Prostituição: um terço dos estudantes alemães encararia trabalho sexual

Por , em 19.05.2011

Segundo uma nova (e chocante) pesquisa, um em cada três estudantes universitários de Berlim consideraria “prostituição” como um meio de financiar sua educação. Os pesquisadores afirmaram que o número de homens que disse considerar trabalhar com sexo era praticamente igual ao número de mulheres.

Os resultados surpreenderam os autores do estudo, que resolveram pesquisar o assunto porque a prostituição estudantil era muito relatada, mas pouco se sabia sobre sua relação com a política de educação.

A prostituição é legal em Berlim. De todas as cidades estudadas, a capital alemã foi onde o maior número de estudantes considerou trabalhar com sexo; em Paris (França), 29,2% considerariam prostituição, e em Kiev (Ucrânia), 18,5% considerariam.

Também, 4% dos 3.200 alunos pesquisados de Berlim afirmaram já ter feito alguma forma de trabalho relacionado ao sexo (que inclui dança erótica, prostituição e exibições na internet).

Segundo os cientistas, a principal motivação dos estudantes para considerar a prostituição são os incentivos financeiros, principalmente os elevados salários por hora.

No estudo, 30% dos estudantes que trabalham na indústria do sexo estavam em dívida. Isso comparado com 18% dos alunos que estavam em dívida e disseram que considerariam o trabalho sexual .

Segundo os pesquisadores, as recentes reformas educativas que visam acelerar o tempo dos alunos na universidade podem desempenhar um papel na sua procura por trabalhos sexuais. É possível que, como as cargas de trabalho e horário dos estudantes aumentaram, eles têm menos tempo para ganhar dinheiro. Isso, juntamente com taxas mais elevadas, leva os alunos à prostituição.[MSN]

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22 comentários

  • José Calasans:

    Se fizerem uma pesquisa aqui no Brasil,a Alemanha vai vai virar santa.Antiganente aqui em Salvador quando os meninos faziam 12,13 anos oa mais velhos levava para o brega para virar homem,comigo foi assim e não me arrependo.

  • kati:

    vai, pegar uma muda de roupa pra lavar …, ha esqueci isso é mais vergonhoso que se prostituir.

  • Mario:

    SEXO E EDUCAÇÃO ANDAM JUNTAS TANTO LÁ QUANTO CÁ, É TANTO QUE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO QUER DISTRIBUIR KITS PRA DESCOBRIR SE NOSSAS CRIANÇAS BRASILEIRAS SÃO HOMEMS,MULHERES,HOMOSSEXUAIS OU BISSEXUAIS. NOSSA EDUCAÇÃO CHEGOU A NÍVEIS OBSCENOS.

    • Vinícius D.:

      Obscendo é esse seu comentário! Principalmente ao diferenciar os homossexuais/bissexuais dos homens/mulheres, como se aqueles não fizessem parte da nossa espécie também!

    • Miguel:

      Mario, para sua informação, um homem gay é à mesma um homem, assim como uma mulher lésbica é à mesma uma mulher.

    • Maria Emilia:

      Olha, com o perdão da palavra, sei que são seres humanos, mas que não é normal, ha! isso não é.
      É muito desagradável ver duas pessoas do mesmo sexo se beijando, se agarrando, eu acho extremamente desagradável, constrangedor, sei lá… Se um casal nestas atitudes já é ridículo, imagina do mesmo sexo.
      Pelo que conheço do assunto, o que oMEC ia fazer era estimular e considerar como banalidade o hosexualismo, com este kit ridículo.

  • BARRIGUDO:

    Gostei do pé,tomara que seja de mulher…

  • Vitor:

    O kiko?
    O 99% das brasileiras não tem cultura suficiente para sentar em um restaurante. No máximo tentariam,passando vergonha,falar inglês.
    Os fins justificam o meio,não vira profissão! No Brasil muitas veriam tanta grana que largariam a faculdade no primeiro semestre.
    Estamos falando de um país com IDH que põem o Brasil no sub-solo.
    Fizeram a pesquisa lá exatamente por isso. Aquí nem perderiam tempo com baboseiras……a pedofilia é incentivada para os gringos ,pelos próprios pais em épocas de carnaval e outras. Precisa fazer pesquisa aquí? Acho que não!

    • Vinícius D.:

      Ótimo, faço minhas as tuas palavras.

