O planeta gigante que escapou do nosso sistema solar

Por , em 17.11.2011

Um ou até mesmo dois planetas gigantes podem ter habitado nosso sistema solar em suas origens, na companhia de Júpiter, Saturno, Netuno e Urano.

Modelos de computador que mostram como nosso sistema solar se formou sugerem que os planetas, presos uns aos outros gravitacionalmente no espaço, só estabeleceram suas órbitas atuais ao longo de bilhões de anos.

Durante mais de 6 mil simulações da fase de dispersão planetária, o cientista planetário David Nesvorny descobriu que um sistema solar que começasse com quatro planetas gigantes, como se acredita atualmente (Júpiter, Saturno, Netuno e Urano) só teria uma chance de 2,5% de ter uma órbita como a que vemos hoje.

Entretanto, um modelo que indica que nosso sistema solar começou com cinco gigantes é cerca de 10 vezes mais propenso a ser correto. O planeta que foi expulso do sistema solar teria massa parecida com Urano e Netuno. Ele teria sido possivelmente um “gigante de gelo” rico em matéria gelada.

O modelo de computador permitiu que Nesvorny criasse um vídeo que mostra o planeta extra do nosso sistema solar em sua formação.

Pesquisadores acreditam que quando o sistema solar tinha cerca de 600 milhões de anos, ele passou por um grande período de instabilidade que dispersou desde os planetas gigantes até os menores. Encontros gravitacionais com Júpiter teriam expulsado o misterioso planeta gigante que existiu por aqui aproximadamente quatro bilhões de anos atrás.

Um grande número de mundos flutuando livremente tem sido descoberto recentemente no espaço interestelar. Com isso, é possível considerar que a ejeção de planetas de sistemas solares sejam comuns. [Space]

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81 comentários

  • Manoel Mendonca:

    Escapou do nosso sistema solar???
    Só pode ser culpa destes políticos corruptos.

  • Dante Bravus:

    O mais provável é que realmente tenha existido, e se for assim, será que ele foi expulso mesmo??
    Um gigante rochoso pode ter a massa necessária e facilmente ser confundido com gigante de gelo!Se for assim, um gigante rochoso, não há infra-vermelho de telescópio no mundo que vá vê-lo!Afinal rocha não emite calor né, só refrata! Se for um gigante rochoso, a gente só vai poder ver ele qdo ele ja tiver nas portas do nosso sistema!

  • Johnes César Gonçalves Batista:

    Quem sabe esse planeta um dia não volta para sua casa e tome o seu lugar no sistema solar que por direito seria dele!!!

    • Joao Mendes:

      Quem saiu perdeu o lugar!

  • Alessandro Silveira:

    Prezado, Não deve ver a ciência por uma visão mítica ou religiosa, isso é um grande erro além de que chegará a conclusões, estas sim, bizarras ou pelo menos tolos.
    Einstein não foi um deus, ciência não é feita por deuses e sim pelo acumulo de conhecimento de nossa civilização. A física como conhecemos nasceu na Grécia Antiga, mas antes disso já havia os egípcios, os sumérios. E antes deles várias comunidades que usavam de conhecimento para viver com mais segurança. Depois veio Galileu, o pai da física moderna Isaac Newton, Huygens e Friedrich Gauss; Depois veio Lorentz, Poincaré, Planck, Einstein, Bhorn… Enfim milhares de cientistas ao longo de tempo contribuíram para o que temos hoje.
    Para ter uma ideia de como a ignorância pode nos vedar, assim como tu não acredita que o homem possa saber de eventos de bilhões de anos atrás. Muita gente acha que a embalagem longa vida não protege a integridade do leite. E não adianta explicar.
    O que a humanidade ignora é de fato muito, contudo não invalida o que a humanidade conhece.

  • Fernandu Z-luciu:

    quem sabe um dia a terra pode ser expulsa do sistema solar. daqui a 500 milhões de anos pode não haver vida humana na terra, por causa das transformações do sol……………

    • Cesar Grossmann:

      Fernandu, para a Terra ser expulsa do Sistema Solar teria que acontecer uma passagem próxima de alguma estrela. Não há, até onde sabemos, nenhuma estrela que esteja se aproximando do Sol neste período.

