12 malucas terapias pseudocientíficas

Por , em 24.02.2013

A ciência tem levado a inúmeros avanços na medicina e na saúde, de transplantes de órgãos a tratamentos com hormônios. No entanto, é preciso ter cuidado com o que chamamos de medicina, já que, do outro lado do espectro, há a pseudociência.

Muitas vezes descrita como charlatanismo, formas de terapia pseudocientíficas emprestam a “cara” dos tratamentos científicos, geralmente exibindo máquinas complicadas, jargões e referências a forças impressionantes como campos eletromagnéticos. Enquanto algumas dessas terapias são apenas ideias malucas baseadas em teorias igualmente malucas, outras vêm de uma falta de compreensão científica ou, no pior dos casos, são simplesmente golpes destinados a explorar os ingênuos ou desesperados.

Conheça 12 das mais estranhas formas de terapia pseudocientífica:

12. Terapia dos ímãs

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Ímãs têm fama de ter poderes curativos especiais há muito tempo, seja por influenciar a energia do corpo e campos eletromagnéticos ou por estimular terminações nervosas. O uso de campos magnéticos estáticos para tratar doenças remonta pelo menos ao século 18, quando o médico austríaco Franz Mesmer plagiou o trabalho de um astrônomo e padre chamado Maximiliano Hell, que tratou pacientes com uma placa de aço magnético. E, enquanto Mesmer mais tarde refinou sua teoria transformando-a em “magnetismo animal” e parou de usar ímãs reais, a prática continuou.

Defensores modernos têm sugerido que os ímãs podem ser utilizados para tratar de tudo, de dores lombares a câncer de mama. Métodos de tratamento variam. Empreendedores até já criaram itens de joalheria (como pulseiras e brincos) que incorporam “ímãs medicinais”.

11. Terapia de cristais

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A terapia de cristais envolve uma crença baseada na ideia de que certos tipos de pedras e cristais podem ter um efeito positivo sobre o corpo. A prática parece ter aparecido em diversas culturas ao longo da história, incluindo os nativos americanos e ilhéus do Havaí.

Em alguns casos, os cristais são colocados no corpo em pontos específicos, a fim de criar uma “rede de energia” que promove a cura. Cristais comuns utilizados nesses processos são amazonita (que supostamente fortalece o corpo e mente), ametista (que regula o sistema endócrino e metabolismo) e quartzo (que, dependendo do tipo, tem uma variedade de efeitos diferentes).

Muitos defensores da cura por cristal criam e vendem o que chamam de “escudos bioelétricos”, que são pingentes que protegem o proprietário de forças nocivas, como a radiação produzida por computadores e micro-ondas.

No entanto, não há nenhuma evidência científica credível que os cristais possam ter algum efeito sobre nosso corpo. Além disso, a prática tem sido desencorajada por organizações como a Associação Veterinária Britânica, que alerta donos de animais que o uso de terapia de cristal em vez de tratamentos convencionais podem ter efeitos nocivos sobre os animais.

10. Terapia da conversão ou terapia reparativa

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A terapia da conversão se centra em torno da crença de que terapia ou tratamento podem alterar a orientação sexual de um indivíduo, de homo a heterossexual. Em sua forma moderna, a terapia de conversão descende a partir da teoria de Sigmund Freud que os indivíduos homossexuais podem mudar sua sexualidade através da sugestão hipnótica.

Grupos direitistas religiosos comumente praticam esta forma de “tratamento”. Métodos variam de toques não sexuais a abordagens psicanalíticas e acampamentos para “ex-gays”.

Terapia de conversão é sem dúvida alguma uma das formas mais graves de “curas” pseudocientíficas, porque é baseada em negar a orientação natural sexual dos pacientes. Muitas pessoas submetidas a esta forma de terapia relatam sentimentos de intensa autoaversão e baixa autoestima como resultado. Além disso, vários se assumem homossexualmente mais tarde na vida mesmo depois de “tratados”.

9. Método Bates

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Este método duvidoso de melhorar a acuidade visual foi inventado pelo médico americano William Horatio Bates. Na década de 1920, Bates publicou seu próprio livro (“Perfect Sight Without Glasses”) e revista (“Better Eyesight Magazine”, impressa pela primeira vez em 1919) sugerindo que o habitual esforço do olho causava a maioria dos problemas de visão, e que óculos não eram necessários.

