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Nissan LEAF: Fizemos um test drive no carro elétrico da Nissan

Por , em 26.08.2011

Já pensou não precisar abastecer seu carro com gasolina ou álcool? O quão maravilhoso não seria? Um dia, isso pode ser verdade no Brasil: o Nissan LEAF, um carro totalmente elétrico com emissão zero de carbono, pode chegar a ser realidade pelas nossas ruas diversamente culturais.

O LEAF é o primeiro carro 100% elétrico comercializado em larga escala pelo mundo todo. Sua inovação é fortemente ligada a um conceito ambiental – a emissão de carbono que tanto prejudica o nosso meio ambiente, e que provém em grande parte de carros a combustão, é eliminada nesse modelo movido à bateria elétrica.

Eu sei o que você está pensando: emissão zero, tudo bem, mas e para fabricar o carro e a bateria? E o que fazer depois com essa bateria com conteúdo tóxico? Seria que isso não agride mais o meio ambiente?

Segundo o diretor de marketing da Nissan, Carlos Murilo Moreno, não. Alguns itens do LEAF são iguais aos de carro a combustão, como os pneus, por exemplo, mas, no geral, sua fabricação não é mais prejudicial ao meio ambiente do que qualquer outro veículo (no entanto, pode haver uma variação conforme o tipo de energia usada no processo de fabricação, como hidrelétrica, nuclear, termelétrica, etc).

Quanto à bateria, que tem vida útil de 8 a 10 anos (ou 160.000 quilômetros), a Nissan tem um programa que recompra as baterias, transformando-as em “no breaks” industriais, reciclando-as.

Aliás, a bateria do LEAF é na verdade um conjunto de 12 baterias de íon-lítio com 4 alocações. Com ela, pode-se percorrer 160 quilômetros em uma única carga. Ela é capaz de se recarregar completamente em 8 horas em uma tomada de 220 volts; se for 110 volts, de 16 a 20 horas; ou ainda, você pode carregar até 80% da energia em apenas 30 minutos, utilizando um carregador de 400 volts (porém, cuidado! essa opção pode viciá-la reduzindo sua vida útil).

O carro tem motor CA síncrono de grande resposta (80 quilowatts) que gera 107 cavalos e um torque de 28,5 quilogramas força por metro (kgfm). Eqüivale a um motor de combustão de 1.6l.

O Leaf tem um arranque rápido, e pode chegar a 145 quilômetros por hora, o que é bom para um carro elétrico. Seu design é diferente, em forma de V vertical acentuado, com longos faróis dianteiros de LED com uma aparência refletiva azul. As rodas de liga de alumínio aro 16 e cinco raios com pneus Bridgestone Ecopia P205/55R16 são itens de série.

Cassio Taniguchi, Secretário Estadual do Planejamento do Paraná, iniciando seu test-drive no Leaf

O painel digital inclui um velocímetro, indicador de temperatura da bateria, medidor de energia, medidor de energia restante, indicador de nível de capacidade, um display de autonomia e Eco indicator. O monitor padrão exibe ainda a “área de alcance”, ou seja, uma estimativa de quantos quilômetros você poderá percorrer com a carga da bateria remanescente, bem como uma seleção das estações de carregamento próximas.

Os sistemas de segurança do Nissan LEAF incluem seis airbags, sistema de freios ABS nas quatro rodas, sistema VDC e Sistema de Controle de Tração (TCS).

O mais interessante do carro, é claro, é quanto ao seu gasto mensal: um quarto do que você gastaria com um carro a combustão. Isso porque a energia que você vai gastar recarregando o carro é equivalente a de um chuveiro elétrico, que no fim do mês ainda será bem menos do que todo o combustível que você precisaria para andar a mesma quilometragem, segundo a Nissan.