      E se acontecesse, a Terra congelaria.

    • Agatha Silva:

      Não se preocupe, até lá você já vai estar mortinho da silva.

  • Cesar Grossmann:

    Não é “ciêntista”, é cientista.

    Jesa, grande parte das teorias tem comprovação em laboratório e em observações na Natureza. O bizarro é você não saber isso tudo, em pleno século XXI, com todos os telescópios espaciais, todos os aceleradores de partículas, todos os estudos publicados todos os anos resultado de trabalho em campo e de laboratório, confirmando ou questionando o que os cientistas teóricos criaram.

  • angelo3D:

    Eu, como qualquer humano, também tenho curiosidade sobre nossas origens e do universo. Leio bastante desde criança sobre os planetas, nosso sistema solar, buracos negros e as teorias (várias já provadas) de Einstein. Esta teoria da expulsão de um planeta, antigo “inquilino” do nosso sistema solar é interessantíssima. Mas confesso que quando presencio um debate sobre essas teorias, me divirto também. Não sei explicar, a coisa vai ficando com ares de filisofia científica (?) e o sentido geral parece se perder em algum ponto e acaba com ares de combates individuais de conhecimento adquirido. Mas é só minha opinião pessoal, o que eu vejo. Eu tenho a mesma convicção que Albert Einsten tinha: atribuo a Deus a autoria do universo e por isso mesmo respeito cada uma das opiniões expressadas aqui. Afinal a curiosidade também é um atributo humano e nos trouxe até aqui.

  • Marcos-DF2:

    Bom debate, pena que de vez em quando alguém perca a calma …
    Abraços

  • Helderhm:

    Muito interessante.
    Onde estaria esse planeta agora?

    • Diogo Mourão:

      Levando em consideração que os anéis de Saturno são compostos por 98% de gelo, que eles se formaram após um impacto entre ele e outro corpo celeste, e que este planeta perdido era rico em matéria gelada, me deixa uma duvida seguida de certeza: Será?
      Não sei se seria possível, mas que a ideia é considerável é.

    • Lucas Flicky:

      pois é, nao tinha reparado, pode até ser mas… seria muito estranho saturno ter se chocado com outro corpo e o outro ter espatifado e ele não ( a nao ser que saturno fosse bem maior antes, sei lá…)

      mas se ele saiu vagando, ele ja deve estar bem longe…. um foguete nosso levaria uns 70 mil anos pra chegar na Proxima Centauri que fica só a 4 anos luz daqui… então um planeta viajando por 2 bilhões de anos deve estar a tipo…. pra lá da Canis Majoris, de 5000km luz pra mais

    • Diogo Ribeiro:

      Mas como Saturno se chocaria com algo, sendo que ele é uma bola de gás inflada ? atualmente, dizem que os anéis de saturno foram formados por colisões entre outros corpos celestes e antigas luas mas não uma colisão direta em Saturno.

  • Hollow:

    Uma ideia muito plausível, sendo que uma das teorias existencia
    da lua diz que ela foi gerada fora de nosso sistema e que ela simplesmente chegou em nosso sistema solar e ao passar pela terra, ela foi “capturada” pela gravidade da terra.Se isso realmente aconteceu com a lua, por que não poderia acontecer com esse planeta gigante?Ser expelido daqui e chegar a outro sistema……

    • Cesar Grossmann:

      A hipótese da captura tem um problema muito sério: para onde foi parar o momento da Lua? Para capturar a Lua, o momento que ela tinha deveria ser, em parte, dissipado de alguma forma pelo novo sistema Terra-Lua, para frear a Lua a uma velocidade compatível com a velocidade atual (se ela viesse de fora do Sistema Solar, estaria com velocidade não muito diferente da velocidade de escape, ou seja, teria velocidade para continuar indo embora, alguma coisa teria que ter freado ela).

    • A.S.S.:

      Pensei que a colisão da Terra com Theia tivesse juntados os detritos que foram para a órbita formando a lua.

  • EltonPaes:

    Se ainda não tem provas eu considero os 2,5%.
    Mesmo que seja pouco, mas ainda assim é possível, sendo possível, pode ser feito!

