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Planeta anão Éris é quase um gêmeo perfeito de Plutão

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Por em 3.11.2011 as 10:58

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Embora o planeta anão Éris seja muito mais denso que Plutão, os dois são quase exatamente do mesmo tamanho, como demonstra um novo estudo.

Astrônomos mediram o diâmetro de Éris com precisão no final do ano passado, quando o planeta anão passou em frente a uma estrela fraca. As observações, feitas com vários telescópios no Chile, revelaram que Éris e Plutão são praticamente gêmeos em se tratando de tamanho.

A descoberta contraria as expectativas originais dos cientistas. Quando Éris foi descoberto, em 2005, acreditava-se que o planeta anão era significativamente maior que Plutão – um dos motivos pelo qual os astrônomos rebaixaram Plutão ao status de planeta anão em 2006.

As novas observações devem ajudar os cientistas a entenderem melhor a composição e a história evolutiva de Éris. Elas mostram, por exemplo, que o planeta anão tem uma superfície ainda mais reflexiva do que a neve da Terra, sugerindo que talvez Éris esteja coberto por uma fina camada de gelo.

As observações também ajudaram os cientistas a determinar que o diâmetro de Éris é de aproximadamente 2.326 quilômetros, podendo ter até 12 quilômetros a mais ou a menos. Plutão, por sua vez, tem entre 2.300 a 2.400 quilômetros.

Os pesquisadores concluíram que Éris é um corpo esférico. E, estudando o movimento da lua de Éris, Disnomia, eles estimam que o planeta anão seja cerca de 27% mais pesado que Plutão, o que significa que é consideravelmente mais denso – possivelmente um grande corpo rochoso coberto por uma manta relativamente fina de gelo.

Cientistas acreditam que a superfície de Éris seja composta de gelo rico em nitrogênio misturado com metano. Essa camada poderia ser resultado da atmosfera do planeta anão, que provoca geadas na superfície quando se afasta do sol.

As novas observações também permitiram que os pesquisadores fizessem uma nova estimativa da temperatura da superfície de Éris. O lado do planeta anão virado para o sol provavelmente não recebe mais calor do que 238 graus Celsius negativos, enquanto as temperaturas do lado escuro são ainda mais baixas. [LiveScience]

Stephanie D’Ornelas é estudante de jornalismo, tem 19 anos e adora um café e um bom livro. Também escreve para o Jornal Comunicação da UFPR.

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37 comentários

  1. EltonPaes /

    Glauco Noiado / 28.09.2011
    Nibiru está chegando, é um planeta que está escondido na Nuvem de Oort, foi o Prof. McCaneey que me disse… Deixa eu fazer o meu estoque de erva pro cachimbo da paz, afinal 2012 é daqui a pouco. Apocalipse Now!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Foi mals, mas isso foi mítico!
    auhahuauhuhauhauhuhauha

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  2. EltonPaes /

    Ótimo, precisamos de mais malucos por aqui…
    ¬¬’

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  3. adilson /

    vai saber. ainda penso que os cientistas não sabem muito nem mesmo do sistema solar.

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  4. Jonatas /

    O mesmo caso acontece entre Urano e Netuno, um pouco menor que Urano, Netuno é mais denso e tem mais massa. Os pesquisadores sugeriram que Éris tenha atmosfera transitória, como a de Plutão, que só surge no períelio – ponto orbital mais próximo do Sol. Eu já sugiro que alguns Planetas Anões podem ter alguma camada gasosa permanente e vo explicar porque: Embora o calor do Sol não possa aquecê-los, o vento solar chega até lá e vai muito mais além. É sabido que partículas eletromagnéticas do Sol podem bater nas superfícies geladas fazendo o gelo sublimar para camadas gasosas nos cometas, é claro que o processo é intencificado pelo calor quando o cometa se aproxima, mas os asteroides de gelo não tem gravidade suficiente pra segurar uma atmosfera e os gases se perdem no espaço quando se afastam do Sol. Já os planetas anões maiores podem segurar uma camada gasosa, embora percam um pouco para o espaço, o vento solar continua atingindo a superfície e revive a atmosfera. Ela tende a ser de oxigênio em mundos como Éris e Haumea, com gelo de água na superfície, e de Metano em Plutão, Orcus, entre outros.

