antes de Bartolomeu Dias e Vasco da Gama, em 1291. Os Vivaldi eram mercadores italianos amigos da rica família Doria de Genôva, que provavelmente financiou a expedição.

Os detalhes da viagem são escassos, mas sabemos que os irmãos partiram em dois navios e atravessaram o Estreito de Gibraltar em maio, com a intenção de chegar em partes da Índia e trazer mercadoria útil de lá. Curiosamente, os anais genoveses não especificam o caminho que eles pretendiam seguir, o que levou alguns historiadores a sugerir que eles estavam tentando chegar à Índia através do Atlântico, como Colombo faria 200 anos mais tarde. No entanto, continua a ser muito mais provável que eles estavam planejando abraçar a costa da África, o que teria sido pelo menos um pouco mais seguro nos galés primitivos do século 13.

De acordo com o cronista genovês Jacopo Doria, os irmãos chegaram a um lugar conhecido como Gozora antes de desaparecer, para nunca mais se ouvir falar deles. Os historiadores se dividem quanto a verdadeira identidade de Gozora, mas a explicação mais provável é que refere-se ao litoral africano perto das Ilhas Canárias, no que é hoje o sul do Marrocos.

O almirante genovês Benedetto Zuccaria cruzou a costa marroquina com uma frota espanhola na época, por isso não é de se estranhar que Jacopo Doria tenha ouvido falar dos irmãos. Logo depois, os Vivaldi caíram no esquecimento e ninguém sabe quão longe eles viajaram antes de sua expedição chegar ao fim.

5. Peng Jiamu

Sand Sculpture Attraction In Xinjiang
A reputação temível do deserto de Lop Nor, na China, não diminuiu a curiosidade do bioquímico Peng Jiamu pelo local. Como ele próprio escreveu no seu pedido para explorar a área, “Eu tenho um forte desejo de explorar as fronteiras. Eu tenho a coragem para abrir um caminho no deserto”.

Ironicamente, Lop Nor passou a maior parte de sua história como um enorme lago pantanoso na região de Xinjiang. O pântano secou depois que uma barragem foi construída na região, formando um deserto de areia e sal. Peng Jiamu foi até lá pela primeira vez em 1964, tendo abandonado seus planos de estudar fora do país a fim de tomar parte em uma expedição de medição de depósitos de potássio no deserto.

Ao longo dos próximos anos, ele enfrentou situações terríveis em uma área onde centenas de pessoas foram mortas por condições meteorológicas extremas e colapso de dunas. No processo, descobriu uma riqueza de informações valiosas, incluindo várias novas espécies de animais.

Peng voltou para o deserto no verão de 1980, liderando uma equipe de arqueólogos, biólogos, geólogos e químicos. Cinco dias depois do início da expedição, seu grupo passou a sofrer com falta de água. Em um discurso que seus companheiros nunca esqueceram, Peng persuadiu toda a equipe a continuar, declarando que “a ciência é uma estrada não viajada por outras pessoas!”.

Alguns dias depois, Peng se afastou de seus colegas para procurar água e nunca mais voltou. Seu desaparecimento chocou a nação e um enorme esforço de busca foi lançado, sem sucesso. Até hoje, a descoberta de restos humanos no Lop Nor causa emoção na China, onde Peng continua a ser um herói, mas nenhum rastro do explorador foi jamais encontrado.

4. Francisco de Hoces

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Relativamente pouco se sabe com certeza sobre Francisco de Hoces, um comandante espanhol que se juntou a expedição de Jofre de Loaisa em 1525, visando seguir a rota de Magalhães até a América do Sul e ao redor de todo o Pacífico.

Ao longo da história, a expedição ficou mais conhecida pela participação de Juan Sebastian Elcano, que completou a primeira circum-navegação da Terra após a morte de Magalhães. Elcano, eventualmente, morreu de escorbuto no meio do Pacífico.