  • Jonatas:

    Antigamente, os planetas giravam ao redor da terra e “ai de quem duvidasse”. Mais adiante, Vênus era um pedaço que se arrancou de Júpiter, passou pela Terra e prendeu a rotação para o dia bíblico “O Sol ficou parado” e depois foi pro lugar onde está hoje, mais adiante o simples fato da atmosfera de Vênus ocultar a visão telescópica de sua superfície bastou pra teorizar um mundo paradizíaco tropical com dinossauros…

    Absurdos? Mas pode ser que anos no futuro nossas teorias de hoje soem absurdas, ou até risíveis.

    • Cesar:

      Jonatas, a ciência aprendeu com seus erros. Não existem mais dogmas, não se aceita mais a criação de dogmas. Prova disso é que estão testando diferentes cenários para a origem do Sistema Solar. As afirmações do McCanny, por mais interessantes que sejam, sofrem de um defeito sério, o de contradizerem os dados que já foram obtidos sobre o sistema solar. Dados não são hipóteses, são informações que DEVEM ser incorporadas aos modelos. E é o que os cientistas fazem, se os dados apontam que uma hipótese está errada, eles vêem se ela pode ser ajustada ou se tem que ser abandonada completamente.

      Veja o caso da origem da Lua. Antes das sondas Surveyor pousarem na Lua e fazerem testes da composição química do mesmo, haviam duas que eram mais promissoras, a da ejeção (a Lua teria se separado da Terra, emergindo de onde agora é o Oceano Pacífico) e a da captura (a Lua teria se formado independentemente e passado perto da Terra e sido capturada). As duas hipóteses tinham seus problemas, principalmente no equilíbrio de energia cinética. Quando a sonda Surveyor fez a análise do solo lunar, se descobriu que a sua composição era muito semelhante à da Terra. Este fato (FATO, não ESPECULAÇÃO) foi usado para descartar a hipótese da captura. O FATO de que o solo lunar é essencialmente seco também serviu para descartar a teoria da ejeção (o teor de umidade e também o tipo de mineral encontrado). Uma nova hipótese foi levantada, a de que a Lua é o resultado de uma colisão da Terra com um outro planeta que teria se formado na mesma órbita da Terra.

      O interessante é que já se descobriu dois planetas compartilhando a mesma órbita, o que reforça a possibilidade de que isto tenha acontecido na Terra.

      Claro que a hipótese do Big Splash tem seus problemas, mas até agora é o modelo que melhor se encaixa nos FATOS que temos à disposição. Novos FATOS podem fazer com que esta hipótese seja abandonada, ou que ela venha ser elevada à categoria de Teoria – um modelo para explicar um fato ou fenômeno no qual se tem uma boa confiança de que está certo.

    • Jonatas:

      Bem colocado. Essa é a ciência de verdade.

    • Glauco:

      O que não faltam são dogmas na astronomia, e vou dizer quais são:
      1-) Apenas a gravidade governa o Cosmos e o mais importante, o espaço é elétricamente neutro.
      2-) O Sistema Solar se formou a 4.5bi de anos atrás.
      3-) Os cometas são bolas de gelo que se derretem (sublimam) quando próximos do Sol.
      4-) A causa dos redshifts galácticos é devido ao seu movimento, e portanto concluíram incorretamente que o Universo está se expandindo.
      Esses axiomas já impossibilitam uma astronomia séria de qualquer forma;

      Os dados que retornam diariamente das sondas espaciais, satélites e telescópios confirmam continuamente o modelo previsto pelo Prof. McCanney e invalida as teorias aceitas pela astronomia moderna. Mas vc só vai saber disso se ouvir seus programas de rádio, discutir comigo não vai adiantar de nada;

      No modelo teórico do McCanney, não dá prá saber quem veio primeiro, se foi a Terra ou a Lua, mas com certeza houve uma captura de um com o outro, assim como já vimos Júpiter fazer com cometas no passado recente. O ocultismo diz que a Lua é muito mais antiga do que a Terra;

      Se a Lua e a Terra tivessem sido parte uma da outra as duas teriam a mesma densidade, o que não é o caso.

    • Jonatas:

      Tem que ver todos os aspectos durante a formação de um astro. Vêmos por exemplo que mundos que se formaram de escombros de outro, como os satélites Fobos e Miranda, tendem de fato a ter densidade mais baixa porque sua estrutura interna está desequilibrada. A baixa densidade lunar na verdade reforça a teoria da lua ter sido fruto de escombros de uma colisão da Terra.

