
Os pesquisadores escanearam várias regiões do cérebro para descobrir qual imagem que os voluntários estavam enxergando.
Um estudo anterior já tinha sido feito de um modo parecido com este. Jack Gallant, neurocientista que fez a nova pesquisa, explica que o estudo anterior era diferente pois tinha um número limitado de imagens para os participantes pensarem. Os participantes do estudo viam uma série de imagens mostradas pelos pesquisadores, e depois os cientistas observavam as imagens da ressonância magnética do movimento do cérebro dos participantes tentando descobrir sobre qual das imagens ele estava pensando. “Seria como o truque de um mágico, quando ele descobre qual carta você está segurando”, explica Gallant. “O mágico sabe exatamente quais cartas você pode ter visto”, diz.

O sistema utilizou probabilidades matemáticas para coincidir as imagens do escaneamento com uma imagem especÃfica em um banco de dados com 6 milhões de imagens. Apesar de alguns pequenos erros o sistema conseguiu coincidir as imagens da coluna da direita com as da esquerda com excelente precisão, mostrando um grande avanço na “leitura” da mente.
O novo estudo abrange a análise para partes do cérebro utilizadas para classificações mais gerais, como “pessoa”, “carro” ou “edifÃcio”, por exemplo. Utilizando matemática de probabilidades, os pesquisadores desenvolveram uma base de 6 milhões de resultados possÃveis e as novas ressonâncias magnéticas foram ajustadas para “mostrarem” uma imagem que correspondesse ao que a pessoa estava pensando. “No novo estudo, a carta podia ser uma fotografia de qualquer coisa no universo, e o mágico tem que descobrir o que é”, afirma Gallant.
A pesquisa permitiu a criação de uma ideia geral do pensamento dos participantes do experimento, mas ainda não é possÃvel criar uma imagem perfeita do que a pessoa está vendo. Isso acontece porque a imagem da ressonância magnética aglomera milhões de neurônios em blocos únicos. Este problema pode ser resolvido ao utilizar aparelhos de imagens mais avançados, como eletroencefalograma ou escaneamentos com laser, que melhorariam a fidelidade da informação que passa no cérebro.
Resolvendo estes problemas, Gallant afirma que em algumas décadas pode ser possÃvel utilizar algoritmos para decodificar mais coisas, e não só a visão. “Em teoria, poderÃamos analisar discursos internos. A pessoa pode falar com ela mesma, e seu pensamento sair em uma máquina”, afirma o pesquisador. [Daily Tech]
Mais artigos sobre: Cérebro, Ler mentes, Ler pensamentos, Neurociência, Neurologia
5 Comentários »
Deixe a sua opinião
Vai nos elogiar?
Então aproveite e assine agora nosso boletim diário?:
ATENÇÃO: NÃO COMENTE ANTES DE LER O ARTIGO ACIMA NA ÍNTEGRA. Procure que seu comentário seja colaborador. Comentários pouco educados, irrelevantes, com grafia muito pobre, ofensivos, injusta ou exageradamente críticos serão deletados antes mesmo de aparecerem aqui.

Compartilhe
Siga nosso Twitter

E não mais haverá necessidade da morte. Chegaremos ao inferno em vida.
é otimo .amei
como faço caso queira ler o pensamento de alguns tipo do meu esposo. por favor mande resposta. vou agradecer de mais
Caro Renato, você se enganou…já estamos no inferno. A única coisa que resta é tentar melhorar isto antes da morte.
ItaloXM,
perfeito o q escreveu!
Para edijane
HAHAHAHAHA, é melhor você trocar de marido, ou treinar seu cérebro! Isto é só uma pesquisa!!!
KBÇOOOONA!!!