É claro que o carro em si não é tão barato: nos EUA, o preço do Nissan LEAF é 32.700 dólares, o equivalente a 52.550 reais, no entanto custaria muito mais caro aqui já que os impostos nos carros elétricos é cerca do dobro em relação aos de combustão, no Brasil. Isso tornaria o custo do carro proibitivo para o público brasileiro.

Curioso? Por enquanto, você não vai poder comprar um desses por aqui. O Nissan LEAF foi lançado em 2010 no Japão, EUA e em alguns países da Europa. No Brasil, país em que não há incentivo tributário à produção, comercialização e licenciamento de veículos elétricos, o LEAF não tem previsão para chegar às concessionárias.

Mas ainda lhe resta uma chance; além de ver fotos do Nissan LEAF aqui, o pessoal de Curitiba e região metropolitana pode conhecer o modelo, bem como dirigi-lo, nesse sábado, durante a Feira Inova Show, na fábrica da Nissan em São José dos Pinhais. O evento está percorrendo mais de 30 cidades do país para apresentar a marca e os conceitos de inovação da montadora japonesa, então você pode conferir aqui quando ele estará perto se você se quiser dar uma voltinha (voltinha é a palavra certa já que o trajeto que fizemos era minúsculo).

O Leaf sendo “abastecido” em uma estação de abastecimento rápido de 440v da Nissan

Abaixo, você pode conferir um vídeo no qual eu faço um test drive no Nissan Leaf.

Como o próprio nome sugere (“leaf” significa “folha”, em inglês), achei a coisa mais leve do mundo. Não faz o mínimo barulho, não trepida, me senti até flutuando. Além de bastante confortável, faz praticamente tudo por você: avisa sobre quaisquer possíveis problemas e não tem câmbio. Confira:

Conheça um pouco do interior do LEAF:

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52 comentários

  • Leo Noga:

    Imaginem num futuro próximo, carros elétricos com carroceria que capta energia solar e carrega as baterias de dia. Vamos ser cinceros enviamos sondas para marte com essa tecnologia, não usamos aqui porque não é viavel econômicamente, isso para os donos do petrôleo e das montadoras.

  • Aurelio:

    Olá pessoal! Acabei de ler todos os cometários!!! Muito bom ter um feedback do que os brasileiros acham sobre o leaf. Eu também nasci no Brasil mas hoje estudo engenharia eletrica na Alemanha e estou certo de que dedicarei minha vida profissional para produzir carros elétricos, no Brasil se possível.
    Queria corrigir algumas falsas impressoes que percebi nos comentários:

    1. O Leaf é um carro para cidade, não pra estrada.
    2. O carro não produz nenhum gas danoso à saúde e mesmo que a energia que se usar para recarrega-lo for 100% de termoeletrica movida a carvao (a mais suja possivel) ele ainda é 2 vezes menos poluente que qualquer outro carro com motor a combustao.
    3. Energia no Brasil é relativamente limpa (majoritariamente hidroeletrica), então o Leaf é uma idéia MUITO boa para nós também.
    4. Normalmente se carregaria o carro fora dos horários de pico (durante a noite, madrugada enquanto o dono dorme), utilizando uma energia que na maioria das vezes é jogada fora!!! Isso mesmo, fora dos horarios de pico poderiamos produzir muito mais energia pelo mesmo preço (para as concessionarias pelo menos, nao sei se no Brasil elas repassariam para o consumidor).

    Bem, espero que voces ajudem a espalhar a ideia para que os politicos façam legislacoes que permitam o crescimento dessa tecnologia no Brasil. É uma questão não só de economia de dinheiro, mas uma questao moral.

  • Fernanda Carrijo:

    Aff…sera que ninguem percebe que não adianta mais,como que vão subistituir todos os carros pra por o nissan,acreditar que isso ajudara o meio ambiente é bobagem,visto que quem compra faz sua parte,mais quem vende almenta ainda mais o nivel de CO2,a verdade é que ninguem dos maiorais conseguem acabar com esses poluentes,por que isso atacaria seus bolsos,preferem dinheiro do que ar pra viver…pode vir ate mil protocolos ambientais,da nojo sim,nojo deles!