    • Glauco:

      E quem disse que Fobos ou Miranda são escombros de algum planeta? Eles estão muito mais para asteróides de forma irregular aprisionados na órbita de Marte.

      Se vc quebra um objeto em duas ou mais partes, todas as partes vão possuir a mesma densidade do objeto original.

    • Jonatas:

      Aí é que está o pulo do gato. Fobos é da dimensão de um pequeno asteróide, mas sua densidade irregular sugere ser cheio de espaços vazios. Quanto a Mrianda, ela não é asteróidica, é esférica e das dimensões de um planeta anão. Os pedaços de um mundo não teriam densidades iguais, porque os mundos não são feitos de um único material, a densidade aumenta de acordo com a profundidade, porque os planetas eram líquidos e os materiais de grande massa mais pesados como ferro é níquel afundaram por interior formando os núcleos, como o da Terra. A Lua por sua parece ser formada essencialmente de rocha de silicatos da mesma natureza do manto e da crosta terrestre, e não se sabe ao certo se ela tem um núcleo de ferro.

    • Joaquim Teixeira:

      Há informações não oficiais de que a Lua seja um corpo celeste de núcleo totalmente oco. Serviu de colônia e apoio para diversos povos extraterrestres no passado, quando na terra estiveram em missões de exploração e colonização. A lua servia de posto avançado da terra. Os anunnakis não foram os únicos a utilizarem para esse fim. Algumas fotografias já comprovaram ruínas de antigas construções de apoio, geralmente hangares e túneis. Não encontrei mais o link com fotos da lua (parece que foi excluído, como sempre), mas no link a seguir, fotos de diversas anomalias encontradas em Marte, que comprovam ter existido ali antiga civilização.
      http://paranormal.about.com/gi/o.htm?zi=1/XJ&zTi=1&sdn=paranormal&cdn=newsissues&tm=25&f=00&tt=14&bt=1&bts=1&zu=http%3A//www.metaresearch.org/solar%2520system/cydonia/asom/pressconf_nyc.asp

    • Carlos J da Silva:

      Cesar , sou apênas um curioso sem estudo nenhum em se tratando de astronomia mas gosto muito da matéria…
      Ouvi em algum lugar que um dos planetas do sistema solar , não sei qual , não parece estar na sua órbita original e que possivelmente tenha sido arrancado de la
      pela ação gravitacional de um outro , seria verdade ?
      A teoria deste planeta gigante ter se desprendido do sistema solar teria tudo a ver …isto poderia ter provocado uma reação em cadeia movimentando outros planetas …
      Se existem tantas teorias vou colocar a minha para sua análise e ela tem a ver com a origem da agua na
      terra .
      Não acredito na teoria dos meteoritos terem trazido toda esta agua pois foram encontradas rochas
      no Canada , se não me engano , com 4,2 bilhões de anos e este tipo de rocha só se forma em um oceano ja com uma certa profundidade , ou seja , com pouco mais de 300 milhões de anos ja existia muita agua , tempo insuficiente para que somente os meteoritos tenham trasido , de onde veio então?
      Vamos á minha teoria :
      Esta agua teria vindo de um planeta que teria se formado próximo á Júpter ou Saturno , ou seja , na região dos planetas gasosos , e por algum motivo arremessado de sua órbita e colidido com a terra trazendo nossa agua e formando a lua . As datas coincidem …
      O que pode me dizer a respeito ?

  • Joaquim Teixeira:

    Todas essas teorias são inconsistentes, baseado na Amasofia: http://www.amasofia.org

    Segundo a Amasofia, Júpiter e Terra não são originários desse sistema. Ambos vieram das Plêiades, sendo que a terra passou por um estágio pelo sistema de Sírius, orbitando como 5o. satélite do planeta Aviz daquele sistema.

    Júpiter, ao entrar para o sistema solar “bagunçou” bastante o já frágil sistema orbital do sol. A terra ocupou o espaço deixado pelo planeta Pharma que foi expulso do sistema solar em decorrência de um choque frontal de um pedaço enorme do planeta Dármon, que explodira. A outra parte desse planeta ainda existe na forma de asteróides entre Marte e Júpiter, formando o famoso “cinturão de asteróides”.

