6 grandes mistérios da Antártida

Por , em 1.01.2012

Há pouco mais de cem anos, dois grupos de exploradores partiram em uma expedição com um objetivo comum: serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul na história da humanidade. Roald Amundsen, da Noruega, liderou o grupo que chegou primeiro, a 14 de dezembro de 1911, abrindo os olhos da comunidade científica para os mistérios da Antártida.

Muitos desses segredos, no entanto, continuam ocultos mesmo depois de um século de pesquisas. O continente gelado influencia o resto do mundo muito mais do que pensávamos, motivo pelo qual os cientistas encaram a compreensão da Antártida como um grande desafio.

6 – O que está oculto no gelo

Acima da superfície da Antártida, que ocupa uma área superior a 14 milhões de quilômetros quadrados (equivalente a mais do que um Brasil e meio), dorme uma camada de gelo que chega a ter 4 quilômetros (km) de espessura em alguns pontos. Isso faz com que o continente armazene 70% da água não salgada do planeta.

A profundidade da camada foi descoberta, ao longo do tempo, por meios tanto rudimentares (explosões com dinamite para verificar a altura do gelo) quanto modernos (sistemas de radares modernos). Já se descobriu sob a superfície de gelo, por exemplo, um complexo conjunto de lagos que influencia na direção em que se movimentam as calotas polares.

5 – O que existe abaixo da camada superficial

Abaixo desta espessa camada, a Antártida esconde um segredo fantástico: a Cordilheira de Gamburtsev. Exploradores soviéticos descobriram, nos anos 50, uma cadeia de montanhas comparável ao tamanho dos Alpes, na Europa, mas soterrada por gelo.

Ainda se discute a idade dessa cordilheira. Até pouco tempo, estimava-se que teria quase um bilhão de anos, o que é impressionante do ponto de vista geológico: quase nenhuma cadeia de montanhas dura tanto tempo assim. Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 milhões de anos. De qualquer maneira, ainda há muito o que se descobrir sobre a Cordilheira.

4 – Lagos subglaciais

Quando o calor proveniente do núcleo da Terra derrete a parte mais baixa da camada de gelo da Antártida, criam-se fenômenos naturais interessantes: grandes lagos subglaciais. Este ecossistema é quase totalmente desconhecido da humanidade, e cientistas estimam que tais lagos sejam abrigo de formas de vida nunca vistas antes.

Por esse motivo, duas estações de pesquisa (uma russa e outra britânica), instaladas no meio do continente, preparam projetos para coletar amostras da água desses lagos (Lagos Vostok e Ellsworth, respectivamente), o que deve acontecer já no ano que vem.

3 – Formas de vida no gelo

O gelo da Antártida pode ser berço, conforme estimam os pesquisadores, de uma ampla variedade de microorganismos. Já se sabe que existem bactérias na superfície do continente (embora em quantidades reduzidas; cerca de 300 células em um milímetro de gelo, pouco quando comparadas às cem mil na água do mar), mas elas estão alojadas em pequenos depósitos de água que oferecem nutrientes.

Amostras de gelo com 420 mil anos de idade, tiradas de profundidades superiores a 2 km, foram analisadas em laboratório por cientistas americanos. Descobriu-se que ali havia bactérias ainda vivas, o que impressionou os pesquisadores.

Mas será que existem realmente ecossistemas complexos vivendo nessa camada? Ou essas bactérias isoladas foram apenas conservadas pela temperatura baixa? É uma questão que permanece sem resposta.

2 – O mar em volta do continente

A vida marinha que existe no oceano que circunda a Antártida é totalmente diferente de qualquer outro mar do planeta. Alguns animais que habitam essas águas (tais como certas espécies de aranha-do-mar, do tamanho de um prato de cozinha) são encontrados apenas por lá, enquanto animais comuns em todos os outros oceanos não marcam presença nos mares antárticos.

Para sobreviver em águas de temperaturas tão baixas, o corpo de alguns animais produz uma espécie de substância anticongelante. E esta é apenas uma entre várias adaptações nos organismos existentes nestes mares, a maioria dos quais os cientistas ainda não conhecem muito bem.

1 – Até que ponto o gelo está derretendo?

