
“(A Bayer almeja) contribuir com o diagnóstico de Alzheimer no futuro, mais precisamente e mais cedo dentro do curso da doença,” a empresa disse em um pronunciamento no domingo.
Os resultados do estudo, que envolveu 213 participantes, levaram a Bayer a se preparar para uma terceira e última fase de testes, normalmente necessária para aprovação regulatória, afirmou em junho.
Atualmente, um diagnóstico confiável da doença só é possível quando sintomas como perda de memória, colapso da fala e movimentos prejudicados estão em estágios avançados e apenas um exame de um tecido cerebral post-mortem pode oferecer absoluta certeza.
A injeção de florbetaben ressalta as placas beta-amilóides – que são associadas com Alzheimer – no cérebro de um paciente sob uma tomografia por emissão de pósitrons.
O estudo também mostrou que o método florbetabeno identifica mais de nove dentre dez participantes saudáveis em um grupo de controle como livres de Alzheimer.
Estima-se que mais de 26 milhões de pessoas no mundo todo são sofram da doença de Alzheimer e segundo a Bayer, esse número pode ultrapassar os 100 milhões até 2050.
A empresa não oferece uma estimativa do auge de vendas anuais do produto. Entre os poucos tratamentos disponíveis contra Alzheimer estão o Aricept da Eisai e Pfizer, Exelon da Novartis, Ebixa da Lundbeck, e o Reminyl da Shire. [Reuters]
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