    Essa explicação amasófica é bem mais plausível do que todas as outras ditas “científicas”.

    Nem sempre a Ciência é confiável.

    • Daniel:

      Esperai ai Joaquim, O planeta Terra foi um estagiário como lua de algum outro planeta antes de conseguir uma vaguinha de emprego como planeta em período integral com carteira assinada aqui no Sistema Solar? é isso mesmo que eu entendi?

    • Joaquim Teixeira:

      A terra foi um planeta das Plêiades, menor do que é hoje. Por algum acidente foi arremessada para fora daquele sistema e sem vida sobre sua superfície, foi capturada pela gravidade do planeta Aviz do sistema solar de Sírius, passando a ser o quinto satélite daquele planeta. Os povos de Aviz a utilizaram para experiências de desenvolvimento de vida vegetal e animal, inclusive servindo de colônia de exílio para muitos de seus “guerreiros” que não aceitavam viver sob um novo regime de Paz. Surgiu então um projeto de levar este corpo celeste e devover-lhe o status de planeta para uma nova experiência humana, a nossa raça. Para isso foi transportada para o atual sistema solar.

      A história aqui está bastante resumida apenas para dar um briefing introdutório dessa bela história do nosso planeta e de nossa raça humana. Quem se interessar, visite o site oficial da Amasofia. Dedique um bom tempinho de estudos e se você tiver mente aberta e não for apegado às “verdades” científicas (oficiais), seus conceitos sobre o mundo, a vida, o universo e sua própria razão de existir, mudarão definitivamente. Mas vá com calma. Nem com pedras, nem com flores. Vá com interesse pelo conhecimento investigativo, neutro. Esse é o melhor caminho para a Verdade.

    • Curioso:

      Quanto delirio.Parece roteiro ruim de quadrinhos.

    • Jonatas:

      E eu que achava as hipoteses Nibiru-Hercobulus-X absurdas, perto dessa parecem normais!!! Barbaridade…

    • Cesar:

      Hipóteses alternativas são interessantes, mas é preciso abandonar as hipóteses que contradizem os FATOS.

    • Joaquim Teixeira:

      Leia os livros de Zecharia Sitchin para sanar sua dúvidas sobre Nibiru.

    • Jonatas:

      Não, obrigado.

    • Cesar:

      Mais plausível? Como pode se ela é falsa? O cinturão de asteroides tem a característica de ser constituído por asteroides de composição diferentes, atestando que eles NUNCA FIZERAM PARTE DE NENHUM PLANETA. Qualquer história do Sistema Solar que diga que o cinturão de asteroides é o resultado da explosão de um planeta ou da colisão de planetas É FALSA.

    • Joaquim Teixeira:

      Se você explodir a terra, ela terá diversos aspectos tão diferentes quanto improváveis, pela diversidade de tipos de rochas, solo e minérios. Imagine um cinturão de rochas derivados de uma hipotética explosão da terra. Seriam todos de mesma composição? Pense bastante antes de responder. Você terá encontrado a resposta para sua indagação.

    • Marlos Batista:

      E o cara ainda tem coragem de dizer que essa explicação é MAIS PLAUSÍVEL que a dada pela ciência. Cômico.

    • Matheus1013:

      Eu prefiro ir ver o filme do Pelé do que acreditar nisso

  • Glauco:

    Vamos analizar por olhos críticos: de acordo com o modelo atual, se tivéssemos apenas os quatro gigantes conhecidos no início do Sistema Solar, então as órbitas deles só poderiam ser as atuais com 2,5% de chance. Ou seja, o modelo só pode estar incorreto.

    Aí colocam mais um planeta que, além de ser gigante, precisou fazer peripécias gravitacionais, desalinhar a órbita dos outros gigantes e desaparecer para nunca mais ser visto. E, mesmo assim, as chances de que isso seja verdade aumento apenas em dez vezes, ou seja, passou de 2,5% para 25% de chances. É claro que todo o processo de formação do Sistema Solar como é apresentado hoje está totalmente errôneo!

