
Pais que querem que seus filhos sejam tenazes e gostem de música, esporte, artes ou até mesmo da escola não devem pressioná-los para fazerem nenhuma destas coisas.
Permitindo que as crianças explorem atividades por si mesmas os pais não apenas fazem com que elas encontrem do que gostam mais, mas também as impedem de se tornarem obsessivas. De acordo com psicólogos a paixão por alguma coisa não pode ser forçada, apenas descoberta.
» Como criar uma criança feliz
O estudo se baseou no que especialistas chamam de autonomia – ou seja, fazer algo por seus próprios valores e crenças e não pelos dos outros. Pais controladores fazem com que seus filhos não tenham autonomia e forçam eles a fazer atividades das quais não gostam.
Então quando a criança vai tocar piano não sente paixão pela música e sim um senso de obrigação e medo de desapontar seus pais ou de ser pior do que as outras crianças.
Para conectar a autonomia ao sucesso nas atividades, os pesquisadores analisaram artistas e atletas de diferentes níveis, com idades entre 6 e 38 anos.
Eles perceberam que crianças que aprenderam a tocar instrumentos progrediram melhor quando seus pais não interferiam no processo, deixando-os mais livres. A maioria das outras crianças não progrediu, desistindo ou tendo menos sucesso. Também notaram que aquelas que tocavam o instrumento bem, mas eram obrigadas, estavam se tornando obsessivas, o que não é saudável.
A diferença entre uma paixão saudável e uma obsessão é que as crianças não devem definir suas vidas pelo esporte que praticam, por exemplo, e sim encarar a prática como uma diversão.
» Estimular a imaginação da criança melhora seu apetite
Isso não quer dizer que os pais devem deixar os filhos fazer o que quiserem. Eles devem ter limites e devem ser estimulados, mas isso não significa impor a eles o que fazer. [Live Science]



Bruno sua mãe pelo jeito te bateu pouco. Você já está na “UEL” e nem sequer sabe escrever certo…
O FILHO É O NOSSO PROJETO DE VIDA MAIS IMPOTANTE NESTE MUNDO, PORTANTO OS PAIS, TEM QUE SE FAZER PRESENTES EM CADA PASSO DO FILHO. OBSERVANDO, SEUS GOSTOS, TENDENCIAS, PREFERENCIAS E COM RESPEITO ORIENTANDO.
ENVOLVIDO NESSA ATENÇÃO DIRECIONADA, SEMPRE COLOCANDO O AMOR, TERÁ UM FILHO, FELIZ, INDEPENDENTE.
O HOMEM É FRÁGIL MEDIANTE OS PROBLEMAS. POSSUIMOS A NECESSIDADE DE DESVENDAR OS MISTÉRIOS. A FÉ PERMITE TERMOS ESSA FORTALEZA E SOLUCIONE ESSES MISTÉRIOS. PRECISAMOS AGREDITAR EM UM SER SOBERANO, PODEROSO, BOM, QUE NOS PROTEGE E NOS TORNE ETERNOS QUE SERIA DEUS TODO PODEROSO. ASSIM NOSSA MENTE ENTRA EM SINTONIA E ACONTECE OS MILAGRES, MAS TEM QUE TER FÉ.
preste aten~~so
meu pai era mais ou menos assim, ele nunca me forçou a fazer algo, se eu me interessava em fazer aulas de musica, ele simplesmente me trazia informações, ele sempre apoiava as coisas que eu queria fazer, mas com um bom limite.
não sei quanto a vcs. mas a educação que meu pai me passou funciona super bem. nao fico brabo com ele e o relacionamento entre pai e filho é super legal
abraços
a minha mae me insentivava é com porrada no rin…!! e com um carinho na voz ” – Vai estudar VAGABUNDO. !!!”
hoje estou na UEL …..e ela sempre me falava…..estou te batendo mas um dia vc vai me agradecer……..! me falem uma coisa quem agradeçe porrada????!!!
Talvez esta síndorme do abandono seja a responsável pelo grande número de pessoas que se apegam a cães hoje em dia. Eles talvez funcionem como o bebê que se apega à mãe desesperadamente e, mesmo repudiados pelo dono, sempre se mostram próximos e prestativos ao menor sinal de benevolência. Muitos milionários e também muitos moradores de rua têm cães que são tratados como filhos.
Uma pesquisa feita em 1985 mostrou que, inúmeros vultos que se destacaram nas artes, na música, na política, no comercio, no conhecimento ou mesmo no crime; por mais que tenham feito, acharam que teriam feito pouco.
Se observarmos os que se destacam ou que enfrentam grandes desafios, veremos que na infância ou adolescência dos mesmos, quase sempre haveria a perda de algo muito importante tipo: ter sido um filho sem pai, um rejeitado, alguém que passou por alguma angústia existencial, foi influenciado por algo que modelou sua personalidade ou alguém que teria sido uma vítima ou refém do passado, pois a inesgotável energia que move esses “pássaros feridos”, seria a fornecida pelo dor, a revolta, o horror, a incerteza ou o desejo de vingança.
Os com “Síndrome de abandono” tudo faz para impedir que venha a sofrer um novo abandono.
E inconscientemente eles tentariam alastrar a sua “síndrome”, de forma a fazer com que a mesma passe a ser uma coisa comum ou parte de alguma “nova cultura”.
Como os abandonos traumáticos faz com que algumas “bombas relógio biológicas” passe de um indivíduo comum para um grande vulto. Muitos dos que se destacaram na arte, na ciência, na política, na economia, na religião ou mesmo no crime, possuiriam características que poderíamos chamar de denominadores comuns aos grandes vultos.
Experiências feitas com macacas jovens, que tendo sido criadas isoladas, apresentavam “Síndrome de abandono”, fez brotar a expectativa de que em determinados casos, seria possível minimizar a síndrome do indivíduo abandonado, desde que o mesmo fosse forte, jovem, super envolvido por alguém de quem goste e não tenha outros tipos de problemas.
Na experiência feita com macacas jovens, que foram trancadas em jaulas junto com os seus bebês, elas teriam aprendido gostar do filho que se agarrou a mesma, pois o carente, indefeso e esfomeado bebê, ao se agarrar a jovem mãe com persistência, não revidar as agressões, gostar desesperadamente da mãe e não se importar com os esforços que a “traumatizada” macaca fez para se livrar do “grude” teria funcionado como um eficiente terapeuta.
Não podemos pressionar, devemos deixar livres, mas também devemos impor limites. Oh meu Deus, afinal qual é o segredo de Tostines????