Eletrosensível: Pessoas com alergia a eletricidade ou tecnologia

Ser uma pessoa eletrosensível é o mesmo que ser excluído da sociedade moderna. O pior é que eletrosensibilidade ainda é um mistério para os médicos e especialistas.

Muitas pessoas são obrigadas, ainda hoje, a viver à luz de velas. Mas não porque não tem dinheiro para pagar a conta de luz, mas porque são eletrossensíveis, ou seja, tem alergia a eletricidade, ou seja, alergia a campos magnéticos fortes.

Esse enigma da ciência ainda não foi desvendado e é um mistério para a medicina ainda sem cura. Pessoas com esta condição não podem usar um simples telefone celular ou um computador. Para elas a vida social é muito dura, pois se sentem excluídas.

A britânica Petra Smith sofre de sensibilidade elétrica extrema, uma rara condição alérgica que faz o seu cérebro “fritar” e causa insônia e ataques de pânico quando ela está próxima a aparelhos elétricos. Atualmente Petra não pode sequer entrar em um mercado, as pessoas trazem para ela as compras até a porta.

Aos 27 anos, quando foi morar em uma casa com fiação elétrica defeituosa, ela descobri que, ao chegar próxima de uma tomada elétrica, seu coração disparava. Mas ela nunca conseguiu ajuda para combater a sua condição, pois eletrossensibilidade, ou hipersensibilidade elétrica, não é uma doença reconhecida.

Outros acometidos por estes males dizem que a existência de campos elétricos os prejudicam e causam sintomas como dores no quadril, sono irregular, erupções na pele (irritações na pele caracterizadas por um vermelhão ou bolinhas), etc. Eles dizem que sua condição é verdadeira, pois melhoram após instalarem caríssimos filtros elétricos em suas casas e pelo fato de que os nervos no corpo humano respondem a impulsos elétricos vindos do cérebro. Muitos dizem que este é apenas um efeito placebo, mas a verdade é que o surgimento de pessoas que são alérgicas à tecnologia são uma moda real, sendo ou não psicossomática.

Até que a ciência possa derrubar estas afirmações sobre os eletrossensíveis eles possivelmente não conseguirão muita ajuda da sociedade atual. Mas editores de revistas especializadas em alergias dizem que a condição está cada vez mais comum e pessoas que relatam sintomas negativos por causa da eletricidade estão aparecendo a cada dia. [Fontes 1 2]

Um quadro do programa Fantástico fala sobre como é ser eletrossensivel e a alergia a eletricidade neste domingo. Assista abaixo:

Por: Eduardo MartinsEm: 1.11.2008 | Em Mistérios, Outras  | Tags: ,  
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24 respostas para “Eletrosensível: Pessoas com alergia a eletricidade ou tecnologia”

  1. olá pessoal, eu moro em Brasília e faz 3 meses comecei a sentir algo estranho qdo ficava próxima ao forno de microondas, qdo começava a digitar meu notebook ele apagava geral, assistir tv e dirigir o carro c/ar ligado, era como se eu estivesse entrando no meio do mato e milhões de mosquitos ou pernilongos subissem pelas minhas pernas e corpo, tudo só ficou mais evidente qdo fui ao supermercado e lá com muitos caixas eletrônicos veio a confirmar a coisa esquisita. Mais esquisita era eu ter q falar sobre isso c/ alguém. Não procurei nenhum médico porque sei q eles não estão prontos para esse caso e, tenho certeza, que qualquer especualista iria me prescrever uma tarja preta. O remédio, por ora, é evitar a exposição aos eletroeletrônicos. Em tempo, no meu prédio tem uma antena de FM e bem perto da minha sala tem 1 poste com transformador.

  2. Pois é! diante de tantas opiniões fiquei confusa…infelismente estou lendo estes comentários porque tenho hipersensibilidade elétrica, eu fico apenas 10 minutos na frente do Notbook e começa a doer a parte do meu corpo mas próximo do computador, e quando falo ao celular..é terrivel começa a doer na area do meu ouvido e uma senção de ardor na garganta. É terrivel gostaria de saber como parar com isso, por isso estou aqui escrevendo este depoimento e pode crer não sou nenhum mutante.

  3. […] Mas claro, existem dois lados para o problema. Enquanto alguns não conseguem viver sem, há quem por problemas médicos não consiga ao menos chegar perto de aparelhos eletrônicos, como é o caso dos eletrosensiveis – pessoas com alergia a campos magnéticos fortes – Nessa condição, o uso de telefones celulares, energia elétrica e até um simples computador se torna impossível. Mais sobre a doença no Hype Science […]

  4. Moro em Brasília-DF e sou eletrosensível mas não nestes nível de nem chegar perto de aparelhos. Meu problema maior é com celulares e wifi quando em uso. Sinto dores decorrentes da utilização destes aparelhos quando estou próximo a eles. Este problema atinge pelo menos 2% da humanidade e como qualquer alergia vai se agravando com a exposição ao passar dos anos.

  5. O Jair Neto fez inferências de um verdadeiro cientistas (e os muito sapientes às vezes não prestam atenção à alguns detalhes — exatamente como o Tiago assinalou lá na matéria sobre o Gremlim). Há muito tempo notei um fenômeno estranho: Quando ficava muito irritado notava interferência em aparelhos eletrônicos; e entrando em estado de muita indignação … tenho de dizer: tenho a impressão de que alguma coisa acontece com o estado da água. É estranho, parece que estamos desenvolvendo capacidades evoluídas.