Ele alegou que descansar os olhos por alguns minutos e cobri-los com as mãos podia aliviar esta tensão e permitir que relaxassem verdadeiramente. Ele também avaliou que expor os olhos à luz solar direta – o que pode, naturalmente, causar danos aos olhos – poderia ajudar.

É quase desnecessário dizer que os profissionais de visão modernos não endossam nenhum destes métodos como curas e que há pouca evidência (além de relatos anedóticos) que eles produzem alguma melhora na visão. No entanto, a teoria ganhou apoio de um número de figuras proeminentes ao longo da história, incluindo o escritor de ficção científica Aldous Huxley. Hoje, a Associação Bates (Bates Association) continua a promover este método, e há vários livros disponíveis que se propõem a ensinar a técnica.

8. Grafoterapia

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Há muito tempo se acredita que informações sobre a personalidade das pessoas podem ser extraídas de sua caligrafia. Grafoterapia inverte a lógica dessa ideia, tentando melhorar a personalidade das pessoas através da alteração da maneira como escrevem. Pode soar como ficção científica, mas, no mundo real, grafoterapistas juram que sua abordagem pode mudar traços de personalidade.

Eles utilizam uma variedade de métodos de análise. Por exemplo, um grande laço superior na letra “f” (que representa a capacidade organizacional) supostamente significa potencial de gestão. Enquanto isso, um grande laço inferior sugere alguém que segue ordens bem. Mas mudar a maneira como uma pessoa escreve um símbolo com aulas de caligrafia realmente vai mudar sua personalidade?

Além disso, qualquer evidência de que tais exercícios curam doenças como dependência de drogas e anorexia é puramente anedótica.

7. Limpeza de cólon

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Este tratamento nojento é baseado na ideia de que toxinas não especificadas podem acumular-se no intestino como resultado de comida podre. A solução pseudocientífica oferecida é um regime de limpeza oral (tal como uma dieta rica em fibras ou outros suplementos alimentares) ou uma injeção de água e, por vezes, ervas diretamente no reto de uma pessoa.

Embora a limpeza do cólon tenha legítimas aplicações médicas antes de uma colonoscopia, na vida cotidiana nunca foi comprovada para fornecer quaisquer benefícios reais para o corpo. Na verdade, pode colocar o paciente em risco de lágrimas retais (“rasgos”) e pode interferir com os níveis de eletrólitos naturais. No entanto, ainda é um grande negócio entre naturopatas e praticantes de medicina alternativa.

6. Terapia primal

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Esta abordagem pseudocientífica supostamente trata neuroses e depressão, fazendo os sofredores reviverem sua “dor original”. A terapia baseia-se nas ideias do psicólogo americano Arthur Janov nos anos 1960/70.

Janov acreditava que os problemas psicológicos na vida adulta eram causados por traumas sofridos em uma idade mais jovem. Sua sugestão era de que os neuróticos deviam reviver suas experiências traumáticas novamente quando adultos, a fim de voltar a ter contato com os seus sentimentos e purgar-se da dor. Eles também deviam ser incentivados a gritar bem alto para expressar a dor que sentem.

A terapia primal foi famosamente aprovada pelo Beatle John Lennon, que, junto com Yoko Ono, foi tratado por Janov. Em uma entrevista de 1970, Lennon comentou: “Em vez de guardar emoção ou dor, sinta-a. Eu acho que todo mundo está bloqueado, eu não conheço ninguém que não tem um bloqueio de dor desde a infância, desde o nascimento”.

5. Radiônica

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Segundo os defensores da radiônica, tudo que é preciso para curar um paciente é uma mecha de cabelo, uma gota de sangue ou uma assinatura.

Esta forma de terapia envolve o uso de “máquinas radiônicas” pseudocientíficas que, de alguma maneira misteriosa, são capazes de curar as pessoas de praticamente qualquer doença, uma vez que estiverem devidamente sintonizadas com elas. O processo pode envolver segurar um pêndulo sobre a amostra de algo pessoal do paciente e fazer uma série de perguntas. O curador então descobre qual é o problema de acordo com a forma como o pêndulo se move – e não precisam nem sequer ver seus pacientes.

A informação recolhida é depois introduzida na máquina radiônica como um código numerado ao lado de uma instrução de tratamento. Após isso, o paciente (aparentemente) milagrosamente deve começar a se sentir melhor.

