O universo sabota sua vida amorosa destas 7 maneiras

Por , em 26.02.2018

Relacionamentos humanos são difíceis. Em algum momento da vida, todo mundo vai chegar a esta conclusão. Por mais que você ache alguém que parece perfeito para você, os pequenos detalhes do início do relacionamento que apenas pareciam não encaixar direito podem se tornar grandes problemas, e as coisas podem não dar certo por uma infinidade de motivos. E, às vezes, os motivos podem estar muito além do nosso controle. Sim, às vezes não é você! E, de acordo com a ciência, às vezes o motivo para sua vida amorosa não ser muito produtiva pode ser bastante surpreendente.

7. Fotos com cachorros resultam em mais relacionamentos do que fotos com gatos


Gatos são ótimos animais de estimação, de sua própria maneira. Mas compartilhar fotos de seus gatos nas redes sociais pode estar atrapalhando sua vida amorosa – ou, pelo menos, não a ajudando muito.

Por algum motivo, as pessoas parecem gostar mais dos cães, e isso vai além da preferência pelo animal de estimação. Parece que, se um potencial parceiro gosta de exibir seus gatos online e não tem cães para mostrar, você tem 6% mais chances de ignorar a pessoa. Uma pesquisa feita pelo Facebook determinou que 30% das pessoas que compartilhavam fotos de gatos eram solteiras, em comparação com apenas 24% das pessoas que compartilham fotos de cães..

Talvez não por coincidência, os pesquisadores também descobriram que, se você é uma pessoa que gosta mais de gatos, é mais provável que você goste de coisas como ficção científica e prefira ficar em casa lendo um livro ao invés de sair. As pessoas que gostam de cães parecem ter mais energia, assim como seus companheiros peludos.

Mas, embora a vida amorosa das pessoas que gostam mais de gatos possa ser estatisticamente mais falha, suas amizades, embora provavelmente em menor número, parecem ser mais gratificantes e significativas do que as dos amantes de cães.

6. Homens e mulheres reagem de forma diferente a cantadas


Em um estudo feito na década de 80, pesquisadores analisaram a eficácia de 100 cantadas em vários lugares diferentes, incluindo bares, supermercados, restaurantes, lavanderias e praias, e chegaram à conclusão que homens e mulheres têm reações diferentes dependendo do tipo de abordagem. Segundo o estudo, existem três categorias principais de cantadas: as mais diretas, que são honestas e vão direto ao ponto, cantadas inocentes, que escondem as verdadeiras intenções da pessoa, e cantadas irreverentes, que envolvem humor, mas muitas vezes de maneira barata e não autêntica.

Homens e mulheres envolvidos no estudo concordaram que as cantadas irreverentes eram menos atraentes. As mulheres, no entanto, preferiam as cantadas inocentes e tinham uma maior aversão às cantadas irreverentes do que os homens, enquanto os homens preferiam as abordagens mais diretas do que as mulheres.

Essas preferências, no entanto, estão relacionadas a pessoas que têm em mente relacionamentos longos. Quando o interesse é apenas sexual, é diferente. Um estudo realizado com estudantes universitários descobriu que as mulheres estavam dispostas a ter uma caso de curto prazo com os homens por quem estavam atraídas independentemente do conteúdo de suas cantadas. As diferenças individuais mais estáveis também desempenham um papel. Pessoas extrovertidas e mais voltadas para relações não duradouras são mais receptivas ao humor e cantadas mais sexuais.

5. Usuários de iPhone e de Android não se misturam


Quando estamos procurando um potencial parceiro, muitas coisas precisam ser levadas em conta: religião, política, a opinião da pessoa sobre o aquecimento global, as séries que ela gosta, as músicas, etc. As pessoas usam essas coisas para determinar a compatibilidade com uma pessoa antes de compartilhar o DNA com eles, e parece algo extremamente legítimo e natural. Algumas preferências, porém, são um pouco específicas demais, como, por exemplo, o sistema operacional do seu telefone.

De acordo com uma pesquisa do site de relacionamentos Match.com, feita com 5.500 americanos solteiros, os usuários de Android são 15 vezes mais propensos a pensar mal de usuários do iPhone, enquanto usuários do iPhone têm 21 vezes mais probabilidades de ter a mesma reação em relação a usuários de Android.

Se você tem a audácia de possuir um modelo mais antigo, é pior ainda: suas probabilidades de beijar alguém diminuem em 56%. E este nem é o pior cenário: se você é um homem com uma tela de celular quebrada, 86% das mulheres vão julgá-lo de forma mais dura por isso.

4. Pessoas bonitas tendem a não ter relacionamentos duradouros


Apesar do que acontece nos contos de fadas ou nas comédias românticas, em que pessoas bonitas encontram outras pessoas bonitas e, depois de alguns problemas que sempre acabam se resolvendo, ficam juntas para sempre, as pessoas mais atraentes não costumam ter relacionamentos muito duradouros. Pelo menos é o que aponta um estudo feito na Universidade de Harvard, nos EUA.

Os pesquisadores pediram às mulheres que classificassem a atratividade de 130 celebridades e 238 homens comuns. Em ambos os casos, verificou-se que os sujeitos considerados mais desejáveis ​​eram “mais propensos a se divorciar” e também “casados ​​por períodos mais curtos”.