Já a história de Hoces é menos conhecida. Ele comandou um navio chamado San Lesmes. Na época, os europeus não tinham certeza de onde ficava o extremo sul de Tierra del Fuego, e só sabiam como chegar ao Pacífico através do Estreito de Magalhães. Mas a expedição de Loaisa foi pega em um terrível vendaval quando chegaram à boca do Estreito. O San Lesmes foi separado do resto da frota e soprou em direção a Antártica, aparentemente a uma latitude de 56 graus sul.

Isso faria da tripulação do San Lesmes a primeira europeia a ver o mar aberto ao sul de Tierra del Fuego. De Hoces conseguiu se juntar novamente à expedição, apenas para ser separado por um segundo vendaval uma vez que a frota passou através do Estreito de Magalhães. Desta vez, o San Lesmes nunca mais foi visto.

Em 1975, o escritor australiano Robert Langdon propôs uma teoria sensacional para explicar o destino do comandante. Três canhões espanhóis do século 16 foram encontrados no atol de Amanu, no leste de Tahiti, e Langdon sugeriu que eles eram provavelmente do San Lesmes. Na teoria do australiano, de Hoces despejou os canhões ali e em seguida viajou para várias ilhas do Pacífico, casando-se com moradores locais e apresentando a cultura espanhola. Ele então fez uma tentativa ousada de navegar de volta para a Espanha, mas foi soprado fora do curso para a Nova Zelândia, onde se estabeleceu, criando uma série de lendas Maori no processo. Claro, a teoria é um pouco fantasiosa demais e permanece extremamente controversa entre historiadores, que continuam a considerar o destino do San Lesmes um mistério.

3. Everett Ruess

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O deserto do sudoeste americano provou ser uma atração irresistível para o menino-poeta Everett Ruess. Escritor e artista, ele começou a vagar pela região com apenas 16 anos. Pelos próximos quatro anos, flutuou através das partes mais remotas do Arizona, Colorado, Novo México e Utah.

Para conseguir dinheiro, ele vendeu pinturas dos belos cenários pelos quais passou, que agora são consideradas algumas das imagens mais evocativas da área. Ruess explorou o planalto do Colorado, High Sierra e até mesmo os parques nacionais de Yosemite e Sequoia, comunicando-se com a sua família através de cartas esporádicas enviadas de postos comerciais isolados.

Em novembro de 1934, Ruess foi visto conduzindo dois burros próximo ao cânion Davis Gulch e ao rio Escalante River. Acredita-se que ele tenha morrido pouco depois, mas ninguém percebeu que havia algo errado durante quatro meses, momento no qual seus pais começaram a ficar muito preocupados. Ele nunca foi encontrado.

Em 2009, a National Geographic declarou que restos humanos descobertos no deserto de Utah pertenciam a Ruess. No entanto, testes de DNA revelaram que os ossos quase certamente eram de um nativo americano, de forma que o lugar de descanso do jovem permanece desconhecido.

O próprio poeta parecia antecipar esse destino, como resultado de buscar “o mais selvagem, mais solitário, o local mais desolado que existe”. Em um de seus últimos poemas, ele pede para o mundo dizer “que morri de fome; que eu estava perdido e cansado; que eu fui queimado e cegado pelo sol do deserto… mas que eu mantive o meu sonho!”.

2. George Bass

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Cirurgião naval de profissão, George Bass é considerado um dos exploradores marítimos mais importantes da Austrália, tendo navegado 18.000 km pela costa do país. Seu destino misterioso na imensidão do Oceano Pacífico continua sendo um dos mais dramáticos desaparecimentos da história do país.

Ele chegou a Nova Gales do Sul em 1795, unindo-se com um marinheiro chamado Matthew Flinders para traçar a costa do novo continente. Infelizmente, o navio que eles queriam não estava disponível na colônia incipiente, forçando-os a usar um pequeno esquife apelidado de Tom Thumb, que era apenas um pouco maior do que uma banheira e definitivamente não projetado para o mar aberto. Neste bote raquítico, o par explorou a costa sul de Sydney.