Não é mais novidade a quantidade de discussões entre especialistas sobre o volume das calotas polares da Antártida, e se elas estão de fato diminuindo. Essa questão tem recebido atenção especial há mais de vinte anos.

Pesquisadores têm entrado em comum acordo quanto a um ponto: o derretimento do gelo na Antártida afeta realmente o nível dos oceanos pelo planeta. Um cientista americano, Robert Bindschadler, explica que boa parte da base da superfície de gelo fica abaixo do nível do mar, ou seja, nem tudo fica em “terra firme”. Isso torna as calotas polares vulneráveis, segundo ele.

A interação entre a superfície de gelo e o oceano que o circunda tem sido muito estudada pelos especialistas, que consideram muitos fatores perigosos. O aumento do nível do mar é consequência direta do enfraquecimento das geleiras, que depositam quantidades enormes de água no mar. Se todo o gelo da porção ocidental da Antártida derretesse, cientistas estimam que o nível do mar da Terra subiria em cerca de 5 metros. [LiveScience]

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54 comentários

  • WalterZ:

    Putz…
    Nunca um erro de digitação deu tanto IBOPE….
    Mas a matéria e muito interessante, porém a abordagem do LiveScience sempre deixa a desejar.

  • John jones:

    sera que Antártida houve uma grande civilização como os maias ou os egípcios que teve seu fim graças ao gelo?

    • Éder Augusto:

      Alguns cientistas acreditam que antes da Antártida ser o “continente gelado”,era um continente normal como qualquer outro,quem sabe?Tudo é possível!

    • Marcos-DF:

      Olá Eder, beleza ?
      Tem um mapa muuiitto antigo, do almirante turco Piri Reis que mostra a Antártida SEM o gelo … Até hoje não se sabe como este mapa foi feito, já que a data dele é de cerca de 1400 D.C. e já é, ele próprio, cópia de um outro mais antigo …
      Procure no nosso pai Google sobre o assunto.
      Abraços

  • Allan:

    “Ainda se discute a idade dessa cordilheira. Até pouco tempo, estimava-se que teria quase um bilhão de anos, o que é impressionante do ponto de vista geológico: quase nenhuma cadeia de montanhas dura tanto tempo assim. Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 bilhões de anos.De qualquer maneira, ainda há muito o que se descobrir sobre a Cordilheira.“

    Como assim, estimava-se 1 bilhão de anos e depois dizem que ela é mais JOVEM, com 100 a 200 BILHÕES de anos????

    FAIL.

    • durval:

      interessante que a terra por sí só tem 4,5 bilhões de anos, como uma cordilheira teria tudo isso? sera que as informações deste site são confiaveis

    • Spencer:

      erro de digitação…

    • Fabio:

      foi erro de digitação, provavelmente. Deveriam ter dito entre 100 e 200 MILHÕES

    • adilson de souza:

      gostaria que o irmão observasse com mais atençao, pois a idade aproximada da cordilheira seria 01 (hum) bilhão de anos. Mais em baixo, eles dizem que se, a mesma fosse mais jovem, seria numa idade estimada em 100 e 200 milhões.Agradeç se o amigo observar melhor o texto. Obrigado.

    • Abner Schmidt:

      Leia mais atentamente antes de sair avidamente criticando. Segue o texto correto, como realmente consta na matéria: “Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 milhões de anos.”
      MILHÕES, não BILHÕES. Você sabe a diferença entre os dois, certo?
      O FAIL foi seu.

  • José Elias:

    Eu prefiro a antártica, bem gelada.

    • Ezio Jose:

      A Hebe Camargo também…

  • Evaldo:

    Interessante que alguns cientistas afirmam que a antartida,já foi área de florestas, ou seja ela estava na linha do equado e com o movimento das placas tectônicas, ou foi um giro no eixo da terra, não lebro muito bem, ela foi para onde esta e congelou. já pensou se isso acontecer de novo e onde hoje e a américa do sul vira um continente congelado? Segundo esses cientistas podera haver nova catastrofe dessa magnitude na terra! então tudo é possivel.

