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Pesquisadores reconhecem novo distúrbio alimentar: exigência excessiva com a comida

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Por em 1.12.2010 as 0:09

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Tem gente que não gosta muito de kiwi. Outros que preferem não tomar refrigerante. É normal que, na dieta das pessoas, haja alguns alimentos que cada um particularmente não gosta. Mas e quando você escolhe demais o que vai comer, e limita muito a sua dieta?

Bob Krause tem 63 anos e admite que ainda come como uma criança de 4. Ele gosta de manteiga de amendoim, biscoitos, sanduíches de queijo grelhado, leite com achocolatado e alguma outra coisa. Qualquer refeição muito diferente lhe dá nojo.

Essa situação ajudou a arruinar dois casamentos de Bob, limitar as suas opções de carreira e tornar a maioria das ocasiões sociais fontes de estresse. Quando esse tipo de comportamento alimentar fica no caminho da vida profissional ou social das pessoas, e se torna um modelo ruim para seus filhos, continua sendo normal?

Pesquisadores acreditam que Bob seja um dos milhares que sofrem de uma doença até então desconhecida: o “distúrbio alimentar seletivo”, que são as pessoas muito exigentes para comida. Em vez de ter algum alimento que elas preferem evitar, como a maioria das pessoas, as com transtorno alimentar seletivo comem muito poucos alimentos. E não é frescura ou teimosia. Essas pessoas experimentam a comida de forma diferente do resto.

A maioria das pessoas com este transtorno tem muita vergonha do seu repertório limitado de alimentos, e não medem esforços para mantê-lo oculto, seja evitando eventos sociais, ou inventando desculpas para não comer.

Para se ter uma ideia da prevalência do problema, em julho de 2010 os pesquisadores lançaram um registro on-line, incluindo uma longa pesquisa. Em menos de cinco meses, 7.500 pessoas com o distúrbio alimentar seletivo se registraram, sendo que mais de 11.000 teriam iniciado o inquérito sem concluí-lo.

Os pesquisadores planejam fazer uma análise formal dos dados no próximo ano, mas resultados preliminares sugerem que esse transtorno alimentar é distinto das outras patologias. A pesquisa foi cuidadosamente construída para descartar doenças como o distúrbio obsessivo-compulsivo ou anorexia e bulimia, por exemplo.

Os cientistas ainda não sabem se o distúrbio tem suas raízes na biologia ou na psicologia de uma pessoa. Mas parece haver alguns temas comuns. Por exemplo, comedores seletivos tendem a gostar de alimentos similares, com ênfase nos suaves e processados.

Eles adoram sal; batatas fritas são uma das favoritas. Bacon é a única carne que muitos deles comem. Frutas, legumes e álcool são desprezados em sua maior parte, com possíveis exceções como cerveja e cenouras cruas.

Teriam essas pessoas um “super paladar”? Ou seja, pessoas que, devido à sua composição genética, provam certos sabores de forma mais aguda do que os outros? Talvez, mas isso não é suficiente para explicar a seletividade. Afinal, sabores fortes não são necessariamente ruins.

Além disso, a pesquisa sugere que essas pessoas rejeitam alimentos com base em qualidades sensoriais e não pelo gosto: elas não gostam do cheiro e da aparência da maioria das comidas.

Alguns também tendem a associar emoções negativas com a comida. Muitas pessoas relatam ter tido refluxo ácido ou problemas gastrointestinais na infância, por exemplo.

Os pais devem evitar que as crianças façam associações negativas com a comida. As crianças estão em maior risco de se tornarem adultos seletivos demais sempre que o meio ambiente de alimentação é coercitivo ou tenso.

Segundo os especialistas, as refeições em família devem ser divertidas. Elas não são um tempo para discutir, repreender sobre notas, ou reclamar de hábitos alimentares. E jantar em família deve acontecer regularmente, para a criança observar as pessoas desfrutarem de uma variedade de alimentos, e ser exposta a cheiros diferentes, mesmo que não coma muito. As crianças precisam aprender a lidar com suas preferências.

Bob, no entanto, acha que não há nada que seus pais poderiam ter feito para ajudá-lo. E mesmo interessado em uma cura, é pessimista. Ele dirige um grupo de apoio on-line para comedores seletivos, e entre os seus 1.700 membros ativos, ele ouviu apenas uma história de sucesso: uma pessoa que foi capaz de expandir seu repertório de comida suficientemente para encontrar algo para comer na maioria dos restaurantes.