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    • Romário Huebra /

      Realmente é interessante, isso significa qe esses planetas anões estão “evaporando” pouco a pouco.

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      • Glauco /

        Bullshit, planetas evaporando não existem.

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        • Cara parece qe vc naum entendeu. De acordo com a matéria esses planetas anões tem atmosfera transitória, e toda vez qe essa peqena atmosfera se forma ela é perdida no espaço pois esses planetas tem gravidade muito peqena, e esse ciclo se repete a milhões de anos, fazendo com qe eles percam um POUCO de massa a cada ciclo.

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      • Jonatas /

        Aqui na terra existe o ciclo da água, ela evapora, se condensa e volta a superfície. Imagine que o mesmo acontece nos planetas anões, com metano, azoto e outros compostos voláteis.

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        • Glauco /

          Primeiro você tem que se certificar de que existe gelo na superfície desse planeta. A idéia de que ele reflete tanta luz devido à presença de gelo em sua superfície é apenas suposição. Depois de tantos bilhões de anos, esse gelo deveria ter evaporado de sua superfície a muito tempo se não houver uma reposição contínua de material.

          A pouco tempo atrás (30 anos), esses mesmos astrônomos acreditavam que Vênus era tão frio quanto a Terra, e que deveria possuir até vida. Veja só o que Vênus é na verdade: um inferno capaz de derreter chumbo.

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          • Jonatas /

            Daonde, vemos claramente os mundos rochosos perto do Sol e os gasosos mais distantes, vemos gêyseres de partículas de Gelo nas luas de Saturno e Netuno, mostrando claramente que gelo de compostos leves são a composição predominante no sistema solar exterior.

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          • Jonatas /

            É claro, não são feitos só de gelo, mas sim rocha e gelo.

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          • Glauco /

            Claro, esses corpos que você indica possuem vulcões de gelo, normal eles possuírem ele em sua superfície. Nesse novo planeta ninguém nunca viu nem mesmo uma pequena erupção de nada até o momento, então não dá prá dizer que ele possui gelo ou não, pois o mesmo deve ser continuamente restabelecido.

            Nesse planeta que está tão distante, se você não colocar gelo novo em sua superfície via erupções vulcânicas, logo o mesmo já deveria ter evaporado a muitos bilhões de anos atrás.

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          • Glauco /

            De acordo com a teoria inicial sobre os cometas, eles deveriam ser bolas de gelo com poeira, só isso.

            Mandaram sondas até os mesmos e não encontraram nem mesmo um gole de gelo em sua superfície, só uma rocha quente e muitas vezes mais negra do que qualquer coisa já vista no Universo. Aí disseram que o gelo encontra-se abaixo da superfície, e entra em ebulição devido ao calor da aproximação com o Sol.

            Mas não encontraram até hoje em nenhum cometa jatos de água saindo de seu núcleo que possa contar com toda a água sendo expelida por sua cauda e corona. Logo, a água é criada na cauda e na corona do cometas devido ao altamente energético ambiente em que ele se encontra durante a descarga do Capacitor Solar.

            Tente encontrar a mínima envidência sólida de gelo na superfície de um cometa que eu fico calado! Até lá, digite “NASA Spacecraft Finds Comet Has Hot, Dry Surface” para saber a verdade sobre eles.

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          • Jonatas /

            Mas um processo de alta energia deveria quebrar moléculas, e não criar as mesmas. Como água poderia ser produzida em caudas de cometas? Se dissesse isótopos de hidrogênio, aí sim, eles são feitos de hidrogênio a altíssimas teperaturas ou pressão, mas água… não faz muito sentido.

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          • Glauco /

            Claro que faz. Hidrogênio é o composto mais abundante no Vento Solar, mas todo tipo de moléculas existem no vácuo sideral, e as descargas elétricas presente no cometa sugam-nas para o núcleo. Além do que, a composição química da rocha primordial do cometa também participa do processo, logo cometas são máquinas químicas siderais.

            Com certeza moléculas são destruídas no processo, mas a quantidade de material entrando no cometa é tão grande que sobrepõe de longe o que é perdido. Hidrocarbonetos também são comuns nesse processo, e essa é a origem real do petróleo da Terra: viram da própria Terra quando ainda era cometa e de outros cometas passantes desde então.