  • zizuim:

    FAZ UM GATO E PRONTO!! KKKKK

  • Darlanr:

    Gente iriamos ajudar a natureza ate onde se usamos bateria no final teria que ir para algum lugar, realmente bateria é reciclável mas oque é radioativo na bateria é o liquido,deixamo de “F” a camada de “ozonico” e fuderiamos com o solo e ficaríamos sem alimentação pois não iria a ver solo para plantar.
    Iriamos ‘F’ com tudo de qualquer jeito quer ajudar o planeta anda de bicicleta

  • zé eduardo:

    Sem falar do carro a hidrogênio por hidrólise-movido a h2o…

  • leandro:

    …e tambem suponhamos que todos os carros fossem subistituidos aqui no brasil, o preço da energia elétrica iria disparar(que ja é alto)e voltariamos a pagar caro pelo km rodado…a energia elétrica alem de mover a indústria, a residências, teria que mover toda a frota de carros, afff! blecaute(apagão) na serta..ai os indios la da Amazônia iam quebrar o pau pra nao deixar fazer mais hidroelétricas, teriamos que fazer usinas nuclear…

    • leandro:

      se meu comentário vai pra “moderação” , por favor corrijam os erros de português pra ficar bonito..

  • idpol:

    Entendo ser a legislação e não os impostos. Mas vamos ‘a alguns cálculos: Potência da bateria (ou seja, o carro) 80kw; recarga completamente em 8 horas em 220 volts;peso da bateria 300kg; vamos considerar mais 300kg do carro em si, o que dá 600kg o peso total. Já que para efeito de economia ‘viável’, usaremos em casa somente a bateria; o carregador/conversor e a fonte 220v da concessionária, então, sem converter o gasto de energia dissipada para carregar o próprio peso (carro e bateria), digamos que ‘ganharíamos’ mais 40kw. Então teríamos 120kw disponíveis para consumirmos em casa.Custo da recarga: 120kw x 8h = 960kwh/mês, sendo o kwh=R$0,44595, teríamos um custo de 960 x 0,44595 = R$ 428,112/mês (sem imposto de iluminação). Pergunta: onde estaria a economia ???

    • Mamael:

      A economia só vai existir quando for autorizado, ou não, o famoso ” GATO “.

      Sem mais.

    • Cleme Hajia:

      Você acabou de calcular o gasto mensal de um carro elétrico rodando 200 Km ao dia, diariamente!!!!
      Isto representa 10x a menos que um a combustão!!!

    • Gargwlas Gargw Gargwlas:

      vc roda 160 km por dia? vc fez o calculo como se fosse carregar todos os dias… no meu caso por exemplo q trabalho a 10 km do emprego

      ida e volta da 20 e mais uns 15km ida e volta da facul

      35 km dia, iria recarregar 2 vezes na semana

  • ElD:

    Ja pensou a quanto vai o preço da gasolina se isso for verdade, deixa o Sultão saber disso…

  • Walfrido Lourenço de Souza:

    Realmente é uma inovação, mas ainda é uma crisálida do que poderá vir. E que me desculpem os que agora, taxam as usinas produtoras de “poluentes”, mas nã0 seria muito melhor, já que o carro em sí vai atenuar os problemas da poluição? Quer dizer que essas pessoas só comprariam esse carro se as usinas produtoras também fossem movidas a eletricidade ou coisa que não poluísse? Isso é pura frescura. Quem compra carro a combustão também não está concorrendo com as produtoras poluentes? E isso em dose muito pior, pois os carros alí produzidos vão continuar disparando os seus venenos pela atmosfera afora. Tais posições é só para terem o que falar. Agora que isso vai demorar a ser adminitido no Brasil, isso vai. Lembro-me de, há mais de trinta anos atrás, ouvi dizer que um brasileiro inventou em 1968 o carro movida a água, só que ele sumiu. E mais mais ou menos uns vinte anos, publicou na TV um protótipo brasileiro movido a sebo (óleo de frituras, pedaços de toucinho, barrigada, gorduras em geral) que a sua turbina transformava em combustível, e o seu barulho era semelhante a um carro a óleo Diesel, e mais, que estaria na praça dalí a uns dois anos. Até hoje estamos (quem assistiu) esperando. O que estará por trás disso? Não creio que sejam os grandes trustes, cartéis, monopólios ou oligopólios do petróleo. Não. Eles até que são bonzinhos. Mas alguém está por trás do sumiço dos inventores/inovadores. Porisso digo que o carro elétrico (ou qualquer outro que ofereça poluência zero) é uma quimera para os defensores do meio ambiente.

  • Flor de Lis:

    Ah um desses na garagem aqui de casa!!!!!! rsrsrs

  • marcos:

    Infelizmente aqui não da certo esse carro, o pessoal gosta e de barulho de escapamento e aquela fumaça horrivel de diesel que polui tudo…..

  • Jaime Barossi:

    Espero que não aconteça como no passado que os dono do petroleo tem um filme que retrata muito bem o que eu penso sobre isso QUEM MATOU O CARRO ELETRICO.
    ja sabemos que o primeiros carros inventado já faz mais ou menos uns 130 anos atras.
    ps assiata o filme e de sua propria opinião abraços a todos.

  • Harley Eugenio:

    o Carro a alcool, é o carro ecologico do Brasil, pois o carbono espelido no escape será absorvido pelas plantações de cana.

  • AZTECA:

    Não demora muito e vão dizer que a culpa de não termos esse carro ainda é do FHC.

  • Gyver:

    Já testei este carro na pista do Estoril em Portugal. O carro é uma banheira e o ESP é muito invasivo. Mas fora isso anda bem até aos 145kmh e apesar da baixa autonomia consegue rivalizar em termos de performance com os carros a gasolina. Há uma versão de competição deste carro chamada “LEAF Nismo” e esse já anda melhor.
    E não é assim tão silencioso. Parece uma locomotiva eléctrica e está-se sempre a ouvir choques/faiscas vindas do motor (ainda assim é muito mais silencioso que um carro a gasolina).
    No entanto a electricidade usada para recarregar o carro ainda vem de fontes “sujas” como centrais termoeletricas a carvão. Logo até que a energia nas nossas casas venha toda ela de fontes não poluentes não faz sentido comprar-se um carro eletrico.

    • Marcelo Ribeiro:

      Aqui no Brasil a energia é toda de hidroeletricas ou nuclear, ou seja, relativamente limpa.

      De qualquer maneira, se você gastar apenas 1/4 de eletricidade do que gasta com gasolina possivelmente deixará uma pegada menor no meio ambiente, mesmo que a eletricidade provenha de termelétricas.

    • Alessandra:

      Gyver, pelo que percebo vc não testou o Leaf elétrico !!! Fiz o test drive há uma semana, num local silencioso e o motor simplesmente não emite som !!! O carro não apresenta qualquer vibração, é suave, silencioso, responde bem a aceleração. O visual do interior em agradou mais que o exterior e não tem nada de banheira …

    • Alex:

      Mesmo que a produçao de energia venha pela queima de carvão, ainda é 2,4 vezes menos poluente que motores à combustão. veja: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2009/09/nao-carros-eletricos-nao-poluem-mais-que-os-carros-atuais/

  • Bruno:

    Não é carro pra pegar estrada, e sim para o dia dia das grandes cidades onde vc não vai andar mais de 100 km por dia.

    Pra viajar ainda não vai servir, agora eu ainda aposto no carro a ar comprimido, que abastece no mesmo tempo de carros a combustivel e tem emissão zero, apenas converte a energia elétrica em ar compimido que pode ser transferido muito mais rapido para os tanques que dar carga em qualquer bateria.