Depois de conseguir um navio um pouco maior, eles alcançaram a Tasmânia (então conhecida como Terra de Van Diemen). Nesta viagem, Bass tornou-se o primeiro europeu a perceber que o lugar era realmente uma ilha, o que foi um grande avanço no estudo da região. Como resultado, o corpo de água que separa a Austrália e a Tasmânia foi nomeado Estreito de Bass em sua honra.

Em 1803, Bass partiu de Sydney com um navio cheio de carga. Sua intenção era vendê-la ilegalmente na América do Sul. Depois de muitos meses, percebeu-se que sua expedição tinha se perdido. A explicação mais provável é que o navio foi destruído em uma tempestade, embora uma teoria popular afirme que Bass foi capturado e enviado para trabalhar nas minas de prata espanholas no Peru.

1. Henry Hudson

The last voyage of Henry Hudson, by John Collier
No início do século 17, era preciso ser uma alma extraordinariamente corajosa para se aventurar na região desconhecida e gelada do Ártico. O explorador britânico Henry Hudson foi exatamente isso, mas talvez teria lhe feito bem ter um pouco de medo.

Hudson navegou a região em busca da mítica Passagem do Noroeste, que permitiria que navios europeus alcançassem as Índias através do Ártico. Ironicamente, sua carreira de começou com a exploração da igualmente ficcional Passagem Nordeste, um percurso para o Oriente através do Ártico russo.

Patrocinado pela companhia inglesa Muscovy Company, Hudson empreendeu viagens em busca dessa rota em 1607 e 1608, mas foi derrotado pelo gelo perto dos arquipélagos de Esvalbarda e Nova Zembla. A companhia holandesa East India Company em seguida contratou Hudson para uma terceira tentativa, mas os ventos se mostraram desfavoráveis e o desbravador convenceu sua tripulação a viajar em direção à América do Norte em vez disso, onde eles exploraram o que é agora o Rio Hudson.

Incentivado por sua primeira viagem às Américas, Hudson retornou à Inglaterra para conseguir financiamento para uma nova tentativa de encontrar a Passagem do Noroeste. A expedição partiu em 1610 a bordo de um navio chamado Discovery. Os membros da tripulação estavam esperançosos quando cruzaram o que é hoje o estreito de Hudson e chegaram a baía de Hudson.

Mas depois de passarem um inverno nas águas geladas do norte do Canadá, mudaram de ideia. A maioria da equipe estava desesperada para chegar em casa até a primavera. Hudson não era um chefe que sabia trabalhar a moral de sua tripulação, comportando-se de forma indecisa e criando intrigas (como quando deu um manto quente a uma pessoa, depois pedindo-o de volta para dar a outra).

Quando um boato se espalhou de que Hudson estava estocando alimentos para seus favoritos, a situação ficou feia. De acordo com relatos dos tripulantes sobreviventes, um motim foi realizado em junho de 1611, sob a liderança de Henry Green e Robert Juet. Os historiadores consideram este relato suspeito, uma vez que Green e Juet foram mortos por inuítes no caminho de volta, tornando-os bodes expiatórios ideais para o motim. As autoridades inglesas provavelmente aceitaram felizes esta versão dos acontecimentos, uma vez que os sobreviventes tinham conhecimento valioso que os fazia demasiado importantes para serem presos ou executados. Notavelmente, os sobreviventes foram acusados de assassinato (e absolvidos), em vez de motim, uma acusação da qual seriam definitivamente culpados.

O destino de Hudson foi cruel. Depois do motim, ele e outros oito, incluindo seu filho, ficaram à deriva em um pequeno barco nas águas geladas da baía de Hudson. Conforme o Discovery partiu, o pequeno barco de Hudson desesperadamente remou atrás. Logo, os nove perderam o navio de vista. Os corpos dos ilhados nunca foram encontrados. [Listverse]

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