Cidade anterior à invenção da roda revelada

Uma cidade pré-histórica foi descoberta na região da Síria. Ela se manteve intocada sob o chão por, aproximadamente, seis mil anos. Agora a cidade revela aos especialistas um pouco mais sobre a forma de vida das civilizações que viveram no Oriente Médio antes da invenção da roda.

A cidade é chamada Tell Zeidan e estima-se que ela esteja intocada desde 4 mil a.C., precedendo as primeiras civilizações humanas conhecidas. De acordo com cientistas é um dos maiores sítios arqueológicos da cultura Ubaid, no noroeste da Mesopotâmia.

Agora arqueólogos estudam o local, que está em uma área lamacenta e irrigada do rio Eufrates e atualmente pertence ao norte da Síria.

Até agora, sabe-se que a economia da sociedade era baseada em fabricação de cobre e extração de obsidiana. Também havia classes economicamente superiores que usavam selos com “brasões” específicos para marcar seus produtos.

Isso sustenta uma teoria que os arqueólogos já pregavam. As pessoas daquela região foram as primeiras a estabelecer divisões sociais baseadas em riqueza.

A localização da cidade também contribuiu para seu desenvolvimento. Ela estava localizada em uma rota de comércio que seguia o Rio Eufrates. Nesse período é que os especialistas supõem que tenha surgido a agricultura e os sistemas de irrigação.

Uma das descobertas mais incríveis é um selo de pedra vermelha com um desenho de cervo, usado para distinguir uma família.

Como o sítio arqueológico ainda tem potencial para mais descobertas, é possível que as pesquisas continuem naquela região por várias décadas.

Fonte: LiveScience

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21 respostas para “Cidade anterior à invenção da roda revelada”

  1. Um cervo, hem?
    O “Pi” seriam as duas patas traseiras dele, se fosse ele… pois tem as patas fortemente bifurcadas. E não representariam cervos com duas mamas alongadas no ventre, como se pode distinguir.

  2. ótima matéria. também não consigo imaginar como identificaram que era um cervo é não um outro animal.

    quanto ao robson cassol, está tão errado quanto o ernani, pois o símbolo da peugeot não é um cão e sim um leão.
    abraços.

  3. Claudio,

    No sertão do Ceará, na pequena e pacata cidadezinha de Quixadá, existe um portão dimenssional usado por seres superiores. Eles estão lá, é só pesquisar. Somos ratinhos de laboratório, somos peões nesse grande jogo cósmico.
    Sigamos em frete, pois não resta outra alternativa.

    Abs

  4. A manipulação da informação é imensa,o monopólio é surpreendente…saibam que a terra é oca,há inúmeras cavernas que levam ao mundo subterrâneo,um buraco incrível no polo gelado e etc…
    Tribos indígenas conhecem os mistérios e os grandes governos também!

  5. Eu não consigo ver o cervo da pedrinha. Eu queria saber como o cientista chegou a essa conclusão, baseado em que? Por que não um gato estilizado!? Parece o símbolo da ferrari, Aquele cãozinho cheio de perninhas.

  6. Sr. Wesley, acredito que aqui é para postar somente algum comentário sobre a matéria publicada em si, e não para outros fins, como por exemplo: venho observando que você gosta de direcionar comentários aos cristãos, fazendo pouco caso da crença dos mesmos. Cada um crê no quer, pois somos livres para isso, assim como você é livre para crer em si mesmo. Quanto ao Jardim do Edem, não está escrito em nenhum lugar que o mesmo foi recolhido ao Céu. Se você ouviu isso de alguém, posso afirmar que a pessoa não tem conhecimento de causa, e o que é pior, não tem entendimento espiritual. Bem, quanto a matéria, eu parabenizo os arqueólogos pelas descobertas que tem sido feitas, pois eles têm contribuído para que a história da humanidade se consolide na sua forma real, sem teorias que não se podem prová-las.

  7. Ao colega Wesley Hubris,

    Que tal ser mais crítico e menos repetidor de ideias preconcebidas (e sem embasamento científico)?

    “Ciência e fé são compatíveis?

    “Nosso cotidiano é profundamente influenciado pela ciência. Percebemos isto ao atentar para o copo de água tratada que bebemos ou o telefone celular com o qual nos comunicamos. Mas a fé também tem profundo impacto em nossas vidas. Max Planck, pai da teoria quântica e ganhador do prêmio Nobel de Física de 1919, testemunha que ‘… desde a infância a fé firme e inabalável no Todo Poderoso e Todo Bondoso tem profundas raízes em mim. De certo seus caminhos não são nossos caminhos; mas a confiança nele nos ajuda a vencer as provações mais difíceis’.1 A importância da fé também foi reconhecida pelo pintor impressionista Auguste Renoir, que ao comentar certas obras de grandes pintores disse: ‘Nas obras de antigos mestres jaz uma confiança suave, serena. Ela provém duma conduta despretensiosa, simples, que não existiria sem a fé religiosa como motivo primeiro. O homem moderno, porém, enxotou Deus — e assim perdeu segurança’.