A explicação para isso pode estar na falta de um mecanismo de “proteção de relacionamentos” nas pessoas bonitas. Estudos anteriores descobriram que, quando estamos comprometidos com um parceiro, vemos outras pessoas como menos atraentes. Esta é a maneira do cérebro de garantir que você se mantenha em seu relacionamento. Mas os pesquisadores de Harvard acreditam que pessoas atraentes não têm esse “viés protetor”. Para demonstrar sua teoria, eles pediram a 130 pessoas para avaliar a sensualidade de alguém do gênero oposto – ao mesmo tempo, eles avaliaram a beleza das pessoas que estavam fazendo o teste.

Eles descobriram que as pessoas mais bonitas eram mais propensas a se sentirem atraídas pelas pessoas nas fotos, mas apenas se elas mesmas estivessem em um relacionamento. Então, contrariamente à noção do viés de proteção, quando em um relacionamento, as pessoas de boa aparência podem se sentir mais atraídas pelos outros.

É como se a natureza estivesse empurrando-as para sair e compartilhar seu belo DNA com o maior número possível de pessoas

3. A culpa pode ser da evolução


A dificuldade em começar ou manter relacionamentos pode estar na evolução – mais precisamente, no ambiente que nos cerca no mundo atual, um lugar para o qual nós não evoluímos para estar.

Segundo os autores de um estudo que mediu a dificuldade das pessoas nesta área, o problema pode estar relacionado a uma diferença na velocidade das mudanças que ocorrem no mundo. “Na maioria dos casos, essas dificuldades não são devidas a algo errado, mas devido a pessoas que vivem em um ambiente muito diferente do ambiente que elas evoluíram para funcionar”, diz o autor principal, Menelaos Apostolou, professor de ciências sociais na Universidade de Nicósia, no Chipre.

Do ponto de vista evolutivo, parece contra-intuitivo que um comportamento tão importante quanto o acasalamento seja tão desafiador para tantos indivíduos. Mas os motivos podem ser enraizados em um fenômeno das ciências sociais conhecido como o “problema incompatível”.

Embora os humanos sejam geralmente habilidosos para adaptar-se a novas condições, pode levar muitas gerações para alterar drasticamente nosso comportamento. Então, quando os humanos se adaptam adequadamente a um conjunto de novas condições, o ambiente ao nosso redor talvez já tenha mudado ainda mais, de maneira que não estamos completamente preparados.

“Os avanços sociais e tecnológicos dos últimos 200 anos podem ser uma maior quantidade de mudanças do que estamos equipados para lidar”, diz Apostolou. “Há razões para acreditar que a maioria das adaptações que carregamos conosco hoje evoluiu em um ambiente onde a escolha dos parceiros era mais regulamentada – ou seja, os casamentos eram arranjados”.

Os casamentos arranjados, que ainda acontecem em muitas sociedades, eram ainda mais comuns no mundo todo antes do século 18. “O ambiente mudou drasticamente e recentemente, então não tivemos tempo para nos adaptar às condições modernas”, acrescenta.

2. O lugar em que você mora pode ser um empecilho


As produções culturais nos fazem acreditar que o amor pode surgir em qualquer lugar. Afinal, é um processo químico que acontece no cérebro de (quase) todos os seres humanos. Mas talvez não seja bem assim. A Universidade do Estado de Michigan, nos EUA, fez uma pesquisa a respeito deste assunto no país e descobriu que as pessoas que moram nas regiões fronteiriças, na parte média da costa do Atlântico ou no Nordeste americano, tinham mais probabilidade de ter ansiedade ligada a relacionamentos ou evitá-los completamente.

Isso significa que pessoas que moram em regiões mais montanhosas provavelmente são mais solitárias, e quem vive perto ou dentro de cidades tende a ficar mais paranoico que seus parceiros os troquem por alguma das outras milhares ou milhões de opções disponíveis na região.

Mas não se preocupe, os autores do estudo incentivam os leitores a não se afastarem de onde quer que estejam. Na conclusão, eles afirmam: “Até certo ponto, relacionamentos positivos são encontrados em todos os lugares e transcendem o tempo e o lugar. Afinal, casa é onde o coração está”.

1. Ter muitas opções faz você não escolher opção nenhuma


Os aplicativos de paquera, como o Tinder ou o Happn, oferecem uma grande quantidade de opções para pessoas solteiras encontrarem alguém. O número aparentemente infinito de pessoas que aparecem nestes aplicativos nos dão a impressão de que há muitas opções por aí, e que a qualquer momento, quem quiser vai encontrar pessoas legais para sair. Mas pode ser que esta grande quantidade de opções seja exatamente o que está impendindo que você realmente encontre alguém.

Redes sociais destroem relacionamentos: está comprovado!

É o que os psicólogos chamam de paradoxo da escolha. Em um experimento famoso, apenas 3% das pessoas compraram geléia de uma mesa que oferecia 24 amostras, enquanto 30% compravam geléia de outra mesa com apenas seis amostras. Aparentemente, nós não sabemos lidar com muitas opções.

Outra coisa que pode ser prejudicial nestes aplicativos é a nossa preocupação em julgar rapidamente uma pessoa com base em algumas fotos e uma descrição. Um estudo realizado pela Universidade do Kansas, nos EUA, sugere que esse constante passar de dedo procurando pessoas atraentes está prejudicando nossa capacidade de estabelecer conexões reais com outros seres humanos. Depois de dividir 130 pessoas em três grupos separados, eles descobriram que depois de ter uma conversa real com uma pessoa, nossa percepção de atratividade física aumenta. [Cracked]

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (21 votos, média: 4,24 de 5)

Deixe seu comentário!