O médico americano Albert Abrams criou tais máquinas no início de 1900 e fez milhões com elas. A terapia tem uma semelhança muito forte com a bruxaria à moda antiga – especificamente, a cura através de feitiços em objetos de alguma forma relacionados com os pacientes. Sem surpresa, a prática não é aceita por qualquer autoridade científica legítima.

4. Aterramento

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Aterramento é uma terapia baseada na ideia de que “aterrar” o corpo pode aliviar o estresse e acalmar distúrbios do sono. Isto é comumente feito usando um tapete de terra para enfiar os pés, ou simplesmente através do paciente andar descalço.

O ex-executivo de TV Clinton Ober desenvolveu a técnica em 1990. Ober supostamente teve a ideia a partir dos seus instrumentos eletrônicos. Ele ponderou que o corpo humano também poderia se beneficiar de ser aterrado. Ober também descobriu que dormir “aterrado” ajudava no seu sono e saúde, e por isso recomendou o processo para outros.

Esta forma de terapia é associada com a noção pseudocientífica comum de que o corpo humano possui um “campo de energia” natural que têm de ser mantido em equilíbrio a fim de conseguir a saúde perfeita. Também afirma tornar as pessoas mais resistentes aos efeitos da eletricidade estática e campos elétricos locais.

No entanto, muitas das reivindicações do bem que a terapia faz podem ser atribuídas ao efeito placebo. Afinal, andar descalço pela grama provavelmente deixa as pessoas menos estressadas de qualquer maneira.

3. Reflexoterapia

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Reflexoterapia é a utilização terapêutica da reflexologia, uma técnica de tratamento por meio de estímulos em uma área reflexa. Não há consenso entre os reflexologistas sobre como a prática deve funcionar, mas a ideia geral é que algumas áreas no pé correspondem a outras áreas do corpo, e através da sua manipulação, os pacientes podem melhorar a saúde.
Uma suposta explicação é que a pressão recebida pelo pé (ou outra parte do corpo) pode enviar sinais que “equilibram” o sistema nervoso ou que liberam substâncias químicas como a endorfina.

Enquanto existem largas alegações de que a reflexologia pode aliviar o estresse, amenizar a insônia e diminuir dores de cabeça, a comunidade médica rejeita essa forma de “medicina natural”, amplamente considerando-a uma pseudociência. Especialistas concluem que as evidências existentes até o momento não demonstram eficácia desse tratamento em qualquer condição médica.

2. Cirurgia psíquica

Hewlett-Packard

A cirurgia psíquica, como o próprio nome indica, envolve o conceito de fazer incisões cirúrgicas com as próprias mãos para remover o que está causando o problema. O cirurgião psíquico coloca as suas mãos sobre a pele do paciente e, em seguida, pressiona a ponta dos dedos sobre a área a ser tratada. Supostamente, as mãos do praticante desaparecem dentro do corpo do paciente, sem dor. O paciente sai sem cicatrizes visíveis ou marcas. Charlatanismo? Você decide.

A prática aparentemente pode ser rastreada até meados do século 20, entre espíritas do Brasil e das Filipinas. No entanto, qualquer que seja a sua origem, hoje é descrita como uma farsa e fraude médica. Médicos e céticos descrevem a cirurgia psíquica como um truque. Além disso, mágicos profissionais que estudaram os procedimentos afirmam ter notado truques e técnicas que poderiam muito bem ser perdidos pelo olho destreinado.

Possíveis “curas” podem ser efeito placebo. Testes científicos com cirurgias falsas (no caso, médicos realmente cortaram pacientes para eles pensarem que fizeram um procedimento cirúrgico, mas nada foi feito) mostram que, em alguns casos, o paciente realmente melhora.

1. Terapia da regressão

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Terapia de vidas passadas (TVP), terapia de regressão, regressão de memória ou ainda retrocognoterapia é a ideia de usar hipnose para que a pessoa se lembre de algo que aconteceu no seu passado (na sua infância, que a traumatizou, ou algo que ela bloqueou na mente) ou até de vidas passadas.

Não precisamos nem explicar porque é a uma pseudociência, já que tem em seu conceito a crença em vidas passadas, que até agora não tem como ser comprovada cientificamente. No entanto, praticantes usam a terapia como forma de ajudar as pessoas a se livrarem de fobias, ansiedade, depressão e até questões que eles acreditam que as perseguem por séculos.