Os pesquisadores oferecem tratamento a comedores seletivos. Eles também admitem que não sabem até onde eles podem superar o distúrbio. Em vez disso, os cientistas se concentram em ajudar as pessoas a superar o constrangimento, e se sentirem no direito às suas próprias preferências.

Segundo os pesquisadores, o componente mais importante é ensinar amigos e familiares que a pessoa não está fazendo isso de propósito. Somente neste contexto de suporte um comedor seletivo pode se sentir seguro o suficiente para tentar algo novo – sem garantia de que vá gostar, é claro. [LiveScience]

Natasha Romanzoti tem 22 anos, é jornalista, apaixonada por futebol (e corinthiana!) e livros de suspense, viciada em séries e doces e escritora nas horas vagas.

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21 comentários

  1. ives /

    ola vi muitas conversas mas eu nao consigo comer comida ou seja arroz e feijao nao consigo isto ja fas mas de 25 anos hoji est com 50 anos e estou vivo e nunca por enquanto fiquei doente grave eu apenas janto uma vez por semana mas tomo somente energesicos vitamina c complimido as vesestomo 2 colher de mel puro tb de manha nao gosto de pao somente uma xicara de cafe de manha resumindo sei la que acontece ja fiz exames para ver nada de ulceras nada de azia mas estou vivo magro altura 1.75 peso 60 kg se alguem puder me ajudar fico agradecido alias nao sinto fraqueza nada espero solução abraços do amigo ives

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    • Felipe R R Melo /

      Amigo Ives, passe seu contato, também sofro desse transtorno, descobri matérias como esta anteontem, meu email é feliperrmelo@gmail.com. Estou fazendo psicoterapia há 2 meses (agora q enfim tomei coragem de tentar mudar isto). Acho super bacana juntar pessoas para conversar disto, cada um poder compartilhar seu caso (só o que se sentir a vontade).

      Abraços.

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  2. Bia /

    Gente, que coisa louca….. Desde criança eu convivo com este tipo de problema, mas parece que quanto mais o tempo passa, mais se intensifica, ou dificulta as coisas…. Não como praticamente nada (que presta). Eu pensava que era apenas costume, que cresci assim, mas lendo esta reportagem, vejo que realmente trata-se de um disturbio. Não como carnes em geral, pouquissimas frutas e legumes. Morro de nojo de comida feita por outra pessoa que não eu.Não consigo comer em restaurantes, no maximo uma pizza ou um lanche, mas tambem não é em qualquer lugar. Trabalho em uma empresa que fornece alimentação, e fica em outra cidade, portanto não tenho como almoçar em minha casa, simplesmente não almoço durante a semana, há 6 anos, tomo apenas shake. Eu realmente pensava que era “frescura” minha, mas agora começo a aceitar que talves seja um disturbio. apesar de estar acostumada com isso, é dificil ficar escutando das pessoas que é frescura, que sou nojenta. Seria muito mais facil ser “normal” (rsrss), pois muitas vezes deixo de participar das coisas, por este motivo, sem contar a dificuldade em fazer dieta (rsrsss) . Deixo de acompanhar amigo a alguns lugares. Se alguem souber indicar o tratamento ou profissional que poderia procurar, gostaria de obter algumas respostas e quem sabe viver de uma maneira mais normal… Obrigada

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  3. Victória /

    Quando eu era menor teve uma época que eu não comia nada além de sanduíche de queijo quente(só queijo Quality) e até o refrigerante me que eu sempre tomava me fazia vomita!Hoje como mas coisas ,mas tenho manias como nunca misturo café com leite liquido e outras coisas que as pessoas acham besteiras.Não sei se tenho este distúrbio,espero que não xd!

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  4. Gostaria de saber sobre crianças que rejeitam qualquer alimento desde o nascimento. É sobre um bebê de 15 meses e q n se alimenta e ha rejeição até por alimentação através de sondas. Ninguém descobriu nada ainda.
    Obrigada
    Se puderem dar alguma informação ou sobre algum site q fale sobre esse problema, agradeço.

