Ferro e ácido fólico durante a gravidez deixam os filhos mais inteligentes

Segundo um novo estudo com crianças das áreas rurais do Nepal, as mães que recebem ferro e ácido fólico durante a gravidez têm filhos mais inteligentes, mais organizados e melhor em habilidades motoras.

A equipe estudou 676 crianças em idade escolar, cujas mães tinham participado de um ensaio clínico em que receberam ferro, suplementos de ácido fólico e outros nutrientes enquanto estavam grávidas. Cerca de 80% das crianças, com idades entre 7 a 9 anos, estavam matriculadas na escola.

O ferro e a suplementação com ácido fólico pré-natais tiveram um impacto significativo no nível intelectual e na habilidade motora das crianças, em uma série de funções, incluindo a função intelectual, a função executiva e a função motora fina.

O ferro é essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso central. Os pesquisadores acreditam que garantir esses cuidados pré-natais básicos poderia ter um grande efeito sobre o futuro educacional das crianças que vivem em comunidades pobres, nas quais a deficiência de ferro é comum.

A Organização Mundial de Saúde que afirma que a deficiência de ferro é o distúrbio nutricional mais comum e difundido no mundo, afetando 2 bilhões de pessoas. Essa deficiência pode interferir no desenvolvimento do nervo, bioquímica e metabolismo, prejudicando tanto o desenvolvimento intelectual quanto motor.

Os pesquisadores sugerem melhores programas pré-natais, que incluem suplementos nutricionais de baixo custo, para beneficiar comunidades pobres, já que uma grande faixa de pessoas que residem em países em desenvolvimento tem deficiência em ferro e ácido fólico. [Reuters]

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (1 votos, média: 5,00 de 5)
Curta no Facebook:

2 respostas para “Ferro e ácido fólico durante a gravidez deixam os filhos mais inteligentes”

  1. eu não duvido, mas esse tal do ferro é o assassino silencioso. já tem quantidade suficiente na alimentação (normalmente não é necessário suplementar), mas em excesso aumenta vertiginosamente o risco de ataque cardíaco, só para resumir.

Deixe uma resposta