Por , em 9.01.2018

A sonda Juno, da NASA, completou sua 10ª viagem em torno de Júpiter no mês passado, no último dia 16.

Usando sua câmera JunoCam, ela faz novas imagens do gigante gasoso aproximadamente a cada 53 dias, passando por ele em velocidades de até 209.241 km/h.

Um dos motivos pelos quais a sonda é capaz de capturar fotos tão espetaculares é porque voa mais perto do planeta a cada passagem por ele, chegando a um diâmetro da Terra das partes superiores das nuvens jupterianas.

Pode parecer longe, mas, quando se trata do maior planeta do sistema solar, sobrevoar cerca de 13.200 quilômetros acima de suas nuvens é muito próximo – a órbita de Juno a leva muito longe do planeta antes de rapidamente se reaproximar dele, para minimizar a exposição dos seus eletrônicos aos campos de radiação poderosos de Júpiter.

Depois de uma certa demora para as imagens chegarem à Terra, e para os dados brutos serem processados e transformados em belos retratos coloridos, podemos finalmente conferir os melhores cliques e as novas animações feitas com as informações coletadas por Juno: [BusinessInsider, Wired]

Esta foto foi tirada em 16 de dezembro. Aqui, os redemoinhos vertiginosos das nuvens de Júpiter são vistos em detalhes sem precedentes, enquanto as tempestades velozes do planeta lançam sombras na atmosfera abaixo. A escala desta imagem é de 9,3 quilômetros por pixel.

Um dos polos de Júpiter.

Cinturão temperado do sul de Júpiter.

A zona tropical do sul de Júpiter.

Os pesquisadores estão tentando entender as turbulências das formações de nuvens polares no planeta, como estas capturadas recentemente.

As muitas bandas de nuvens do planeta são outro enigma científico.

Um conjunto completo de imagens da JunoCam se parece assim, conforme a sonda passa pelo planeta.

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