  6. hehehe, parece brincadeira mas acho que é bem serio, essas pessoas terão serios problemas no futuro proximo que se tornará repleto de tecnologia. Acho que essa alergia poderia estar ligada à eletricidade existente no corpo, deve-se estudar a fundo esses casos para que a humanidade não precise regredir tecnologicamente.

  7. gente isso e tudo frescura, tao confundindo campo eletrico,magnetismo,radiação,eletrostatica,ondas eletromagneticas.
    pense assim em uma simples tempestade se cria mais energia que todas as fontes descritas anteriormente o que pelo dito provocaria a morte do suposto eletrosensivel.
    o simples fato de andar de bicicleta num dia de sol forte ja expoe o ser humano a cargas enorme de energia por exemplo , a luz solar (que e uma onda eletromagnetica),o atrito do corpo nas roupas ,o atrito da pessoa no ar.
    a eletricidade faz parte do ambiante da terra a milhoes de anos e todos os seres ja são adptados a isso.

  8. Se estas pessoas são tão sensiveis, como:
    – foram filmadas e iluminadas sem sentirem dor ou demonstrarem desconforto?
    – filtros carrismos ressolvem? Alguns radios telescópios proibem qualquer equipamento fora das instalações num radio de quilometros. Como, por exemplo filtrar a energia emitida pelos fio do outro lado da rua? Ou da estação de TV local? Tah tu bem vao falar que energia decai com o quadrado da distancia. Sim verdade, mas para frente onda… para 60Hz isto é mais de 500m. Não existem blindagem 100% efetiva.
    – o medidor de campo ( que mais parece um acendedor de fogao) funciona? Aquilo mede o que e em qual freqüência. Um mediro de 3KHz ate 3GHz é mior que o meu PC e é mais caro que meu apartamento.
    – Nao duvido que estas pessoas tenham alguma doença. Eu mesmo sinto queimação em um implate que tenho no braço quando chego, por exemplo, perto de uma TV velha, mas isto é longe de transformar minha vida em um infemo.

  9. Deve ser uma vida dura a do eletrosensível! Pessoas eletrosensível simplesmente são obrigados a virarem ermitões.

    Ser eletro-sensível deve ser um in-fer-no! Eletrosensibilidade sai pra lá.

  10. Sou radiologista, e embora seja uma novidade no campo medico, acredito que possa ser possivel pois, psicossomatico ou não, é fato conhecido que diverças enfermidades vêem surgindo ao longo desta nossa era industrializada, como por exemplo a Ler (lesão por esforço repetitivo) que ja acometeram diverços usuarios dos computadores até mesmo aposentando-os por invalidez na decada passada, fato hoje em dia mais raro devido a constante mudança na legislação especifica.

  11. Vou começar dizendo que o que vou escrever pode ser uma suposição em algumas partes, então vale pesquisar outras opniões.
    Apesar de eu não ser eletro-sensível, há um bom tempo atrás notei que um dia eu dormi muito bem, mas, por que seria? Simples: faltou energia a noite toda! E diversos equipamentos – tanto da minha casa, como externos, ficaram óbviamente desligados – ao não emitirem suas ondas ou radiações magnéticas permitiram essa observação.
    Como eu gosto de eletrônica, eu sei construir um receptor de eletromagnetismo. E pude notar que mesmo o meu celular [que foi meu alvo principal de testes] gerava em alguns momentos campos magnéticos idênticos aos do modo de conversação e eu podia captá-lo com aproximadamente a mesma itensidade a 500 metros.
    Então fico pensando se eu moro em um prédio de 7 andares com 2 apartamentos cada, tenho então 14 possíveis campos de eletromagnetismo para me incomodar.
    Da mesma forma que conversando com o meu pai que já trabalhou 35 anos na Telebahia [atual OI], soube que as frequências usadas são das faixas de ULTRA-UHF e que têm a capacidade ultrapassar obstáculos como paredes – vale lembrar que quanto menos “barras” no indicador de sinal do seu celular, maior é a força da transmissão do mesmo, mas, não sei afirmar se o mesmo ocorre com a torre de transmissão.
    Diante disso, será que todas essas ondas magnéticas dos celulares, tvs abertas ou satélite, rádios, walk-talks, trasformadores, monitores de tv ou de computador e etc, não poderiam estarem nos sobrecarregando?
    Basta vermos o exemplo do aparelho de microondas: Ele aquece seu conteúdo emitindo ondas de rádio, portanto, um campo magnético, e talvez seja isso o porque do comentário do texto acima em que a Britânica Petra Smith afirma que sua cabeça “fritava”.
    E agora vem a minha SUPOSIÇÃO: Será que não estaríamos criando uma geração nova de humanos? Pois como já disse: estamos vivendo em um ambiente poluído por irradiações eletromagnéticas.
    Pois bem. Atualmente, como é praticamente impossível não viver assim em uma cidade, mas é possível amenizar esses efeitos com simples medidas: Ao dormir, desligar o celular ou evitar manuseá-lo desnecessáriamente; não dormir em um mesmo quarto com equipamentos elétricos ligados [caso contrário, é interessante desligá-los da tomada].

  12. Muito bom esse artigo, muito interessante. Sendo reconhecida ou não é uma doença, e tem que ser externada para o público, pois pode alguém t^-la sem saber, sentindo os sintomas, não toma nenhum cuidado e, assim publicando ao ler já pode perceber alguma coisa e se cuidar.

    Parabéns pelo artigo.

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