
A pintura “Perfil da Bella Principessa” pode ter uma digital de Leonardo Da Vinci no canto superior esquerdo
Um retrato pintado por Leonardo DaVinci pode ter sido descoberto depois que uma impressão digital encontrada no quadro foi comparada com outra, descoberta em uma de suas peças. Um laboratório de Paris afirma que a digital é “altamente comparável” com outra, encontrada em uma obra de DaVinci que está no Vaticano.
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O quadro chamado “Perfil da Bella Principessa” foi vendido em um leilão em 1998 e era então considerado alemão e do início do século XIX. A obra custava aproximadamente 19 mil dólares (aproximadamente 40 milhões de reais), mas agora pode passar a valer milhões de dólares.
O quadro que fica no Vaticano, utilizado para comparação, foi pintado durante o início da carreira do artista, quando, acredita-se que ele não usava assistentes. Análises com luz infravermelha mostram que o estilo de pintura é “significativamente” semelhante ao de outro trabalho de DaVinci, além de revelar que o artista que realizou a pintura era canhoto, como o pintor italiano.
Desenhado com giz e tinta, o quadro mostra uma jovem com roupas que refletem o estilo da moda de Milão no século XVI, e análises de carbono confirmam a época em que a pintura foi feita.
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Martin Kemp, professor de história da arte da Universidade de Oxford, na Inglaterra e especialista das obras e DaVinci, acredita que a jovem exposta no quadro pode ser Bianca Sforza, filha de Ludovico Sforza, duque de Milão (1452-1508). O especialista afirma que a mulher também pode ser a amante do duque, Bernardina de Corradis. Ele afirma ter feito as sugestões por um “processo de eliminação”. [BBC]

Novo quadro de Leonardo Da Vinci



Lisandro…. desculpe…mas… quanta tolice!!!!!
Como assim não existiam mesas e talheres no tempo de Cristo? É claro que existiam, colheres feitas de madeira eram usadas para tomar sopa e mesas e cadeiras também feitos de madeira existiam sim. A carpintaria é uma profissão que remete a um tempo anterior ao de Cristo, portanto, tais objetos já existiam.
A carpintaria existe a muito tempo, mas não para esse fim. Não existiam mesas, as pessoas comiam sobre estrados, que á noite eram suas camas.
É mesmo uma bela princesa. Algo de mágico se sente no quadro. Será o perfil da princesa ou a alma do mestre?
sem duvida muito solitario, por estar muito a frente da sua época, um genio da pintura , engenharia, medicina,filosofo,inventor entre outras areas do conhecimento, poucos foram tão abrangentes !!
definitivamente um dos maiores genios da
Como a mesa de jantar foi inventada no final do Século XIII.
E só após o Século XIV, foi que as Mesas retas de jantar, as Cadeiras individuais, os Garfos e as Colheres, passaram a fazer parte do cerimonial das refeições.
É evidente que a famosíssima “Última Ceia de Jesus”, ambientada num cenário europeu, é um enigma, onde o Da Vinci usou “Imagens latentes”, truque de segurança e uma técnica, que esconde recados que mesmo estando presente na pintura, não pode ser compreendido pelo cérebro mágico dos místicos.
Já que no ano 33 d.C. não existiam: as enormes Mesas, as Cadeiras individuais, os Talheres de uso individual e as Toalhas bordadas com desenhos que ainda hoje se usa na Itália.
Caso Jesus tivesse existido, a suposta “Última Ceia” de Jesus teria que ter sido feita sem mesa, sem cadeiras, sem os talheres individuais e com os convidados suados, sentados sobre almofadas. Comendo diretamente das travessas que eram colocadas sobre algum tapete.
E sem que os comensais tenham antes, lavado as mãos.
A famosa “Última Ceia de Jesus”, imortalizada por Leonardo da Vinci.
Onde é mostrando um Jesus lindo, sereno, educado, limpo, bem vestido e tipo europeu.
Numa Mesa enorme e reta. Sentado em uma confortável cadeira individual.
E dividindo um “Pão francês”’ fermentado, quando o pão judaico é chato, ázimo e circular…
Não passa de um magnífico enigma fabricado por um inteligentíssimo ateu, que conseguiu transmitir de forma velada ou mesmo anamorfotica, tudo o que pensava sobre a farsa da mitologia existência de Jesus Cristo.
E sabia que quanto mais fanático for o crente, mais manobrável ele seria diante das histórias místicas e gloriosas.
Gostei do câmbio:
A obra custava aproximadamente 19 mil dólares (aproximadamente 40 milhões de reais)