    Agora o que barra esse tipo de tecnologia é o dinheiro envolvido em cada litro de combustivel em que pagamos mais da metade de impostos, ou sejá a cada tanque completo o governo morde uns 60 – 70 reais….

    Qual a vontade de fazer entrar no Brasil essa tecnologia ou qualquer outra que tirre essa renda do governo?

  • Lima:

    Olá, bom dia a todos!
    Não estou aqui pra defender a Petrobras, mas para os que não conhecem, a Petrobras, já têm posto com este tipo de recarga em alguns pontos do país.
    Tomara que em breve estes carros já possam chegar por aqui, afinal além de ser mais econômico para nós, contribuiremos para nosso meio ambiente e assim termos uma qualidade de vida bem superior.

    Abs,

    • Marcelo Ribeiro:

      Como assim tem postos de abastecimento elétrico se é proibido carros elétricos em nossas ruas?

  • gustavo calheiros:

    Acho que a Presidente Dilma ainda vai mostrar prá que veio , a pesquisa com o carro elétrico deve ser mais incentivada e os impostos menores do que os dos carros a combustão.

  • Eduardo:

    E assim, vamos vivendo nesse pais. Concordo com o EltonPaes. Chega a dar nojo do nosso país.

  • Lelo:

    Obrigado por compartilhar o test drive, pena que nosso pais não permita a inovação tecnologica.
    “petrobras não permitiria”huhuhuhu

    • @AtomicBlue:

      Moro na cidade de Macaé, “A Princesinha do Atlântico”, “a Cidade do Petróleo”, onde se encontra a Petrobrás, e a bacia de Campos, de onde sai 83% do petróleo nacional (quase todo o petróleo sai dessa bacia), e na região em que se encontra o presal (mais petróleo ainda!).

      Convivo com pessoas que estudam, se formam e se projetam na indústria do petróleo. Pessoas que se empenham simplesmente em serem um dia empregadas da Petrobras e empresas ligadas ao meio.

      É incrível, mas, apesar de todo o mal que causa ao planeta, a indústria do petróleo nao vai morrer tão cedo, simplesmente porque as pessoas ligadas a ela não querem que isso aconteça.
      É o ouro negro. Lucra-se TANTO com isso, que as pessoas ligadas à área DEFENDEM esse meio com unhas e dentes, porque deles tiram uma renda incrível. Já ouvi de professores universitários e profissionais especializados que o funcionário embarcado ganha cerca de 70% mais do que ganharia em terra exercendo a mesma profissão, tudo por causa dos riscos e das implicações de se estar embarcado.

      O lucro que se tira é tanto, que no final do dia ninguém está preocupado com o mal que o petróleo faz ao meio ambiente, os riscos e os danos dessa indústria (estudei uma disciplina chamada Gestão Ambiental com uma engenheira química, que me abriu os olhos quanto aos riscos da área; ela me disse que muitos graduandos em Engenharia de Petróleo desistiram da profissão após ter essa disciplina, que era uma das primeiras do curso).

      Muito se ouve quanto a necessidade de encontrar “alternativas aos combustíveis fósseis”, mas a verdade é que já se tem até carro movido a esgoto, e por que essas realidades não estão em voga no mundo hoje? A resposta é simples: Os motivos que estão em jogo vão muito além da preocupação com o meio ambiente, com a nossa saúde e a saúde dos animais e de toda a vida terrestre.
      Os lucros obtidos com o petróleo fazem essa indústria varrer toda grande idéia de obtenção de energia limpa pra debaixo do tapete, a fim de prolongar sua atuação o máximo possível, independente das consequências da contínua poluição causada pelos combustíveis fósseis.

    • Marcelo Ribeiro:

      Exato. Quem não usa petróleo hoje? Indireta ou diretamente boa parte de nossos ganhos acaba no bolso dos senhores do petróleo. Esta tela de computador em que está olhando agora é feita em boa parte de petróleo e foi transportada por um navio e um caminhão movido a “ouro negro”.