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    • Glauco /

      Cometas não são bolas de gelo sujas. O gelo não existe nessa forma no espaço e nunca foi encontrado em nenhum cometa mesmo com várias missões já enviadas a cometas. Cometas são descargas elétricas do Capacitor Solar causadas por um corpo entrante. Simples assim.

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    • Jonatas /

      Vemos pelas luas de Urano e Netuno que mundos do tipo anões de gelo são predominantes em número no sistema solar exterior. Logo, partindo desse modelo, é perfeitamente provável que os planetas anões distantes sejam dessa natureza.

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      • Glauco /

        Essas luas possuem vulcões criogênicos cuidando da reposição da camada de gelo em suas superfícies. Éris não.

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        • Jonatas /

          Teria que haver uma quantidade muito maior de criovulcões pra toda a massa de gelo superficial que existe nesses mundos, e a maior parte deles já está inativa há muito tempo. Encéladus perde a maior parte do gelo dos seus criovulcões para o anél mais externo de Saturno, porque tem baixa gravidade. Ainda Encéladus, existe produção e perda constante de atmosfera, e não atmosfera sublimando de volta a superfície, porisso imaginei um processo similar ocorrendo em Éris, que mesmo distante, tem este alto brilho similar a Encéladus.

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        • Jonatas /

          A idéia dos cometas eu entendi, é possivel mesmo que as caudas criem um ambiente onde os átomos perdidos de oxigenio, carbono e nitrogenio, tanto os do espaço quanto os desprendidos do cometa, possam se juntar com o hidrogenio do vento solar formando moleculas de agua, hidrocarbonetos e amonia; É possível essa explicação, teoricamente…

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          • Glauco /

            Teoria por teoria, qual você escolhe:
            Uma bola de gelo suja, negra, quente, radioativa e com Raios-X ou uma Descarga Elétrica do Capacitor Solar?

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          • Jonatas /

            A da formação molecular na cauda, sem desconciderar a presença de massas de gelo no cometa, mas aceitando-as numa quantidade muito menor do que seria na descrição “bola de neve”. Estaria mais pra uma rocha um pouco porosa constituída de gelo – explicaria a baixa densidade. Estranhamente, acho que a radiação deveria condensar o gelo em líquidos, não em gases diretamente como na teoria clássica, logo cometa se despedaçaria na primeira passagem perto do Sol, se fosse uma bola de gelo suja. Acho que estão mais pra esponjas rochosas, levemente “humidecidas”.

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          • Glauco /

            Não há porosidades levemente humidecidas nos cometas. As sondas mostraram rochas quentes e secas, sem sinal de gelo ou água no núcleo.

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          • Jonatas /

            Mas não da, se os cometas fossem exclusivamente rochosos não diferenciariam dos asteroides, e muitos asteroides passam perto do sol sem exibir caudas cometárias…

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          • Glauco /

            Não é o calor do Sol que produz a aparência cometária, e sim a carga potencial elétrica presente na região onde ele se encontra. Os planetas e asteróides possuem órbitas muito mais circulares que os cometas, ou seja, descarregam apenas a área do Capacitor em suas órbitas. Os cometas descarregam o Capacitor Solar em toda a sua extensão.

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  5. Glauco /

    Eles repetem tanto que esse planeta reflete tanta luz devido a gelo, que na verdade o motivo só pode ser outro! Fico atento!

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    • Romário Huebra /

      Avá, agora vc vai dizer qe tem ET’s lá.

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    • Carlos /

      E dá-lhe cachimbo da paz…

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    • Curioso /

      E o que seria?A estrela da morte?Fala sério.

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    • Glauco /

      Cs são corvos!
      Pode ser gelo, mas pode ser atmosfera refletida também. Esse planeta está distante demais a bilhões de anos demais para ter até mesmo gelo ou qualquer atmosfera, mas até Plutão também não deveria ter… mas tem! Ainda se fosse um planeta a la lua gelada de Júpiter que expele gelo por vulcões tudo bem, mas nesse caso, sabendo da má-fama da NASA em explicar fenômenos simples, não consigo acreditar tão facilmente nessa matéria.

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      • Jonatas, tomem cuidado com essa deusa /

        Cuidado com as discórdias, Glauco, estamos falando sobre Éris…

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        • Glauco /

          Foi um elogio! O corvo é um dos animais mais inteligentes do planeta! Mais inteligentes do que muita gente que frequenta esse site.

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          • Jonatas /

            certamente.

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