    • Andrea:

      Vocês devem estar se referindo a 99% das mulheres que vocês conhecem e fazem parte de suas vidas. Eu sou uma mulher brasileira que conhece a cultura de outros países e ao contrario de homens como vocês conheço a cultura do meu país do qual me orgulho e afirmo não deve ser julgada apenas pelas injustiças e desigualdades mantidas por candidatos e eleitores idiotas do qual devem fazer parte. Não se vender é uma questão de caráter, a miséria e ignorância não justificam a prostituição e a violência, se assim fosse não teríamos milhões de brasileiros (as) sustentando suas famílias com um salário mínimo. O que os senhores não querem enxergar é que a população de uma país que julgam ser subdesenvolvido e teria “motivos” para se vender não o faz na sua maioria e resiste com trabalho pesado e cansativo enquanto a população de um país considerado por vocês como superior e tem outras opções se prostitui como prefiro dizer por falta de valores e consumismo. Senhor Vitor, fique sabendo que o cidadão brasileiro não é obrigado a falar inglês e não é vergonha não falar outro idioma. Falo francês muito melhor do que o inglês porque eu gosto embora saiba que não somos obrigados a falar fluentemente o idioma de outros povos. Não vira profissão? Deve estar falando por experiência própria, em qual outro caso alguém justifica a prostituição? E quanto ao senhor Vinicius aprenda a questionar o que lê.

  • Vitor:

    O pior é que tem gente que teima ir pra Alemanha. Se as próprias alemãs se submetem á isso….brasileiras então, nem devo falar.
    E elas são lindas…Meu Deus…!!!!!
    São inteligentes, tanto que estudam…e não vêem na bunda de tanajura a beleza…o conjunto todo tem que estar em harmonia.

    • Vinícius D.:

      Não entendi essa da harmonia, mas ainda não sei o problema de se prostituir, elas o fazem para poder pagar sua faculdade, é realmente algo tão ruim?

    • Graziele:

      Eu temei em vim pra Alemanha e moro aqui, sendo brasileira e nao vim pra me prostituir. Fiz faculdade no Brasil e falo alemao fluente.Que preconceito achar que as brasileiras sao piores que as alemas.Nacionalidade nao tem nada a ver com moral e carater. Prostitutas existem em todos os paises do mundo.

    • leitor:

      Acho que você não entendeu o comentário. Ele se refere não a moral ou carater, e sim a condições socias e econômicas

  • Vinícius D.:

    Eu heim…
    E qual é o problema nisso? [2]
    Nem se quer consegui entender o motivo do conteúdo dos parênteses em: “Segundo uma nova (e chocante) pesquisa […]”

  • Vinícius D.:

    E qual é o problema nisso? [2]
    Nem se quer consegui entender o motivo do conteúdo dos parênteses em: “Segundo uma nova (e chocante) pesquisa […]”

  • Magda Patalógica:

    Humm…sei não.

    O argumento relatado na pesquisa é um só. Financiar os estudos.
    Gostaria de saber o que responderam os estudantes que NÃO aderem ao “sexo profissional”. O que pensam e por quê.

    Do ponto de vista religioso, os sete pecados capitais condena a “luxúria” e nos 10 mandamentos, consta “não pecar contra a castidade”. Coisa do passado? Sei lá!
    Aprendi desde menina, que o nosso corpo é o templo de Deus e acho essa filosofia muito legal, sem babaquice.

    Gostaria de conhecer o resultado desse estudo, se fosse realizado nos EUA, onde os universitários trabalham em qualquer tipo de atividade (babá, lanchonete, dando aulas particulares, estacionamento, entregando pizzas, jornais, etc) tudo sem o menor constrangimento.

    Acho mesmo é que estou ficando velha, porque não aceito muito a idéia de usar o corpo dessa forma para faturar. Seja por qualquer motivo, quando há outras alternativas mais honrosas para optar.

    Há gente que vende seu sangue, rim e até crianças inteiras para “doação de órgãos”. É um mercado em franca expansão.

    Tem garota que procura “pegar uma barriga” com jogadores de futebol, famosos ou caras que têm grana, para depois fazer chantagem e faturar beleza.

    Mas…cada um sabe de si.

    Se eu fosse entrevistada nesse estudo, minha resposta seria NÃO. E se o entrevistador perguntasse por quê?, eu diria:
    __Porque tenho vergonha na cara!

    Magda, a véia, esclerosada, e das antigas.

    Fui.

    • Maria Emilia:

      Magda Patalógica, não creio que sua opinião seja uma questão de idade, e sim de valores, pois o que não se encontra com facilidade são valores morais. Concordo com você em gênero número e grau, ou será que isso também não existe mais, sei lá, tantas mudanças…

  • Carlos Machado:

    “E eu encararia 1 terço dessas estudantes alemães”

    hehehehehehehe piadas a parte, lamentavel, mas se nao tem outra fonte de renda e se ja tentou tudo oque for possivel e viavel, nao resta mais oque fazer :\

  • Vitor:

    Bem, pelo menos elas escancaram o verbo e não apelam para dissimulação. E são muito lindas. Estive lá,mas não pude provar dessas beldades tetônicas.
    Na próxima vou.haaaaaaaaaaaaaa seu vou! Ich lieb dish fraus!

  • Thiago:

    Deviam fazer no brasil também a pesquisa

    • Maria Emilia:

      Thiago, fazer a pesquisa no Brasil para que?, Pois por incrível que pareça, existe casa de prostituição a dar com o pé, e todas estão cheias de mulheres que trocam nome, idade e guardando dinheiro para comprar casa, sustentar filhos, enfim, são tantos os motivos. Podes crer é o que mais tem, e como tem!

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