Arqueólogos descobrem oferendas antigas na “Pirâmide do Sol” no México

Por , em 15.12.2011

Arqueólogos descobriram um pequeno tesouro de itens no México, que podem ter sido colocados no local como oferendas para marcar o início da construção da Pirâmide do Sol em Teotihuacán, quase 2.000 anos atrás.

As ofertas incluem peças de materiais como obsidiana e cerâmica, bem como restos de animais.

Talvez o mais surpreendente desses itens sejam três figuras humanas feitas de uma pedra verde, uma delas uma máscara de serpentina que os pesquisadores acreditam ter sido um retrato. A Pirâmide do Sol é a maior estrutura em Teotihuacán, um sítio arqueológico a nordeste da Cidade do México, que remonta a cerca de 100 a.C. A cidade permaneceu povoada por centenas de anos, e os moradores provavelmente começaram a construir a Pirâmide do Sol por volta do ano 100 d.C..

Arqueólogos escavam a pirâmide há muitos anos, cavando 59 buracos e três pequenos túneis em busca de descobertas. Até agora, também já encontraram sete enterros humanos, alguns deles de crianças, até mesmo anteriores à construção da Pirâmide.

Os pesquisadores também descobriram duas ofertas – uma contendo a máscara verde e outra oferta na base da pirâmide, que deve ter sido depositada como parte de uma cerimônia de dedicação.[LiveScience]

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4 comentários

  • claudemir da silva:

    a arqueologia sempre mim fascina com suas descobertas

  • Kof:

    “The Mask”, é o que parece…

  • mario noce:

    É INTERESSANTE, QUE SEMPRE QUE SE COMENTA SOBRE ESTAS CONSTRUÇÕES GRANDIOSAS, TEMOS O “ELEMENTO” GIGANTE, QUE É COMENTADO DESDE OS SUMÉRIOS/BABILÔNIA, SERA QUE TERÍAMOS ALGUMA RELAÇÃO ? …. DESTES COM ESTAS EDIFICAÇÕES, NA MITOLOGIA GREGA, SEMPRE TEMOS ESTES RELATOS…HOMERO,COLUNAS DE RHODES, ETC…..

  • JANE JACK:

    Para quem quiser se informar mais:
    As famosas pirâmides do México podem ser encontradas a 50 km ao norte da capital, em Teotihuacan, cujo significado é “o local onde os homens se tornam deuses”. A cidade é uma das mais impressionantes do mundo antigo, foi fundada antes da era cristã e chegou a ter mais de 125 mil habitantes.

    Os teotihuacanos, como foram chamados pelos astecas [até hoje não se sabe muito sobre este povo], foram um das civilizações mais avançadas daquele tempo e do posterior também. As técnicas de construção de pirâmides, a expansão territorial e o comércio foram passados até os astecas.

    O ápice ocorreu nos anos 400 e 500, mas por volta dos anos 650 ela sucumbiu. Não se sabe muito bem o que causou seu lento desaparecimento, mas aparentemente a cidade esgotou os seus recursos ou foi atacada por povos nômades.

    Quando os astecas chegaram à região, consideraram Teotihuacan uma cidade sagrada construída pelos deuses ou por gigantes. Os templos e pirâmides do sítio arqueológico refletem a grandiosidade desse povo, mas ainda não revelou a história deles.

    Para explorar o local, os visitantes devem estar dispostos a caminhar por terrenos irregulares e subir escadas a uma altitude de 2.300 metros, sem contar o sol forte que ilumina Teotihuacan quase todos os dias. No verão é possível também pegar chuva.

    Não se esqueça do protetor solar, do chapéu e de sapatos confortáveis. A caminhada é grande e as escadas que levam ao alto das pirâmides parecem não acabar, mas vale a pena. A vista é deslumbrante e você se sente no meio da história dos teotihuacanos lá de cima.

    Diz a lenda que a pirâmide da Lua suga a energia das pessoas e a do Sol, revigora. Portanto, comece o trajeto pela Lua e depois, pelo Sol. Quem sobe percebe a diferença. A segunda é cerca de 20 metros maior que a primeira, mas elas praticamente têm a mesma altura em razão do desnível do solo.

    A pirâmide do Sol foi encontrada pelos arqueólogos em 1971 e em 98 foram achados vestígios humanos e oferendas na pirâmide da Lua.

    Mas antes de fazer a escalada, conheça as ruínas das casas e também o Palácio Quetzalpapalotl, um labirinto de templos e residências que foi se formando com o passar dos séculos. Os pesquisadores descobriram que todas as construções tinham belas pinturas com fortes cores, mas, com o tempo, sobrou pouca coisa.

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