Obviamente, a medicina convencional não acredita em tais curas. Um dos maiores expoentes da terapia, o psicoterapeuta Brian L. Weiss, foi expulso da comunidade médica após publicar o livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, que alegou ter mudado sua vida (e da protagonista).

Apesar da hipnose ser comumente associada à TVP, alguns métodos não a utilizam.[BestTherapyDegrees]

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30 comentários

  • Frankly Andrade:

    Onde estão a Homeopatia e a Urinoterapia?

  • Ademar Souza:

    Só faltou a urioterapia inventada por um padre malucão!

  • Hélcio Totino:

    Com as ciências não exatas, no geral, ocorre a mesma questão de o clubinho das “estrelas” bancadas por verbas, pesquisas e mídias conduzidas por qualquer grupo ligado às áreas dos conhecimentos. Só não conseguem bloquear tudo na WEB e a gente tem informações sempre dos dois lados, dos pró e dos contra. Aí quase sempre dá para fazer valer o nosso livre arbítrio, sensatez e muito de intuição. Tem muita gente que não é afetada pelos anúncios do tipo “Aprovado pelo Conselho Federal de… ” ou “Recomendado pela Associação dos…” ou também com testemunhos comprometidos ou comprados. Valha-nos Deus… querem fazer de nossa vida um inferno de mentiras e contradições. Salve-se quem puder!!!

  • CMagalha:

    Fico com a impressão que, quanto menos educado o povo, maior o sucesso das terapias alternativas.
    A disseminação das técnicas parece ser maior sempre abaixo do equador.
    Mas tenho a tendência em acreditar que o efeito placebo possa trazer benefícios em certas áreas nas quais o próprio corpo, com sua capacidade de auto-regeneração, iria resolver.

  • ALFA:

    [off] “…de um astrônomo e padre chamado Maximiliano Hell…”
    Isso que eu chamo de sinistro…

  • Lorenna:

    Ex homossexual não existe.

  • Glauco Ramalho:

    Libera meus comentários aí censor!!

  • Campoi:

    “Obviamente, a medicina convencional não acredita em tais curas.”

    É muito mais lucrativo vender remédios do que se concentrar em curas. Em uma sociedade onde dinheiro é muito, mas muito mais importante que pessoas, lógico que é conveniente não endossar qualquer técnica que não tenha um remedinho (alopata) ou um exame para ser vendido ao paciente.

    Qualquer que seja a tentativa de sair desse circulo vicioso da indústria da medicina e da máfia médica é válida, ao menos são pessoas que não estacionaram no eterno convencional mecanicista e conformista de aceitar simplesmente as coisas como são.

  • Hélcio Totino:

    Graças a Deus sou uma pessoa comum mas um ser com mente aberta que não se acha dono da verdade. Verdades cientificas de antes já não o são mais, na atualidade. Comuns são chamados todos os estados humanos de forma física “normal”, de mente “normal”, de comportamento “normal”, que não seja “estrela em alguma área” e, no geral, não apresentam degenerações ou desvios de formação corporais, mentais ou ético-social. Saber que o efeito placebo cura doenças imaginárias é melhor que, em sendo imaginárias, mas sendo doenças vivenciadas, a atacar no campo da imaginação com produtos da química farmacêutica…

  • JHR:

    Ok, espero que você e ninguém proximo a você nunca precise curar “doenças imaginárias” com placebo.

  • Jonatas:

    O certo é que tudo que usar os termos e se auto-julgarem científicos mas não tiver sentido, comprovação e aplicabilidade científica, será uma pseudociência. O que tem que se ver é que a maioria dos exemplos citados está nessa definição, mas não todos.
    A terapia de vidas passadas, um exemplo muito prático disso, não pode ser considerado uma pseudociência quando ele não se auto-consagra ciência, mas uma prática espiritual, uma questão de crença religiosa, pessoas que acreditam tratando pessoas que acreditam, simplesmente isso – e mesmo que os testes feitos apontem ineficiência ou eficiência, ainda assim a prática não pode ser chamada nem científica nem pseudo, simplesmente por não haver traço de ciência nela, é religiosa e precisa de crença, desde o método até o resultado.

    Eu sinceramente não acredito em nenhuma das práticas citadas, mas acho besteira esse tipo de comparação, a ciência tem que focar no que é ciência, a menos que esteja disposta a estudar empiricamente os citados fenômenos e ver se funcionam ou não e o porque disso, em lugar de simplesmente joga-los em uma classificação nominal por não terem sentido científico.