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  5. PESQUISANDO NO GOOGLE SOBRE DISTURBIOS ALIMENTARES, TENTANDO ACHAR UMA RESPOSTA PARA UMA CRIANÇA QUE NÃO COME NADA ME DEPAREI COM ESSE SITE…MEU FILHO TEM 7 ANOS E NUNCA COMEU ALGUM TIPO DE COMIDA NORMAL(SALADA ,ARROZ, FEIJÃO,CARNE, FRUTAS)QUANDO VAMOS COMER ELE SE ESCONDE POIS DIZ NÃO SUPORTAR O CHEIRO E QUE TEM NOJO E SE CHEGAMOS PERTO ELE VOMITA,EU ENTENDO O DESESPERO DE QUALQUER MÃE E ACHO QUE ISSO É UMA DOENÇA SIM E POR SINAL GRAVE INDEPENDENTE DE CLASSE SOCIAL, AS VEZES PENSO COMO ELE CONSEGUE FICAR DE PÉ POIS A UNICA ALIMENTAÇÃO QUE CONSIGO DAR PRA ELE É UMA MAMADEIRA E SÓ SE ELE ESTIVER DORMINDO, ENTÃO IMAGINEM AS NOITES QUE TENHO, QUANDO SEUS AMIGUINHOS LHE CONVIDAM PRA IR AOS ANVERSARIOS ELE JÁ DIZ QUE NÃO QUER IR POIS NÃO QUER VER A MESA DOS COMES,HOJE PROCURO COMPRAR O QUE ELE PEDE PRA COMER QUEIJO RALADO,BATATA FRITA,E TENHO QU ESCONDER TEMPEROS COMO CALDO KNNOR PQ ELE COME UM TABLETE SE EU DEIXAR…ENTÃO ESPERO QUE QUEM NÃO CONVIVE E NÃO SABE O QUE É ISSO NÃO FAÇA COMENTÁRIOS RIDICULOS…SE TIVER ALGUEM QUE POSSA ME AJUDAR AGRADEÇO PQ JÁ PROCUREI TODOS OS MEDICOS POSSIVEIS E NADA JÁ NÃO SEI O QUE FAZER MAIS TBM NÃO QUERO DESISTIR…ABRAÇOS

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    • Ana Maria /

      Sei bem o que passa , tenho um filho de 3 anos e se comporta quase do msmo jeito , tem nojo de comida e qundo alguem come na frente dele tbm vomita , ja busquei algumas pessoas e descobri que é emocional , ele agora vai começar um tratamento pscologo . qualquer duvida mande o email

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  6. Elaine Aparecida /

    Tenho um filho de 3 anos, que acho que sofre deste “distúrbio alimentar seletivo” pois até uns oito meses de idade comia com dificuldade papinhas mais comia.Derepente foi parando de comer, se recusava e então suas refeições eram substituidas pois se não fossem ele ficava até cinco horas sem comer. Ele nunca comeu arroz se insistimos ele vomita e chora .Vendo uma reportagem num domingo crianças comendo biscoito de barro me senti super mal. Geralmente o almoço (batata frita)não janta toma leite ou outra coisa, come frutas e seu paladar é mais agussado para refeições doces,enfim suas refeições não são refeições ditas normais.Já busquei diversas formas é mais facil dizer o que não busquei ainda, descabelei chorei andei por varios medicos e nada… Hoje o que faço e ser seletiva para que ele possa se alimentar, se gosta de alguma alimento compro, mas não desisti. A ultima ajuda foi de uma Nutricionista que me orientou convida-lo a me auxiliar na cozinha para que ele tenha contato com alimentos manusei e sinta os odores.
    Não desista nunca !!!!

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  7. HUGO SM /

    VANIA,LUCIANA e CRIACINHA:

    Aqui se fala de um distúrbio alimentar e la vem vcs com comentários piegas e simplistas sobre condição social.
    O remédio para o distúrbio de vcs e tomar Semancol !!

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  8. mirella paula /

    Meu filho tem este disturbio, e nós não somos ricos, e sofremos deste os seus 8 meses.Realmente o gasto é muito grande, pois não é qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, que ele come.Vcs já viram uma criança ir em uma festinha e nem chegar perto do bolo ou de um brigadeiro,de coxinha ou empadinha. Hoje ele sai com os amigos e fica sem comer,pois não come nada que venha de origem animal,nem pizza nem sanduiche.Carne nem pensar,arroz, feijão ,macarrão e etc.Vc quer fazer ele feliz é fritar uma porção de batata frita e comprar pastel de queijo,são o que ele ama.Hoje ele tem 16 anos e esta em um psicologo para tentar conviver bem com este disturbio com relação à familia, que não aceita esta alimentação que pra eles são errada. Uma coisa eu aprendi com meu filho,hoje eu não perturbo mais com aquele falação sobre comida, pergunto o que ele quer experimentar algo e compro,se não gostar não insisto, se gostar passo a comprara. Um abraço a todos.