    • Bruno Santos:

      Não é nenhuma catástrofe. É somente o planeta se dinamizando. Nos instantes em que eu estou a escrever, todos os continentes estão a ser deslocados poucos milímetros.
      Isso tem haver com a deslocação das grandes placas litosféricas através do calor da Terra – as correntes de convecção encontradas na astenosfera.
      O calor “gelatinoso” age como meio de locomoção para todas as placas da Terra fazendo com que avancem pequenos milímetros ou talvez centímetros todos os anos.
      Os continentes estarão sempre a se mexer e isso não é catástrofe, sempre aconteceu e sempre acontecerá.

  • Clara Telis:

    Novidade será quando nós não encontrarmos mais erros nesses artigos ,mas se o artigo está bom e tem errinhos ,nem precisa corrigir por que não aprendem .

  • claudemir da silva:

    antactica realmente um continente bem fascinante
    e pouco inexplorado

  • walter:

    Engraçado como pode ter uma cordilheira com 200 bilhoes de anos se a terra tem 5 bilhões e o universo 13 ?

    • Louis:

      Isso se chama: MAIS UMA TRADUÇÃO ERRADA DO HYPESCIENCE. Já vi várias coisas estranhas, fui na reportagem original em inglês e vi que traduziram errado.

    • Capitão Caverna:

      Lembra dessa “Erupção em Urano excita astrônomos”?

    • Roberto:

      Foi erro de digitação de fato; o certo é entre 100 e 200 milhões de anos. Vi no Wikipédia – em inglês porque é mais confiável.

    • Pedro:

      100 e 200 milhões é a décima e a quinta parte de um bilhão respectivamente.

      O texto diz que antes achavam que a cordilheira tinha 1 bilhão de anos,depois corrigiram para 100 ou 200 milhões,
      (milhões não bilhões) de anos, ou seja, muuito mais nova.

  • Luks:

    Interessante, na biblia fala que a terra era coberta de água e eu ficava imaginando onde pode ter ido parar toda essa água? Agora tenho uma boa resposta como citado logo acima “Isso faz com que o continente armazene 70% da água não salgada do planeta. ”

    Eu tbm, bem que gostaria de saber mais sobre os lagos subglaciais.

    Matéria boa.

  • Thiago Lima:

    Muito bom o artigo. Atente somente para o seguinte erro de digitação, no Item 5.

    “…Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 bilhões de anos…” – A Terra só tem 4,5 Bilhão de anos…

    No mais, eu sempre concordei com a afirmação de que “O Homem conhece mais dos buracos da Lua, que seu próprio planeta.” – Existem muitas coisas a serem pesquisadas e descobertas por aqui.

    Att

    • Ezio Jose:

      Trecho do texto original está para tirarmos a dúvida.

      “It’s really hard to imagine that there are mountains under there. It doesn’t matter which way you spin — it’s pretty flat,” said Bell, who has studied the area for years. Yet, she added, the truly mysterious part of the hidden mountains is not that they exist, but how they still exist. The inexorable march of geological time erodes mountains away (if we came back in 100 million years, the Alps would be gone, Bell said) and the Gamburtsevs, at the ripe old age of 900 million to a billion years old, should have been worn down eons ago.

      However, recent research indicates the mountains are a kind of geological do-over.

      “They were born a long time ago, but somewhere between 100 (million) and 200 million years ago, they had a renaissance,” Bell said.

      It happened during a rifting event, Bell said, when tectonic forces were wresting apart continental masses during the breakup of Gondwana, the ancient supercontinent. At the time, the eroded mountains’ heavy roots apparently underwent a density change — as though a bar of solid chocolate suddenly morphed into the fluffy stuff inside a Three Musketeers bar — which buoyed the mountain range back up, “like a life preserver,” Bell said.

      Exactly how that change in the Gamburtsevs’ root happened is a mystery.

      “That’s the biggest thing that has us scratching our heads,” Bell said. “We don’t know if the rifting added a little heat, added a little water — we know the rifting happened, and [the mountain range] popped up, but we’re still working on the question of how you make that phase change,” she said.

    • Protestante:

      – “Existem muitas coisas a serem pesquisadas e descobertas por aqui”.
      A ciência não precisa se preocupar com as coisas daquí. Os crentes fanáticos refutam dizendo que tudo está esclarecido na bíblia. Então que ela vá onde a ignorância desse não alcança, apesa de assim mesmo contestarem.