    “O ‘enxotar Deus’, como Renoir o expressou, é motivo para propagar um falso conflito entre fé e ciência. Este falso conflito é contundentemente denunciado pelo sociólogo Rodney Stark, que com base em pesquisas sólidas demonstra a inverdade e o forte viés ideológico de afirmações como: ‘Fé religiosa é uma manifestação primitiva que desaparece com a difusão da ciência e tecnologia’, ‘Religião é oriunda de ilusões e neuroses’ ou ‘Religião é, genericamente, instrumento de manipulação’.2 Richard Feynman (prêmio Nobel de Física de 1965), embora não-cristão, concorda que ‘muitos cientistas crêem na ciência e em Deus, o Deus da revelação, de uma forma perfeitamente consistente.’

    “De fato pode-se citar muitos cientistas que consistentemente combina(ra)m uma fé bíblica com uma atividade científica de ponta. Por falta de espaço irei citar apenas mais três.

    “Primeiro, André Marie Ampère, cujo nome ficou para sempre associado à unidade de corrente elétrica, e que recomenda: ‘Estude as coisas deste mundo, é tua profissão; mas olha-as apenas com um olho e fita o outro permanentemente na luz eterna… Escreva apenas com uma mão; com a outra te segura na veste de Deus assim como uma criança se segura na veste de seu pai’.

    “Em segundo lugar, Louis Pasteur, o grande microbiólogo francês do século XIX, entendia a busca pela verdade na ciência e na fé como inter-relacionadas e afirmou: ‘Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é… Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas’.

    “O terceiro seria Arthur L. Schawlow, prêmio Nobel de Física de 1981, que disse: ‘… eu encontro uma necessidade por Deus no universo e em minha própria vida… Somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento, que nos fala sobre Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender’.

    “No Novo Testamento, que nos fala de Deus e de sua manifestação visível em Jesus Cristo, o apóstolo Pedro diz: “Não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade.” (2 Pe 1.16) Esta preocupação com a autenticidade e a verdade é comum a todos os textos da Bíblia e torna sua mensagem compatível com a ciência praticada por cientistas como Ampère, Pasteur e Schawlow.

    Notas:

    1 As citações usadas neste artigo foram extraídas de J. Gutzwiller – Das Herz, etwas zu wagen, Friedrich Bahn Verlag, 2000 (ISBN 3761593031), exceto a citação de Feynman, que consta de H. Schaefer – Science and Christianity: Conflict or coherence? The Apollos Trust, 2003 (ISBN 097429750X), e a de Schawlow, proveniente de sua própria contribuição em H. Margenau; R.A. Varghese – Cosmos, bios, theos, Open Court, 1992 (ISBN 0812691865).

    2 Dois artigos em que Rodney Stark e co-autores discutem este assunto são: R. Stark – “False conflict,” The American Enterprise, pp. 27-33, outubro/novembro de 2003; R. Stark; L. R. Iannaccone; R. Fink – “Religion, science and rationality,” American Economic Review, vol. 86, número 2, pp. 433-437, maio de 1996.

    Fonte: Karl Heinz Kienitz
    Data: 4/4/2009”

    extraído de http://www.pibteresina.com.br/ver.asp?id=498&categ=Destaque

  8. Obrigado por esclarecer Bovidino.
    De fato, Lamarck e Darwin se complementam em sentido mais amplo!

    E essa é uma descoberta incrível mesmo!
    Uma cidade de qdo deixamos de ser nômades… Uma coletividade humana vivendo num mesmo lugar e interagindo, buscando diferenciações e identidade, criando classes!!!

    Fascinante!

  9. As teorias evolucionistas e criacionistas não são contraditórias mas complementares. Nada evolui do nada, mas após a criação tudo pode evoluir, e é para isso que as coisas foram criadas.

  10. Meu caro Wesley Hubris, ” A ÁRVORE DA VIDA ” na verdade não morreu mesmo não, esta árvore a qual você se referiu ela foi usada por DEUS, com intuito de testar a obediência e resistência das criaturas ( homens e mulheres ), mau agradecidas ao criador ( DEUS ) .
    Como se mostra nos dias atuais, as criaturas são totalmente lesadas e ludibriadas pelos seus desejos carnais, que vencem até suas próprias razões psicológicas.

    TOLOS, BUSCAI PRIMEIRAMENTE À ” DEUS ” E TODAS AS COISAS MERECIDAS, ELE LHES ACRESCENTARÁ.

    DEUS TE ABÊNÇOE EM NOME DE JESUS!

  11. Esse tipo de matéria que o site tem que apresentar. Independente do conteúdo, matérias claras e objetivas, pois algumas matérias realmente são difíceis de entender e não apresentam dados consolidados; já quanto a está, meus parabéns.

  12. Quede a imortal “ÁRVORE DA VIDA”?

    Em suas equivocadas mitologias, os criacionistas alegam que, “A ÁRVORE DA VIDA não MORREU”, e que, “Antes do Dilúvio, o Éden foi recolhido ao Céu”, e que esta seria a razão do “Jardim do Éden” não ter sido localizado.
    Mas se o Éden foi recolhido ao Céu, por que tanto o Rio Píson como o Rio Eufrates continuam no mesmo local?

  13. De facto parece mesmo um Pi. Mas desconfio que não tenham sido eles a criar o alfabeto grego, e penso que, possivelmente se tenha relacionado mais tarde o Pi grego com o 3,1415…

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