    O budismo já deu comprovações inúmeras de veracidade em muitas de suas práticas, que construíram o mundo oriental milênios antes da consagrada medicina nascer – e ainda assim a maioria dos fundamentos permanecerão no campo da filosofia e da crença, o que é natural, nunca haverá uma budologia, espiritologia ou coisa assim, são campos distintos, as pessoas tem que entender isso e parar com essas maluquices de espiritismo = ciência, de astrologia = ciência, isso está errado desde o princípio das próprias práticas, e dessa forma as condenará a classificação de pseudo, não se pode dizer que algo é ciência sem ser.

    • lsaude:

      Caríssimo Jonatas, o que é ciência??? Me dê uma comprovação científica do que é ciência.

  • Hélcio Totino:

    Curioso que, nesta edição, parece que o “stablishment” médico-científico ortodoxo influenciou o espirito da edição para um “golpe amplo” em algumas terapias ditas alternativas mas que nem tanto. O item 3, Reflexoterapia tem base em conhecimentos válidos da cultura chinesa de mais de 8.000 anos,e ampla aplicação em massoterapia e acupuntura, que hoje se praticam com sucesso. O item 7, limpeza do cólon vem de usos tradicionais de algumas tribos indígenas brasileiras que revelaram isso aos irmãos Vilas Boas, como a prática de introduzir pequeno canudo de caule de bambuzinho ou similar, no ânus, e adentrar o manancial de águas claras até uma altura suficiente para que o preenchimento do baixo ventre se dê por vaso-comunicante e nível. A medicina ainda usa o clister que tem a mesma finalidade. No item 4, aterramento, negar as interações benéficas é ser fundamentalista demais em relação á medicina corpórea ortodoxa pois esse “contato” também atua como massagem em pontos de estímulo aos órgãos e funções do corpo. O item 5, radiônica, tem excelente abordagem em capitulo do livro A Vida Secreta das Plantas, de Peter Thompkis e Christopher Bird,foi usada pela empresa UKACO INCORPORATED com sucesso e a quase nenhum custo para os agricultores. Certamente os produtores de agrotóxicos não gostaram, então, como não gostariam agora… Outras considerações poderiam ser feitas sobre outros itens mas paro por aqui. Outras pessoas das áreas poderiam assumir os comentários possíveis. Grato pela atenção e acolhida.

    • Marcelo Ribeiro:

      Uma pessoa comum hoje sabe mais sobre o Universo que Aristóteles ou Platão. Porque devemos confiar em gente de 8 mil anos atrás com questões tão importantes se sequer havia o método científico em seus estudos?

    • Victor B. Iturriet:

      Creio que o Sr.Helcio, ao falar que a medicina chinesa tem mais de 8mil anos, não quis dizer que as pessoas eram mais ou menos sábias, e, sim que até hoje as mesma tecnicas seguem sendo utilizadas com êxito.

    • Glauco Ramalho:

      “Uma pessoa comum hoje sabe mais sobre o Universo que Aristóteles ou Platão.”

      Cara, de onde você tirou essa idéia?? Tá se achando hein??

    • Geleiras:

      Detalhe, o conhecimento adquirido no passado não se torna inútil só pelo fato de ser velho.
      O conhecimento adquirido por outras culturas também devem ser considerados pois o homem é capaz de desenvolver tecnologias e meios de sobreviver(e curar-se) no meio.
      Acupuntura por exemplo, ajudou no meu caso a curar-me de crises de enxaqueca pesadas, que estavam relacionadas a stress, o médico anterior me passou remédios tarja preta e analgésicos que, no fim das contas, não foi nescessário.
      Vale a pena tirar um pouco a visão de supremacia ocidental e parar pra estudar as criações e os descobrimento de outros povos, afinal, eles possuem também, como nós, a capacidade de raciocínio.

    • Jonatas:

      Uma pessoa comum hoje tem mais informação, conhecimento esse construído por muitos estudos de pessoas do passado, como o filósofo citado, então de qualquer forma estamos sempre confiando em pessoas do passado. Temos muita informação, mas pouca sabedoria.
      Um bom adento é a meditação, uma prática anterior até aos 8.000 anos, tão antiga quanto a civilização talvez, e sabemos por reportagens daqui mesmo que a medicina comprovou sua efetividade.