  • yuji:

    Item 5 Cordilheira de Gamburtsev , 100 a 200 milhões e não bilhões de anos , eu sei que estão censurando o Google Maps nenhum satélite tem autorização para tirar fotos na latitude 70 se tiver são poucas , proíbem a entrada de qualquer pessoa não autorizada por lá , seja o que for já descobriram ou o que deva ser descoberto não ira a público tão facilmente , você poderá navegar ao redor do continente mas adentrar já é outro assunto , essa região do mundo tem como braço EUA e a instituição Kockefeller .

  • Francisco Malta:

    Oi,bom dia. Como sou um estudante do corpo, gostei da reportagem. Inclusive ela pode ser interpretada em nível de carne-sangue-osso. A antártica seria um grande depósito de alimento que nutriria o sistema circulatório da terra (carne). O sangue seria a água derretida das calotas polares;as quais movimentaria a água do mar (sangue). O osso o gelo (os complexos conjuntos de lagos). Eis o elo da vida terrena. A vida dos seres na Terra, seria a conservação dos ossos (gelera)que dá sustentabilidade na movimentação e direção da vida orgânica. Pois ele abriga as mais variáveis formas de vida. No caso de degelo, seria para dá vida aos seres novos que nascem no dia-a-dia.

    • Rafael:

      É uma analogia pra lá de criativa, Francisco Malta…

      Mas essas formas de vida desconhecidas podem ser muito esclarecedoras aos cientistas e à cadeia interativa… E voltando à tão em voga neurose apocalíptica, só Deus sabe que tipo de seres podem sair conservados de lá das cavernosas profundezas da geleira, e suas consequências na interação com a vida superficial da Terra…

      Valeu!

    • Pedro:

      Né nada disso, a grande quantidade de gelo é só para resfriar a máquina da grande nave chamada Terra que está em funcionamento ha bilhões de anos, e os vulcões são os canos de descarga, afinal depois de queimar o combustível os gases gerados tem que sair por algum lugar.

  • José Raimundo Prazeres de Oliveira:

    Existem “n” mistérios a ser descobertos e estudados em nosso planeta. Exemplos: – Os mistérios da Antártida (tipos de bactérias; geologia; animais ali existentes e etc.etc.. Animais existentes nas profundezas dos oceanos. A nossa fauna e flora a serem estudadas que podem ser úteis para a nossa saúde. Os minérios e assim tantas e tantas outras coisas no nosso ecossistema que poderiam favorecer as doenças que não têm curas e etc.. No meu ponto de vista, primeiramente, seria melhor os nossos cientistas estudarem melhor esses mistérios do que gastarem bilhões e bilhões de dólares em explorações espaciais.

    • wilsonr:

      Caro amigo, vc se esquece de que a pesquisa espacial, trouxe enormes vantagens, tecnológicas para nós.
      vc que deve ser novinho, não deve ter idéia do que é, como eu vivi, num mundo, sem celular, ipode, pcs, walkmans, tvs de plasma, portateis, etc. esqueci, a internet, e ai vai.
      eu me lembro que na década de 60, meu pai comprou uma tv. preto e branco, de 20! foi a primeira do quarteirão, e a vizinhança vinha assistir tv em casa.
      nos não tinhamos telefones(quase ninhguem tinha), brinquedos, só rudimentares, e na maioria feitos por nós. também, não tinha tanta violência, etc.
      com as guerras e a pesquisa espacial, tudo mudou.
      eu conseguiria voltar a viver assim, se fosse necessário, e vc.
      vc se esqueceu de que tem o fundo dos oceanos, também, tão desconhecido como os continentes gelados.
      tem produtos que só se conseguem produzir em gravidade zero, e outras, grande e fraternal abraço.

    • Marcos – DF:

      Olá Wilsonr !
      Cara, voce me fez voltar no tempo, já que o que voce narrou aconteceu comigo também – com exceção da TV, que no meu caso, eu é que ia assistir na casa dos outros hehehe …
      E bem lembrado sobre os oceanos – nada sabemos de lá, afinal …
      Um grande abraço e feliz 2012 !
      Abraços a todos !

