Especialistas alertam: pare de usar papel higiênico

Por , em 6.04.2018

O papel higiênico é um item doméstico essencial, certo? Exceto que os especialistas acreditam que ele não deveria ser usado, pelo menos não para limpar bumbuns.

Não só esse hábito pode nos fazer mais mal do que bem, como é uma maneira extremamente ineficaz de nos limparmos.

Limpar o ânus com papel higiênico poderia deixar fezes para trás, e seu uso excessivo pode até levar a problemas de saúde, como fissuras anais e infecções do trato urinário.

Melhores opções

“Acho desconcertante que milhões de pessoas andem por aí com ânus sujos enquanto pensam que estão limpas”, disse a autora e jornalista Rose George, que publicou uma obra sobre essa questão: “The Big Necessity: The Unmentionable World of Human Waste and Why It Matters” (em tradução livre, “A grande necessidade: o mundo não mencionável dos resíduos humanos e por que isso é importante”, ao portal Tonic.

Embora nem todo mundo seja acostumado com essa opção, o bidê é uma alternativa muito melhor que o papel higiênico – além de ser mais ecológico e menos poluente que o rolo de papel, a água também faz um trabalho muito mais minucioso na limpeza da região.

Esse aparelho sanitário é muito comum em países como Coreia do Sul, Japão, Egito, Grécia e Itália.

Outra solução é usar lenços umedecidos em vez de papel higiênico. Menos agressivo e mais eficaz na limpeza, também.

Problema maior: doenças

A limpeza não é o único problema do papel higiênico.

Usá-lo de maneira agressiva pode causar fissuras anais dolorosas, que podem levar de oito a doze semanas para cicatrizar e até mesmo causar hemorroidas.

Infecções do trato urinário são outro perigo de se limpar o ânus com papel.

Ou seja, usar um bidê ou lenço umedecido não é somente muito mais suave para o bumbum, como também tem a vantagem de lavar praticamente todas as bactérias nocivas que estiverem por ali. [Mirror]

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3 comentários

  • Tibulace:

    Quem lê essa matéria, é induzido erroneamente a pensar, que NÃO EXISTEM duchas higiênicas, no Brasil.Moro em cidade do interior do Nordeste e tenho essas duchas em casa, desde que ela foi construída, há 33 anos.

  • Oliveiras:

    Excesso de preocupação com o ânus alheio.

    • Cesar Grossmann:

      Por que “excesso”? Para mim é uma preocupação saudável.

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