    • lsaude:

      Corretíssimo Jonatas. Vejo os “cientistas” de hoje como os inquisitores da idade média, mandando para a fogueira quem não rezasse pelo catecismo deles. A ciencia ocidental tem que descer do pedestal e aceitar que não tem competencia para opinar sobre certas questões para as quais não esta preparada. A pesquisa científica hoje sobre questões de saúde está num nível muito superficial. No nível do corpo físico.

  • Glauco Ramalho:

    Quem não confiar nos médicos, na medicina e nos “cientistas respeitáveis” modernos dêem um Curtir no meu comentário. Já usei algumas dessas técnicas, muitas pessoas nos últimos milênios também, e sempre funcionou. Se a “respeitável ciência” e os seus cientistas não conseguem explicar o por que, então assumam sua ignorância nas questões energéticas ao invés de dizer o q é real ou não.

    A não ser que eu esteja morrendo, sangrando e com os ossos todos quebrados, a última coisa que faço é ir a um médico, que não conseguem resolver nem uma prisão de ventre mais.

  • Luiz:

    Vamos por partes. Em primeiro, as evidências anedóticas não são confiáveis. As pessoas podem relatar o que quiserem, inclusive, mentiras descaradas, o que é bem comum!
    Segundo, é que atitudes ingênuas ou desesperadas facilitam a vida dos “terapeutas não convencionais”. Muitos prejuízos e sofrimentos poderiam ser evitados sem a atuação dos embusteiros.
    Penso que a homeopatia e a acupuntura poderiam ser listados também, assim como, inúmeras formas de tratamento da “tradicional medicina oriental”, que a rigor é um guarda chuva de ideias sem sentido.

  • Lister Leão:

    Discordo da abordagem sobre a cura do homossexual. Só existem dois sexos: masculino e feminino e isso é científico. Os tratamentos para reverter uma desorientação sexual devem, obviamente ser idôneos, mas isso não quer dizer que não seja possível o tratamento, sobretudo psicológico, que é onde reside o problema. A maioria dos homossexuais tiveram traumas na infância, seja por abandono, seja por abuso. Isso não quer dizer que outros tipos de homossexualismo existam, mas que seja possível a cura, os dados clínicos de diversos psicoterapeutas o atestam aos montes: http://www.zenit.org/pt/articles/e-possivel-deixar-de-ser-homossexual-afirma-psicoterapeuta-americano-i

  • leochacha:

    Acho que todas funcionam e em breve serão ciência assim como acupuntura

  • JHR:

    Não é incomum relatos de pessoas desacreditadas da medicina tradicional serem curadas em terapias “pseudocientificas”.
    Quando a medicina tradicional falha, quando não há mais esperanças, não vejo problema algum buscar por tratamentos não convencionais ou alternativos…

    • Marcelo Ribeiro:

      Não é incomum o efeito placebo curar doenças imaginárias.

    • Geleiras:

      mas isso não ocorre só com doenças imaginárias.

    • Geleiras:

      Detalhe, o conhecimento adquirido no passado não se torna inútil só pelo fato de ser velho.

      O conhecimento adquirido por outras culturas também devem ser considerados pois o homem é capaz de desenvolver tecnologias e meios de sobreviver(e curar-se) no meio.
      Acupuntura por exemplo, ajudou no meu caso a curar-me de crises de enxaqueca pesada, que estavam relacionadas a stress, o médico anterior me passou remédios tarja preta e analgésicos que, no fim das contas, não foi nescessário.

      Vale a pena tirar um pouco a visão de supremacia ocidental e parar pra estudar as criações e os descobrimento de outros povos, afinal, eles possuem também, como nós, a capacidade de raciocínio.

    • garretereis:

      Acho que curar ou não não é o ponto do artigo. O que ele mostra, ou pretende mostrar, ou deveria mostrar, é que esses tratamentos não tem base científica. Não há suporte experimental, estudos amplos, com resultados revisados. Enfim, não se fez uso do método científico.
      É como acontece com alguns chás, por exemplo. Sempre foram usados para, por exemplo, diminuir dores. Mesmo antes de comprovação científica eles funcionavam, só não tinham comprovação científica ainda.

    • lsaude:

      O método científico, base cintífica, comprovação cintífica, etc…são práticas não confiáveis, que servem para “validar” as teorias de quem paga mais (medicina alopática ocidental,indústria farmaceutica, etc..), vide o desperdício de milhões de dólares gastos no Projeto Genoma que acabou sendo descoberto como uma tremenda fraude científica.

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