      Temos que reduzir sensivelmente o uso desta fonte de energia.

  • lennon lima:

    Acho dificíl um veiculo desses conseguir vencer “OS REIS DO PETROLEO”
    Pois já existe muitas esperanças e até hoje não vejo um carro desses circulando por aqui.

    não se esqueçam já foram inventados veículos movidos a água, energia solar e até mesmo gordura de galinha. A muitos e muitos anos quando nem existia tecnologia já havia trens movidos a vapor e hoje com tudo não seria capaz de termos um veiculo desses circulando por aqui?

    O PETROLÉO É QUEM MANDA!

    • Theo:

      mais um que nao le com atencao…
      esses carros so nao estao aqui pro causa dos tributos, que para carro eletrico e o dobro dos outros…vc nao vera um desses aqui tao cedo gracas a nossa Presidenta Dilma, como ela gosta de ser chamada…

    • Renato Rodrigues:

      não é defendendo ninguém, até pq nem sou político nem tenho parentes que sejam, mas ê mania de certas pessoas de culparem o presidente atual por problemas históricos…se, até o ano passado, houvesse incentivo fiscal para os carros elétricos e esse ano, depois de assumir, claro, Dilma retirasse esses incentivos, sim, eu diria que a culpa é dela. No nosso caso, nunca houve incentivo, então não é “graças” a quem está no poder hoje. ¬¬
      Agora, o governo dela poderia sim ser pioneiro e criar incentivos.

    • Marcelo Ribeiro:

      Carro a água seria uma boa. Mas por enquanto é apenas ficção.

  • JESSÉ HESPANHA DA CRUZ:

    Andar 160 km em mais ou menos 1.30 hora e depois ficar 8 horas carregando. Qual é a graça?

    • Theo:

      Amigo, leia com atencao, ou carregar 8 horas enquanto vc dorme de noite, em casa, ou carregar 80% em 30 minutos numa estacao de carga rapida…
      Ok em comparacao com a gasolina e muito mesmo, porem acho que se for em prol de um bem maior como o dos meus pulmoes vale a pena…e muito…claro que se vc prefere respirar fumaca, aqui em sao paulo tem caminhao de monte para vc…

    • Renato Rodrigues:

      Pois eu acho que você tem razão. O custoXbenefício é baixo sim. Hipocrisia de quem disser o contrário. Pra que eu vou comprar um carro que, em qualquer lugar do mundo custa caríssimo (nos EUA, com 500 dólares a mais você pode comprar um mustang V8…quem duvidar, confira… http://www.ford.com/cars/mustang/models/ ), se não posso ir pra onde eu quiser? Não adianta meia dúzia de pessoas com dor na consciência ambiental comprarem um treco desses hoje, porque não vai fazer diferença nenhuma. A quantidade de carros que teriam que ser substituídos é imensa. Fora que isso cria um outro problema. Onde depositar todos esses carros movidos a “petróleo” (diesel e gasolina)? Isso também criaria um grande problema ambiental. Além disso, como foi citado pelo Gyver, as fontes geradoras de energia mundial ainda são muito poluidoras. Ainda não é hoje que o carro elétrico fará sentido.

    • leandro:

      tem razão, no brasil até que faz sentido, que tem uma matriz energética a base de hidroelétricas, mas nos USA por exemplo, o petroleo que deixaria de ser queimado no motor do carro seria queimado nas termoelétricas( que são movidas a combustivel fóssil)…

    • Amigo:

      Parece que algumas pessoas ignoram que a velocidade máxima nas rodovias é de 110 km/h e nas vias urbanas é de no máximo 80 km/h.
      E ainda tem comentários dizendo que um veículo que alcança 145 km/h não é para as estradas???