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    • Roberto /

      Quando comecei a ler seu comentário me vi narrando todas as particularidades de meu filho sobre a alimentação. Hoje ele tem 7 anos, mas aparenta 4 ou 5 anos. Come muito pouco e o que come é a borda da pizza, pao de sal puro, franlitos (Bobs) e Nescau em caixinha. Esse é o cardápio dele. Já tem 3 anos fazendo terapia e tem acompanhamento com nutricionista e nutróloga. Até hoje não conseguimos mudar seu transtorno.

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  9. luciana /

    Vania tem razão, roubar caldo maggi dá cadeia, pensar em roubar , se for pobre também,assisti uma audi^ncia em que o sujeito estava preso porque foi pego dentro de uma escola comendo a merenda escolar, já se for rico, cleptomaníaco, a coisa muda de figura.

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  10. Vânia /

    Esse tipo de distúrbios só pode vir de países onde as mesas são tão fartas, a ponto das crianças brincarem(??!!!) de guerra de comida!!Num país como o nosso,onde há muita gente em situação de risco alimentar,os casos devem ser muito raros.Os que sofrem desse distúrbio aqui provavelmente são gente que nunca foi pobre.Afinal a cleptomania,por exemplo,é coisa de rico,afinal se o pobre for pego “dando elza” em alguma coisa,ora,é ladrão safado!!kkk Mas o rico é ladrão com elegância,é cleptomaníaco.Ó me deixe,viu!!!

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  11. Hugo /

    Meu Padrasto sofria de este distúrbio,carnes,frios e batatas eram sua dieta mais o interessante é que 2 dos 3 filhos também tinham os mesmos gostos.Genética,hábitos adquiridos? não sei,mais sofriam muito por este motivo.

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  12. criancinha /

    De qualquer modo, eu que sou pobre to livre deste distúrbio….. – (in)felizmente….rsrsrs

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  13. criancinha /

    Exigência com a comida…seria mesmo distúrbio alimentar, ou consequência de uma vida regrada em disponibilidade financeira?

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  14. osmarina /

    gostaria de receber ,mais algumas informações sobre alimentação infantil.obrigada

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  15. Meu Deus!

    Eu sempre tive problemas com a comida, são raras as coisas que eu como, comparado ao que não como. Sofri muito desde a infância, com todos me chamando de birrenta, mimada ou que fazia isso pra chamar a atenção. Sempre tinha alguém pra insistir pra que eu comesse o brócolia ou o alface, dizendo que o tomate era bom ou a cenoura fazia bem pros olhos… E daí?

    Até hoje é dificil, ninguém entende, perguntam o porque e é uma novela sempre, tentar explicar que simplesmente não consigo comer igual a todo mundo.

    Fora o constrangimento que é, convites pra comer na casa de alguem, restaurante até vai, porque há opções… mas como tu vai pedir: ‘olha, tu pode fritar batatas pra mim? Eu só como com isso!’, não dá, né?

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    • Bia /

      Meus Deus Natureza, te entendo, e como te entendo. É realmente sempre um constrangimento sair com alguem que não te conhece, ou ir comer na casa de alguem. Te falo que até já deixei de tentar outro setor, em pensar como explicar aos novos companheiro que não como, é de fato muito CONSTRANGEDOR. Mas vamo que vamos, né?! Um abraço

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      • Meninas, sei muito bem do que vocês estão falando, pois passo pelo mesmo problema! Estou fazendo psicoterapia no momento (comecei há dois meses)… estou ainda um pouco cético em alguma perspectiva de recuperação, ainda que parcial, mas preciso tentar alguma coisa… estou quase chegando aos 28 anos e esse transtorno cada vez me sufoca mais! Um forte abraço para vocês, gostaria de manter contato! Se por um lado é triste saber q existem pessoas que sofrem como eu, por outro lado é confortador saber que não estou sozinho nessa e que a ciência tem trabalhado em cima desse tipo de transtorno.

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