    • Lucas Flicky:

      Improbabilidade não quer dizer impossibilidade

  • Neo:

    Pensei ki plutao fosse o culpado pelas alterações de órbita de netuno, afinal, foi assim ki ele foi descoberto, observando-se netuno… ah, sei lá, nesse assunto vou só sentar, olhar e aprender!!

  • Nelson:

    ja vi essa matéria em algum comentário, se eu não me engano era do Glauco

    • Glauco:

      Opa, fui eu mesmo! Acho que foi na matéria “O quinto gigante do Sistema Solar”.

  • Orlando:

    Nao entendi um comentario de Norte-Americano aqui nos EUA que disse que nosso sistema solar tem, no minimo, 100 (cem) planetas. Talvez ele estivesse falando dos mini. Fiquei incabulado. Eu achava que sabia alguma coisa. Ja sabia “tudo” de sistema solar.

    • Cesar:

      O Sistema Solar só tem 8 planetas conhecidos. Os objetos trans-netunianos são em geral menores que planetas, ou seja, até onde sabemos só tem planeta-anão depois de Netuno.

    • Glauco:

      Exatamente isso. Na verdade, no primeiro ano de funcionamento do WIDE, eles já descobriram essa centena de planetas orbitando além de Plutão. Por isso aquele planetinha tão simpático e conhecido a milênios pela humanidade, planeta regente de escorpião, virou um planeta-anão: não dava prá encaixar a antiga ladainha de formação planetária com a presença de centenas de planetas.

      Mas um detalhe importante: nem todos esses planetas são pequenos. Estatisticamente – e isso saiu nesse mesmo site poucos meses atrás -, toda estrela em nossa galáxia possui pelo menos um gigante além da órbita dos planetas conhecidos. Outro detalhe: nem sempre a órbita desses planetas é circular. Por esses motivos nos não deveríamos rir das histórias dos antigos, que falam de grandes cometas invadindo o Sistema Solar e trazendo o caos a todos os planetas.

    • Romário Huebra:

      Com toda tecnologia qe existe na astronomia, se achamos esse gigante em outras estrelas já teriamos achado na nossa.
      Não existe nenhum gigante no sistema solar, além dos 4 conhecidos.

    • Glauco:

      Eles JÁ encontraram. E não é tão fácil assim descobrir planetas aí fora como vc imagina, principalmente se não estiver rolando nenhuma interação gravitacional intensa. Se é interesse deles anunciar essas descobertas já é outra história.

      Além disso, você tem que considerar as análises estatísticas: se a maioria das estrelas de nossa galáxia possuem pelo menos um gigante longe da região onde os outros planetas se encontram, então pq a nossa estrela seria diferente disso?

    • Jonatas:

      Tyquê?

    • Glauco:

      Esse é só um dos que eles admitiram a existência, pois está beeeem longe, é pequeno e em órbita conhecida e semi-circular. Os que possuem órbitas irregulares e grandes não são anunciados. Por quê? Pq eles possuem contratos de confidencialidade com os departamentos de Segurança de seus respectivos países.

    • Jonatas:

      Uma teoria antiga era interessante: Nêmesis, uma anã negra ou marron, sei lá, mas uma companheira distante do sol, a um ou dois anos luz de nós, que estaria ligada a extinções regulares na terra, porque em seu periélio perturba o equilíbrio e provoca muitos cometas que despencam em direção ao Sol e acertam alguns a terra.

      Essa teoria foi refutada pela ciência moderna, por nada ter sido encontrado e as extinções não serem tão regulares. Glauco, qual a tua posição a respeito?

    • Jonatas:

      Mas Tyquê pode ser um gigante, até maior que Júpiter

    • Glauco:

      “Pode ser” não conta muito. Nessas horas só dá prá confiar nas informações se elas vierem de muitas fontes diferentes e independentes, inclusive do Prof. James McCanney.

    • Romário Huebra:

      Como assim Eles JÁ encontraram, vc qer dizer qe eles encontraram esse planeta no sistema solar mais as autoridades preferem esconder descobertas?

    • Cristiano:

      Muitas fontes diferentes e independentes…vc só cita este McCanney, não existe UM, eu disse UM cientista do mundo que concorda com este McCanney

    • Jonatas:

      É que Tyquê ainda não está confirmado de certeza, ele aguarda confirmação assim que chegarem os dados da tecnologia que supostamente o detectou em primeira instância.