  • Helô:

    Eles vão encontrar um dinossauro inteiro congelado… sim comentário idiota, mas imagine só, que legal seria isso! è como um freezer que conserva milhões de anos de hitoria, a uma temperatura tão baixa, dá pra congelar um dinossauro inteirinho sim, ou outro animal pré historico. É um tunel do tempo congelado… Espero que não interfiram no ecossistema local para pesquisar essas coisas…

  • Jonatas:

    Perdoem o número 5 “Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 bilhões (o certo seria milhões) de anos.”, porque a matéria é muito interessante. Esses lagos subglaciais podem ser o modelo da procura de vida em outros mundos, em especial em Europa, lua de Júpiter.

    • ira:

      Inteligentíssimo é Jonatas.
      Ele realmente sabe o que fala e quando deve falar.

    • jfsm:

      kkkkkkkkk reparei isso tbm!! Esse povo que faz esses artigos para o Hypescience erram muito!!!!

    • Capitão Caverna:

      Essa sem dúvida foi sua maior ideia, isso é incrivel.

    • Marcos – DF:

      Grande Jonatas !
      Europa sempre esteve nas estórias de Ficção Científica como um lugar cheio de vida. A confirmar-se a tendência de que as FC´s acabam virando realidade, logo logo teremos boas notícias vindas de Europa – isto é, se não censurarem …
      Abraços

  • Marcos – DF:

    Olá pessoal !
    Um Feliz 2012 a todos !!
    O maior mistério da Antártida é um UFO que foi encontrado soterrado no gelo e ninguém sabe o que fizeram com ele 🙂
    Abraços !

    • jayme de castro nascimento:

      Caro Marcos se não foi uma sátira seu comentário, me diga de que fonte você tirou essa informação de ufo, por curiosidade me responda, mais se foi uma mera brincadeira me desculpe minha falta de percepção no seu comentario.

  • Marco:

    Como deve ser encarar um lugar aonde já foi registrado a temperatura mais baixa do planeta ! quase -90 graus celsius !
    se em um freezer domestico a temperatura não passa dos -10 imagine -90 ! eu teria uma cerveja geladinha quase que na hora rs

  • Rock:

    o que esta oculto no gelo? seria o Megatron ou os EUA já acharam ele e levaram embora

  • Bio:

    Estou procurando até agora a parte dos 6 mistérios… só li fatos e especulações, falta a parte misteriosa da coisa.

    • wilsonr:

      kkkkk, leia o livro, se vc tiver interesse, “a caverna dos antigos” de lobsang rampa. vc vai se divertir e aguçar sua procura. abraços.

  • JESSÉ HESPANHA DA CRUZ:

    100 e 200 BILHÕES de anos, só pode ser erro de impressão!Com certeza o certo é milhões.O filho não pode ser mais velho do que o pai.

  • Paulo Ernani:

    Me preocupa, o fato de pesquisas nessa parte do Planeta serem feitas, antes de um enorme estudo de impacto ambiental.

  • Rone:

    “Pequeno” erro .. É óbvio que não era bilhões, mas milhões, … A matéria é excelente ! ( Deve existir vida sim , e fósseis totalmente preservados, valerá a pena explorar.

    • maria angelica leite cardoso:

      Ufa….que bom que vc esclareceu p os críticos…logico que a matéria quis dizer milhões…epode crer…eles tb entenderam…e que gostam de levantar polêmicas…valeu!!!

  • lucas:

    Realente um misterio, uma cordilheira mais antiga que o universo kkkk

    • EltonPaes:

      O_o

    • Lulu:

      Cuma?

  • Tigre:

    Ali no item 5: “…algo entre 100 e 200 bilhões de anos.”, não seria milhões?

    • Clayton Amorim:

      Interessante né?! Já que a Terra só tem 4 bilhões e meio de anos.

  • Stéphano:

    Adorei a matéria, a Antártida é o meu continente favorito! Mas acho que encontrei um problema no texto:

    Ainda se discute a idade dessa cordilheira. Até pouco tempo, estimava-se que teria quase UM BILHÃO de anos, o que é impressionante do ponto de vista geológico: quase nenhuma cadeia de montanhas dura tanto tempo assim. Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais JOVEM, algo entre 100 E 200 BILHÕES DE ANOS. De qualquer maneira, ainda há muito o que se descobrir sobre a Cordilheira.

    Não tem algum erro de tradução aí?

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