7 Doenças mal diagnosticadas nas mulheres

Profissionais que estudam o assunto afirmam: as mulheres deixam de frequentar os consultórios médicos porque acreditam que seus sintomas não estão sendo levados a sério. Eles afirmam que os problemas relatados existem apenas em suas cabeças e que tudo ficará bem quando elas pararem de se preocupar.

A realidade é que algumas mulheres têm frequentemente uma doença auto-imune. Um a cada cinco estadunidense sofre deste problema, três quartos deles (aproximadamente 22 milhões de pessoas) são mulheres. Algumas delas vivem com os sintomas por 10 ou 15 anos antes de a doença ser diagnosticada e receber um tratamento correto.

“Mais de 40% das mulheres diagnosticadas certamente com uma doença auto-imune séria recebem como resposta de seus doutores que elas estão se preocupando demais ou que são hipocondríacas”, afirma Virgínia Ladd, fundadora e diretora-executiva da Associação Americana de Doenças Auto-Imunes.

Ladd e outros estudiosos da área da saúde afirmam que o importante é se familiarizar com os nomes, fatores de riscos, sintomas e os tratamentos das doenças, pois conhecendo o que se tem, é possível argumentar com os médicos.

As doenças auto-imunes que têm um maior índice de incidência são: síndrome de ovários policísticos, fibromialgia, síndrome da fadiga crônica, lupus, esclerose múltipla, artrite reumatóide e síndrome do intestino irritável (gases, constipações, inchaço, diarréia e dor abdominal). Os tratamentos variam entre utilização de medicamentos, boa alimentação, prática de esportes e até hipnose e ioga. [CNN]

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7 respostas para “7 Doenças mal diagnosticadas nas mulheres”

  1. Pouco se sabe sobre doenças autoimunes,só quem tem sabe o que é sofrer dia e noite c/ dores terríveis e,os médicos ñ se interessarem em diagnosticar corretamente p/ o tratamento,minha filha sofre de síndrome de crom,era sempre tachada de mimada e manhosa,até que um cardiologista,d.kefel,deu o diagnóstico certeiro ,hoje ela é dependente de asatioprina e mesalasina e tem uma vida normal ,por toda a vida terá que toma-los.

  2. Minha mãe morreu de Lupus por que um médico não sabia o que ela tinha. Fiquei com paralisia temporária por causa de doença auto-imune e todo mundo pensava por que eu estava fingindo. Eu acho que a auto-imune é sempre o último palpite de alguns médicos.

  3. Eu tenho lupus e foi muito difícil o diagnóstico pq eu me recusa ir ao médico enqto tinha febre e os sintomas. Então na verdade, acredito que o preconceito é nosso mesmo, pois muitas vezes vistas erroneamente como sexo frágil, não nos permitimos ficar doentes. Não aceitamos! Foi uma luta (interna) pra eu reconhecer que realmente precisava de ajuda e que tinha uma doença autoimune/crônica.

  4. Concordo com Daniras sobre o comprovadamente, pois comprovar interações moleculares, de acordo com os critérios científicos atuais é algo complicado.
    O fato é que a medicina atual nem ao menos leva em consideração a importância da energia vital.
    Tem experimentos recentes em nível molecular, e até com imunofluorescência mostrando as alterações que ocorrem da conformação molecular com IgG e IgM, moléculas responsáveis pela resposta imune ao nível humoral, apenas ao submeter pacientes a determinados campos vibracionais específicos.
    Isto pode ser utilizado para tratamento de doenças crônicas em geral de modo mais eficaz, para a resolução do processo, do que simplesmente administrar imunossupressores, como corticóides e anti-inflamatórios, que cronificam muitas vezes ainda mais os casos crônicos em geral.
    Há de se convir que em quase todas as doenças há participação direta ou indireta do sistema imune, mas sempre o efeito final é resolutivo, se as condições forem favoráveis, ou pode haver agravação, se as condições forem desfavoráveis.
    Assim sendo, a homeopatia e a acupuntura que são medicinas energéticas, quando corretamente praticadas, podem reverter muitos casos crônicos.

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