    • Glauco:

      Cristiano,

      Quantos cientistas vc conhece e costuma trocar idéia??

  • Asdrubal:

    Planeta X? 😉

    Provavelmente não teria fugido numa só direcção, mas quem sabe ainda esteja em órbita em torno do sol bem longinquamente. Se é tão gigante assim, poderia bem ser ele a influenciar as alterações na órbita de Neptuno.
    Só uma ideia. 🙂

    • Cesar:

      1. as perturbações da órbita de Netuno são virtuais: elas só existem nos dados observacionais de alguns astrônomos em uma certa época. É muito mais provável que seja um erro de observação do que uma perturbação real.

      2. o planeta foi expulso do sistema solar. Em outras palavras, foi ejetado pela interação gravitacional com os outros planetas. O curioso é que já foram feitas simulações com um “planeta X”, e em todos os cenários ele é ejetado do Sistema Solar em poucos milhões de anos.

    • Glauco:

      1-) As perturbações nas órbitas de Netuno foram tão grandes que a NASA mandou Robert Harrington para verificar o que poderia ter causado isso. Aí ele descobriu um planetão zanzando por lá, mas morreu duas semanas antes de anunciar suas descobertas;

      2-) Hoje em dia não vemos planetas sendo expulsos de seus Sistemas Solares. Pq só o nosso é tão especial???? Pq toda a teoria está errada!

    • Cesar:

      1. Esta história do Robert Harrington é um mito criado pelos malucos do ZetaTalk e daquela lunática da Nancy. http://planet-x.150m.com/harrington.html

      2. Argumento falho, Glauco. Só por que não vemos um evento acontecendo não significa que ele não acontece. Dos sistemas estelares com planetas, quantos ejetaram um gigante gasoso? Todos? Nenhum? 20%? Ninguém sabe, mas você já tem certeza que nenhum deles jamais ejetou um gigante gasoso. A tua lógica é falha.

    • Glauco:

      1. O que você diz ser mito? Que a NASA contratou o Harrington para entender o que houve com a órbita de Netuno, ou que ele descobriu um Planeta-X em suas pesquisas? Pq ele foi lá sem sombra de dúvidas e eu tenho uma cópia do contrato da NASA que confirma isso;

      2. A falha na lógica é explicar pq no passado existia bilhar cósmico mas hoje em dia não. Afinal de contas os planetas não costumam sair de sua órbita. Vc tem visto algum planeta fazer isso no nosso Sistema Solar ou em outra dimensão qualquer? Não, nem eu e nem ninguém.

    • Jonatas:

      Não há hoje porque os planetas sossegaram, acharam ressonância e equilíbrio gravitacional. Eu acho que o Sistema Solar foi sim uma mesa de bilhar ao vermos as superfícies mais velhas castigadas do jeito que estão. O exemplo mais interessante é Miranda, lua de Urano. Não vimos aqui de fato nada maior que um cometa colidindo a um planeta, mas nos sistemas planetários exteriores observamos planetas desalinhados, compartilhando órbitas e prestes a serem tragados por suas estrelas. Tritão, lua de Netuno, te uma oŕbita arbitrária que poderá leva-lo a colidir com seu planeta, o mesmo acontecerá com Fobos em Marte. O modelo de formação planetária adotado ganha algum sentido e foi feito baseado nessas observações.

    • Glauco:

      Não é assim que funciona Mecânica Celeste. Como assim “os planetas sossegaram”? O Sol e os planetas, nessa teoria, deveriam ter surgido quase ao mesmo tempo, logo o equilíbrio deveria ter surgido muito antes deles terem se formado completamente. Afinal, o corpo de maior massa, o Sol, estava lá antes deles. Não faz sentido nenhum imaginar planetas se desvencilhando de suas órbitas sem uma força externa maior que a solar.

    • Jonatas:

      Sossegaram ao achar o equilíbrio, se observar bem e analisar o tempo das translações verá que existem ressonâncias entre os planetas, o Sol não é o único orquestrante por aqui, Júpiter e Netuno também o são porisso os Cinturões de Piazzi e Kuíper estão onde estão, e não se formaram entre os Gigantes, só antes ou depois deles. Mas o bilhar cósmico tem evidências bem maiores, como o fato de Urano girar de lado como se tivesse levado uma baita pancada, crateras colossais em Calisto e na Lua, etc. Os Planetas estão onde estão porque a estabilidade finalmente foi encontrada. Não pode colocar por exemplo uma superterra entre as órbitas de Marte e Terra que já bagunça tudo denovo, desmanchando o equilíbrio.