    • Marcelo Ribeiro:

      Olá, Amigo. Ele não é para as estradas por causa da autonomia. Hoje rodei 600km com o meu beberrão. Com o Leaf só seria possível fazer isso se eu parasse a cada 100km, com a certeza de que teria uma estação de recarga rápida. Perderia ao menos 30min ou mais a cada 100km para recarregar. Se tiver que recarregar na tomada tenho que parar e esperar 16 horas a 110v e 6 a 8 a 220v. Não vale a pena por na estrada. É carro para a cidade.

      Ei fiz teste drive nele e adoraria ter um. Mas temos que admitir que ele está muito aquém do motor a combustão pelo fator recarda e autonomia ainda.

  • Roberto Bezerra:

    Se é tão importante para a melhoria do meio ambiente então deveria ter um mínimo de impostos!!! No Brasil segue-se uma lógica contrária, se é bom para então deve ser caro e proibitivo. Com relação a autonomia dos elétricos e acho que deveriam haver postos de trocas de baterias e não de recarga, bastando retirar e repor a bateria por outra carregada (engate simples e rápido) como se faz com os vasilhames de água mineral, refrigerantes ou botijões de gás.

    • Dorival José Borges:

      Roberto Bezerra
      Ótima idéia a de repor a bateria no lugar de carregá-la!
      Ainda não sei qual o volume que ocupariam tais baterias, para que os postos as tivessem em suficiente estoque, mas em princípio, reitero que gostei de sua visão de praticidade.
      Na verdade, creio que falte aos nossos brilhantes engenheiros, a coragem de implementar um sistema que mantenha a carga das baterias, atravéz de um sistema de dínamos que funcionaria com o giro dos pneus. Tenho praticamente certeza de que o velho dínamo cumpriria e bem a manutenção da carga, seria quase um motor perpétuo, QUASE! Mas, a indústria tem de fazer “acertos” com o ramo petrolífero bem como concessionárias de energia, mundo afora. Ou seja, se alguém inventar algo que não mantenha todos os atuais players com algum ganho, será muito difícil deixarem o invento ir adiante. Por exemplo, Tesla descobriu a transmissão de energia elétrica, há muitas décadas, mas somente bem recentemente é que começamos a ouvir falar disto, ainda como mera possibilidade. Mas não há como fugir da fonte elétrica em detrimento das de combustão, sem nos esquecermos que a geração de energia solar, seguirá também em franco desenvolvimento.

    • Dorival José Borges:

      Referente a Tesla, quiz dizer a respeito da transmissão wireless de energia elétrica.

    • Marcelo Ribeiro:

      As baterias do Leaf pesam 300kg. Um pouco complicado fazer uma troca rápida, a não ser que seja com uma empilhadeira.

  • becker:

    Acho que todos gostariam de ter um carro destes, É uma bekeza mesmo, pena que é tão caro….

  • TW Moah:

    “No Brasil, país em que não há incentivo tributário à produção, comercialização e licenciamento de veículos elétricos, o LEAF não tem previsão para chegar às concessionárias.”

    Uma reportagem ótima, que traz um conteúdo muito bom de um assunto sensacional mas que é manchado por este trecho acima que nos envergonha e enoja cada vez mais.
    Até quando nossos bolsos serão sugados por pessoas, empresas, companhias que acabam com a beleza e a alegria deste povo?

  • EltonPaes:

    Chega dar nojo do meu país…
    ¬¬”

    • leandro:

      se te da nojo do brasil por que tu nao vai morar num pais qualquer da Africa, ou até mesmo numa “ditadura” qualquer aqui da America do sul, ou entao na china(trabalhar 16 horas por dia) ou no mundo arabe, na libia, siria etc, ah no haiti que sejá, e pare de falar mau do nosso país…

    • Thiago:

      É por isso que o Brasil ta assim, todo mundo acha que esse lixo de País é ótimo!

      Primeira oportunidade que tiver to vazando desse lixo, só ta faltando grana no momento!

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