  • ingredi:

    en tao e provavel qe poderia ter existido mais planetas no nosso sistema

    • Cesar:

      É só uma hipótese, resultado de simulações computacionais. Não temos nenhum indício de que o tal planeta tenha existido, pelo menos não por enquanto. E acho pouco provável que algum dia venhamos a ter uma evidência da existência ou inexistência de tal planeta.

    • Glauco:

      Simulações computacionais não valem de nada se vc não os alimenta com um modelo correto.

  • Jonatas:

    De qualquer modo, não da pra se ter certeza de que todas as variáveis reais da gênesis do Sistem Solar estão nas simulações.

    • Cesar:

      A simulação, na verdade, é simples: pegue uma estrela com um anel protoplanetário e simule a densidade do anel de forma que se formem no mesmo tantos planetas e com tal composição. As simulações que convergiram para um sistema semelhante ao atual foram em maior quantidade aquelas em que um quinto planeta joviano existia e foi ejetado.

      É possível que nunca tenha havido um quinto planeta joviano? É.

      É possível que tenha havido um quinto planeta joviano, que foi expulso do Sistema Solar? É.

      Qual das duas possibilidades é mais provável? Pelas simulações, a segunda possibilidade é mais provável.

      Qual das duas possibilidades corresponde à história real do Sistema Solar? Não sabemos.

    • Jonatas:

      Está certo.

      Mas será que nessas simulações resultaram outros sistemas planetarios, seriam semelhantes a esses estranhos que têm se achado por aí, com Júpiteres quentes e superterras? Seria interessante e ajudaria a entender a formação do nosso e dos outros também.

      Será que poderia haver outras estrelas perto do Sol a 5 bilhões de anos? Já me perguntei umas vezes se o Sol surgiu sozinho ou surgiu num aglomerado estelar do tipo aberto, e suas irmãs se afastaram ao longo do tempo. Se houvesse, até poderiam interferir na formação dos nossos planetas, ou não…

    • Cesar:

      Não sei, Jonatas. O que eu sei é que até pouco tempo atrás só conhecíamos um sistema planetário, o nosso, e todos os modelos que foram feitos tinham um viés: o de que sistemas como o nosso fossem comuns. A partir da descoberta de exoplanetas os modelos tem que ser revistos. Mas ainda temos um problema, o conhecimento que temos dos outros sistemas planetários é incompleto, por que não temos certeza de ter encontrado todos os planetas em todos os sistemas planetários descobertos. O que resta é ajustar os modelos existentes aos dados descobertos.

      Vamos esperar, este ainda é um campo de pesquisas, e sabe-se lá quantas descobertas ainda estão nos esperando.

    • Glauco:

      A simulação é simples, pena que está incorreta.

    • Jonatas:

      Diga-nos, quais variáveis a citar usarias no simulador?

    • Glauco:

      A inclusão das correntes elétricas existentes entre os astros e o fim de teorias esdrúxulas, como Matéria e Energia Escuras. Só isso.

    • Jonatas:

      De acordo com a tua resposta Júpiter e sua supermagnetosfera, além da propria gravidade, teria influenciado significativamente a formação dos outros planetas?

    • Glauco:

      Júpiter influencia na criação de um novo planeta ou lua no momento em que ele captura gravitacionalmente um cometa grande o bastante e o mantém dentro do Sistema Solar no mesmo plano dos outros planetas.

      Nesse caso as interações elétricas e eletromagnéticas entre eles não influencia muito, embora costume ser um espetáculo aterrorizante no céu. Essas correntes só fazem diferença na hora de circularizar sua órbita, mas não tem nada a ver com Júpiter.

    • Cesar:

      Matéria e Energia Escuras não entram em simulações da formação de sistemas planetários.

    • Glauco:

      Ainda bem, só falta fazer parte!

      Mas ainda tem que colocar as correntes elétricas.

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